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Energia

Itaipu assina convênio para tecnologias na área de biogás

02/09/2013 | 10h24

 

O diretor-geral brasileiro de Itaipu, Jorge Samek, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, e o presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Maurício Lopes, assinaram, na sexta-feira (30), em Esteio (RS), um convênio para desenvolver tecnologias na área de biogás.
Chamado de “Tecnologias para produção e uso de biogás e fertilizantes a partir do tratamento de dejetos animais no âmbito do Plano ABC - Agricultura de Baixo Carbono”, o acordo prevê investimentos de R$ 7,38 milhões em três anos, abrangendo 12 planos de atividades.
As ações envolvem desde a análise de produção até o desenvolvimento de equipamentos, filtros e estudos de viabilidade econômica de plantas de biogás. Metade do valor será repassado por Itaipu e os 50% restantes pela Embrapa.
A assinatura do convênio ocorreu no Parque de Exposições Assis Brasil, dentro da programação da Expointer 2013, considerada uma das maiores e mais importantes feiras agropecuárias do mundo.
A assinatura do convênio no Rio Grande do Sul formaliza o termo de acordo firmado em abril, em Brasília, durante as comemorações dos 40 anos da Embrapa.
“Foi uma grande cerimônia. Todos ficaram satisfeitos de ver a maior geradora de energia do mundo estimulando a menor forma de produção de energia, que é a geração distribuída. É uma revolução no conceito”, disse Samek, lembrando que os problemas ambientais provocados pela produção agropecuária não afetam apenas a bacia do Rio Paraná, mas todo o Brasil. “Estamos transformando um problema em solução”.
Também participaram da solenidade o secretário nacional da Agricultura Familiar, Valter Bianchini; o superintendente de Energias Renováveis de Itaipu, Cícero Bley Jr.; o assessor da diretoria-geral brasileira da Itaipu, Herlon Goelzer de Almeida; diretores da Embrapa, deputados estaduais e federais, entre outras autoridades.
Planos de ação
Dos 12 planos de atividades previstos no convênio, Itaipu ficará responsável por dois. Um deles terá o objetivo de desenvolver equipamentos de transporte, filtragem e armazenamento de biogás, e também o uso do biogás como energia elétrica, térmica e veicular; o outro plano será voltado para o mapeamento e identificação de áreas potenciais para produção de biogás.
O trabalho será desenvolvido pela Superintendência de Energias Renováveis, com o apoio da Fundação Parque Tecnológica Itaipu (FPTI), Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBiogás-ER) e Centro Internacional de Hidroinformática.
A iniciativa envolverá ainda 14 unidades descentralizadas da Embrapa - Suínos e Aves, Arroz e Feijão, Solos, Agroenergia, Gado de leite, Agrobiologia, Pecuária Sudeste, Instrumentação Agropecuária, Agrossilvipastoril, Florestas, Milho e Sorgo, Agropecuária Oeste e Secretaria de Relações Internacionais.
O projeto reúne também pesquisadores da Fundação Arthur Bernardes, de Viçosa (MG), Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Instituto Nacional de Tecnologia, Fundação Oswaldo Cruz e Instituto Inmetro.

O diretor-geral brasileiro de Itaipu, Jorge Samek, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, e o presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Maurício Lopes, assinaram, na sexta-feira (30), em Esteio (RS), um convênio para desenvolver tecnologias na área de biogás. Chamado de “Tecnologias para produção e uso de biogás e fertilizantes a partir do tratamento de dejetos animais no âmbito do Plano ABC - Agricultura de Baixo Carbono”, o acordo prevê investimentos de R$ 7,38 milhões em três anos, abrangendo 12 planos de atividades.


As ações envolvem desde a análise de produção até o desenvolvimento de equipamentos, filtros e estudos de viabilidade econômica de plantas de biogás. Metade do valor será repassado por Itaipu e os 50% restantes pela Embrapa.


A assinatura do convênio ocorreu no Parque de Exposições Assis Brasil, dentro da programação da Expointer 2013, considerada uma das maiores e mais importantes feiras agropecuárias do mundo.


A assinatura do convênio no Rio Grande do Sul formaliza o termo de acordo firmado em abril, em Brasília, durante as comemorações dos 40 anos da Embrapa.


“Foi uma grande cerimônia. Todos ficaram satisfeitos de ver a maior geradora de energia do mundo estimulando a menor forma de produção de energia, que é a geração distribuída. É uma revolução no conceito”, disse Samek, lembrando que os problemas ambientais provocados pela produção agropecuária não afetam apenas a bacia do Rio Paraná, mas todo o Brasil. “Estamos transformando um problema em solução”.


Também participaram da solenidade o secretário nacional da Agricultura Familiar, Valter Bianchini; o superintendente de Energias Renováveis de Itaipu, Cícero Bley Jr.; o assessor da diretoria-geral brasileira da Itaipu, Herlon Goelzer de Almeida; diretores da Embrapa, deputados estaduais e federais, entre outras autoridades.



Planos de ação


Dos 12 planos de atividades previstos no convênio, Itaipu ficará responsável por dois. Um deles terá o objetivo de desenvolver equipamentos de transporte, filtragem e armazenamento de biogás, e também o uso do biogás como energia elétrica, térmica e veicular; o outro plano será voltado para o mapeamento e identificação de áreas potenciais para produção de biogás.


O trabalho será desenvolvido pela Superintendência de Energias Renováveis, com o apoio da Fundação Parque Tecnológica Itaipu (FPTI), Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBiogás-ER) e Centro Internacional de Hidroinformática.


A iniciativa envolverá ainda 14 unidades descentralizadas da Embrapa - Suínos e Aves, Arroz e Feijão, Solos, Agroenergia, Gado de leite, Agrobiologia, Pecuária Sudeste, Instrumentação Agropecuária, Agrossilvipastoril, Florestas, Milho e Sorgo, Agropecuária Oeste e Secretaria de Relações Internacionais.


O projeto reúne também pesquisadores da Fundação Arthur Bernardes, de Viçosa (MG), Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Instituto Nacional de Tecnologia, Fundação Oswaldo Cruz e Instituto Inmetro.

 



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
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