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E&P

Japão poderá produzir petróleo em Jubarte

03/10/2005 | 00h00

A Petrobras está discutindo com um grupo de "trading companies" japonesas de que modo elas poderão participar da segunda fase de desenvolvimento da produção do campo de Jubarte, na Bacia de Campos, que tem orçamento inicial estimado entre US$ 2 bilhões e US$ 3 bilhões.

O presidente da estatal, Jose Sérgio Gabrielli, explicou que além da análise de financiamento da produção por meio de um "project finance", as conversas incluem ainda a operação e até participação japonesa na produção do petróleo. Gabrielli admitiu que existe possibilidade de a Petrobras abrir espaço para participação societária dos japoneses no projeto de desenvolvimento da produção de Jubarte por meio de um "farm-in", termo que na indústria do petróleo significa redução ou venda integral da participação de um sócio para possibilitar a entrada de outro.

"A produção em Jubarte tem desafios tecnológicos, econômicos e de estruturação. Além disso estamos estreitando nossas relações com os japoneses, que sempre nos financiaram com projetos estruturados", explicou Gabrielli.

O presidente da Petrobras preferiu não entrar em detalhes sobre o projeto, que, segundo ele, "ainda está em fase conceitual de definição", e não informou os nomes das tradings que participam da negociação, admitindo apenas que, entre elas, estão as gigantes Mitsui e Mitsubishi.

Segundo o executivo, a principal indefinição hoje, que influencia diretamente o "timing" dessas negociações é causada pela falta de expectativa quanto aos preços futuros do petróleo. "Como se tem muita volatilidade nesse momento, qualquer avaliação hoje leva mais tempo por causa dessa incerteza.

Além disso Jubarte, que tem óleo mais pesado, não tem mercado próprio. As avaliações do projeto têm que ser feitas por inferência, o que leva a discussões sobre o valor do óleo."

Gabrielli está no Uruguai para participar da cerimônia de comemoração dos 40 anos da Associação Regional de Empresas de Petróleo e Gás Natural da América Latina e Caribe (Arpel), que tem sede em Montevidéu.



Fonte: Valor Econômico
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