acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Petroquímica

Itaboraí ainda espera pelo 'bônus' do Comperj

17/01/2014 | 10h31

 

Com mais de mil ônibus circulando diariamente em suas avenidas para garantir o acesso dos cerca de 32 mil trabalhadores às obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), o município de Itaboraí, na região metropolitana da capital fluminense, convive com um sentimento misto de expectativa e apreensão em relação ao empreendimento.
O prefeito Helil Cardozo (PMDB) é cuidadoso nas críticas à Petrobras - responsável pelo investimento de US$ 13,5 bilhões. Reconhece, porém, que o atraso amplia o ciclo de impacto socioeconômico - inerente a grandes obras - e adia as perspectivas de crescimento do município com o empreendimento. Segundo ele, o orçamento previsto para 2014, de R$ 670 milhões, é 34% maior que os R$ 500 milhões de 2013, mas menos da metade do que deveria ser, caso o Comperj estivesse em funcionamento.
"Com o Comperj em funcionamento, poderíamos trabalhar com um orçamento de R$ 1,5 bilhão. O dinheiro viria dos royalties e das receitas geradas pelas empresas que deveriam se instalar na cidade", afirma ele. "Estamos estendendo os problemas, sem a receita".
Para o presidente da representação regional da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), Luiz Césio Caetano Alves, Itaboraí tem potencial para desenvolver seu ambiente de negócios, mas isso não acontece por falta de infraestrutura do município e de perspectivas para o Comperj. "O que observamos de mais efetivo hoje é muito mais o ônus do que o bônus do Comperj, principalmente com a desorganização, falta de mobilidade urbana, água, energia etc.", diz.
Sem citar o nome dos envolvidos, Caetano lembra o caso de uma empresa da cadeia de suprimentos da Petrobras que chegou a comprar um terreno para se instalar no município, mas desistiu por falta de definição da data do início da operação. "Eles sabem que o Comperj vai sair, mas não em quanto tempo e ninguém tem o fôlego que tem a Petrobras", afirma.
Sobre a perspectiva de atração de empresas de segunda e terceira geração para a região, o representante da Firjan também ressalta o impacto da falta de informações. "O setor de plástico, que tem grande potencial de se desenvolver na região, depende de uma perspectiva. Por enquanto, de efetivo, só refinaria", completa, citando ainda o exemplo da Braskem, que ainda não tomou uma decisão sobre o investimento que faria no município.
A Petrobras informa que a conclusão das obras, que deveria ocorrer este ano, agora está prevista para 2016. Até agora, as estimativas da prefeitura indicam que apenas 60% da primeira refinaria já foram concluídos. A Petrobras não informa os planos para a segunda unidade. "Isso atrapalha todo o cronograma do município", diz o prefeito, que diz ter terminado seu primeiro ano de mandato sem conseguir um encontro com a presidente da empresa, Graça Foster.
Por enquanto, o que ele contabiliza são os impactos. Um bom exemplo é o que ocorre na saúde. Embora todos os trabalhadores tenham plano de saúde, o município não possui nenhum hospital de emergência privado. Há cerca de quatro meses, um acidente com um ônibus do Comperj levou de uma só vez 25 feridos para a única emergência da cidade, o hospital municipal. "Tudo isso onera o município", diz o prefeito.
O setor imobiliário foi o primeiro afetado. Os aluguéis mais que triplicaram e a arrecadação esperada com os edifícios residenciais e comerciais em construção ainda não se confirmou. Muitas das 1.800 unidades previstas acabaram atrasando também. A infraestrutura do município também sofre. Sua principal avenida encara um fluxo de mais de mil ônibus diariamente - todos em direção ao complexo petroquímico. Já o número de matrículas na rede pública cresceu 12,7% desde 2010, quando começaram as obras.
No setor produtivo, os impactos são bem menos claros. De acordo com o coordenador regional do Sebrae, Américo Diniz, os efeitos do Comperj para o município ainda estão muito concentrados nos segmentos de serviços. Houve crescimento no número de microempreendedores individuais, mas principalmente em atividades como cabeleireiros, consertos de roupas e pequenos prestadores de serviço.
O município também atraiu grandes redes de varejo, como Lojas Americanas, Magazine Luiza, Casa & Vídeo e Ricardo Eletro. O Sebrae não tem levantamento, porém, do impacto da chegada dessas empresas para o comércio local. "Tradicionalmente, isso afeta as empresas locais, que têm menos acesso a capital de giro, mas os dados ainda não estão disponíveis, porque existe uma diferença entre o momento em que a pequena empresa encerra suas atividades e aquele em que, efetivamente, dá baixa nos cadastros oficiais", afirma Diniz.
Para o economista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mauro Osório, o que se viu em Itaboraí até agora foi um crescimento muito baseado na construção civil. O emprego formal cresceu 223% entre 2000 e 2012, mas foi puxado pelas vagas na construção, que avançaram 194% no mesmo período.
Em 2012, o município tinha quase 40% de seus trabalhadores no setor, quando, em todo o Estado, a construção representa menos de 10%. Em 2013, no entanto, houve uma desaceleração no setor, sem que outros avançassem. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram avanço de apenas 2,9% no emprego em 2013, o mesmo índice do Estado do Rio, inferior ao do Sudeste, que cresceu 3,4%.
Para Osório, outro indicador de que o município tem se beneficiado pouco do projeto é a dificuldade de abertura de novos postos em outros segmentos da economia. Depois da construção, o setor que mais emprega é a indústria de fabricação de minerais não metálicos, com apenas 1.800 postos de trabalho, contra 14 mil na construção. "Tirando a construção, a densidade da economia ainda é muito baixa. Em São Caetano do Sul (SP), o emprego industrial ocupa 18% da População em Idade Ativa (PIA). Em Itaboraí, não chega a 2%", diz.
Para o prefeito, que assumiu o município com menos de 5% das ruas saneadas, com asfalto e água potável, ainda dá tempo de reverter a situação, mas os riscos são grandes. "Se não conseguirmos ordenar, vai afetar até a capital. Não queremos os mesmos bolsões de miséria de Macaé", diz.
No primeiro ano de mandato, Cardozo diz ter tentado reconstruir as pontes com o governo federal e com a Petrobras para tentar amenizar o impacto do atraso das obras. Para isso, apelou para a proximidade com o governador Sérgio Cabral. Os dois são do mesmo partido e, enquanto o PT fluminense não confirma sua saída da aliança estadual, da base aliada da presidente Dilma.
"Temos dificuldade na elaboração de projetos. Por isso, estamos pleiteando com a Petrobras o aporte de recursos para o desenvolvimento de uma área de estruturação de projetos. Eles ofereceram R$ 7 milhões em 36 meses e nós estamos pedindo em 24 meses", diz o prefeito.
Os recursos seriam direcionados ao consórcio de municípios impactados pelo Comperj, chamado Conleste, por meio de um convênio com a Agência de Desenvolvimento do Rio de Janeiro (ADRio). "Só para fazer estudo das pontes impactadas pela obra, gastamos cerca de R$ 3 milhões", conta. "Ainda dá para mitigar os impactos, mas o custo disso só saberemos com a definição dos projetos", completa o prefeito.
Questionada sobre o pedido, a Petrobras disse que "mantém constantemente um canal de comunicação com os municípios da região de influência do empreendimento visando análise de todas as solicitações", mas não informou se atenderá ao pedido.
O prefeito tem lançado mão dos canais políticos. Diz ser o segundo município fluminense a conseguir obter um maior número de emendas aprovadas no Orçamento da União, perdendo apenas para a capital.
Uma das principais lideranças da Associação de Produtores de Flores de Itaboraí, Thaís Araújo Bastos, da empresa A3Irmãos, vê no Comperj uma grande oportunidade para os pequenos produtores da região. A expectativa é que a Petrobras, responsável pelo empreendimento, busque no próprio município as mudas de árvores nativas que deverão ser plantadas para mitigar o impacto da obra. Até agora, porém, as diversas tentativas de aproximação com a empresa e seus fornecedores não tiveram sucesso.
"Não podemos fazer nada sem um acordo prévio com eles. As mudas têm um tamanho certo para serem plantadas. Se passar, perdemos toda a produção. Chegamos a conversar com um antigo fornecedor, eles mostraram interesse, mas nunca fizeram o contrato, e já não atendem mais a empresa", conta a empresária local, que nunca conseguiu se reunir diretamente com representantes da Petrobras, embora a empresa informe ter se comprometido em comprar 20% das mudas nos hortos existentes na área de influência do empreendimento.
Apesar dos indicadores ainda tímidos, o secretário de Trabalho e Renda de Itaboraí e diretor geral do Conleste, Alvaro Adolpho, acredita que não há mais espaço para atividades tradicionais do município, como a agricultura. Itaboraí hoje é o segundo maior produtor de flores do Estado e já foi um dos maiores produtores de laranja do país.
Ele reconhece que o número de empregos gerado pelo Comperj será pequeno. Mas acredita na conversão da cidade em um polo de serviços na região, principalmente na área de educação. O município conseguiu atrair uma unidade do Instituto Federal Fluminense e outra do Sistema S, ambos de ensino técnico, além de um campus da Universidade Federal Fluminense (UFF). "Precisamos de uma concepção de 'day after', pensar em outras cadeias produtivas. Queremos transformar Itaboraí em um polo de conhecimento", diz Adolpho.

Com mais de mil ônibus circulando diariamente em suas avenidas para garantir o acesso dos cerca de 32 mil trabalhadores às obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), o município de Itaboraí, na região metropolitana da capital fluminense, convive com um sentimento misto de expectativa e apreensão em relação ao empreendimento.

O prefeito Helil Cardozo (PMDB) é cuidadoso nas críticas à Petrobras - responsável pelo investimento de US$ 13,5 bilhões. Reconhece, porém, que o atraso amplia o ciclo de impacto socioeconômico - inerente a grandes obras - e adia as perspectivas de crescimento do município com o empreendimento. Segundo ele, o orçamento previsto para 2014, de R$ 670 milhões, é 34% maior que os R$ 500 milhões de 2013, mas menos da metade do que deveria ser, caso o Comperj estivesse em funcionamento.

"Com o Comperj em funcionamento, poderíamos trabalhar com um orçamento de R$ 1,5 bilhão. O dinheiro viria dos royalties e das receitas geradas pelas empresas que deveriam se instalar na cidade", afirma ele. "Estamos estendendo os problemas, sem a receita".

Para o presidente da representação regional da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), Luiz Césio Caetano Alves, Itaboraí tem potencial para desenvolver seu ambiente de negócios, mas isso não acontece por falta de infraestrutura do município e de perspectivas para o Comperj. "O que observamos de mais efetivo hoje é muito mais o ônus do que o bônus do Comperj, principalmente com a desorganização, falta de mobilidade urbana, água, energia etc.", diz.

Sem citar o nome dos envolvidos, Caetano lembra o caso de uma empresa da cadeia de suprimentos da Petrobras que chegou a comprar um terreno para se instalar no município, mas desistiu por falta de definição da data do início da operação. "Eles sabem que o Comperj vai sair, mas não em quanto tempo e ninguém tem o fôlego que tem a Petrobras", afirma.

Sobre a perspectiva de atração de empresas de segunda e terceira geração para a região, o representante da Firjan também ressalta o impacto da falta de informações. "O setor de plástico, que tem grande potencial de se desenvolver na região, depende de uma perspectiva. Por enquanto, de efetivo, só refinaria", completa, citando ainda o exemplo da Braskem, que ainda não tomou uma decisão sobre o investimento que faria no município.

A Petrobras informa que a conclusão das obras, que deveria ocorrer este ano, agora está prevista para 2016. Até agora, as estimativas da prefeitura indicam que apenas 60% da primeira refinaria já foram concluídos. A Petrobras não informa os planos para a segunda unidade. "Isso atrapalha todo o cronograma do município", diz o prefeito, que diz ter terminado seu primeiro ano de mandato sem conseguir um encontro com a presidente da empresa, Graça Foster.

Por enquanto, o que ele contabiliza são os impactos. Um bom exemplo é o que ocorre na saúde. Embora todos os trabalhadores tenham plano de saúde, o município não possui nenhum hospital de emergência privado. Há cerca de quatro meses, um acidente com um ônibus do Comperj levou de uma só vez 25 feridos para a única emergência da cidade, o hospital municipal. "Tudo isso onera o município", diz o prefeito.

O setor imobiliário foi o primeiro afetado. Os aluguéis mais que triplicaram e a arrecadação esperada com os edifícios residenciais e comerciais em construção ainda não se confirmou. Muitas das 1.800 unidades previstas acabaram atrasando também. A infraestrutura do município também sofre. Sua principal avenida encara um fluxo de mais de mil ônibus diariamente - todos em direção ao complexo petroquímico. Já o número de matrículas na rede pública cresceu 12,7% desde 2010, quando começaram as obras.

No setor produtivo, os impactos são bem menos claros. De acordo com o coordenador regional do Sebrae, Américo Diniz, os efeitos do Comperj para o município ainda estão muito concentrados nos segmentos de serviços. Houve crescimento no número de microempreendedores individuais, mas principalmente em atividades como cabeleireiros, consertos de roupas e pequenos prestadores de serviço.

O município também atraiu grandes redes de varejo, como Lojas Americanas, Magazine Luiza, Casa & Vídeo e Ricardo Eletro. O Sebrae não tem levantamento, porém, do impacto da chegada dessas empresas para o comércio local. "Tradicionalmente, isso afeta as empresas locais, que têm menos acesso a capital de giro, mas os dados ainda não estão disponíveis, porque existe uma diferença entre o momento em que a pequena empresa encerra suas atividades e aquele em que, efetivamente, dá baixa nos cadastros oficiais", afirma Diniz.

Para o economista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mauro Osório, o que se viu em Itaboraí até agora foi um crescimento muito baseado na construção civil. O emprego formal cresceu 223% entre 2000 e 2012, mas foi puxado pelas vagas na construção, que avançaram 194% no mesmo período.

Em 2012, o município tinha quase 40% de seus trabalhadores no setor, quando, em todo o Estado, a construção representa menos de 10%. Em 2013, no entanto, houve uma desaceleração no setor, sem que outros avançassem. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram avanço de apenas 2,9% no emprego em 2013, o mesmo índice do Estado do Rio, inferior ao do Sudeste, que cresceu 3,4%.

Para Osório, outro indicador de que o município tem se beneficiado pouco do projeto é a dificuldade de abertura de novos postos em outros segmentos da economia. Depois da construção, o setor que mais emprega é a indústria de fabricação de minerais não metálicos, com apenas 1.800 postos de trabalho, contra 14 mil na construção. "Tirando a construção, a densidade da economia ainda é muito baixa. Em São Caetano do Sul (SP), o emprego industrial ocupa 18% da População em Idade Ativa (PIA). Em Itaboraí, não chega a 2%", diz.

Para o prefeito, que assumiu o município com menos de 5% das ruas saneadas, com asfalto e água potável, ainda dá tempo de reverter a situação, mas os riscos são grandes. "Se não conseguirmos ordenar, vai afetar até a capital. Não queremos os mesmos bolsões de miséria de Macaé", diz.

No primeiro ano de mandato, Cardozo diz ter tentado reconstruir as pontes com o governo federal e com a Petrobras para tentar amenizar o impacto do atraso das obras. Para isso, apelou para a proximidade com o governador Sérgio Cabral. Os dois são do mesmo partido e, enquanto o PT fluminense não confirma sua saída da aliança estadual, da base aliada da presidente Dilma.

"Temos dificuldade na elaboração de projetos. Por isso, estamos pleiteando com a Petrobras o aporte de recursos para o desenvolvimento de uma área de estruturação de projetos. Eles ofereceram R$ 7 milhões em 36 meses e nós estamos pedindo em 24 meses", diz o prefeito.

Os recursos seriam direcionados ao consórcio de municípios impactados pelo Comperj, chamado Conleste, por meio de um convênio com a Agência de Desenvolvimento do Rio de Janeiro (ADRio). "Só para fazer estudo das pontes impactadas pela obra, gastamos cerca de R$ 3 milhões", conta. "Ainda dá para mitigar os impactos, mas o custo disso só saberemos com a definição dos projetos", completa o prefeito.

Questionada sobre o pedido, a Petrobras disse que "mantém constantemente um canal de comunicação com os municípios da região de influência do empreendimento visando análise de todas as solicitações", mas não informou se atenderá ao pedido.

O prefeito tem lançado mão dos canais políticos. Diz ser o segundo município fluminense a conseguir obter um maior número de emendas aprovadas no Orçamento da União, perdendo apenas para a capital.

Uma das principais lideranças da Associação de Produtores de Flores de Itaboraí, Thaís Araújo Bastos, da empresa A3Irmãos, vê no Comperj uma grande oportunidade para os pequenos produtores da região. A expectativa é que a Petrobras, responsável pelo empreendimento, busque no próprio município as mudas de árvores nativas que deverão ser plantadas para mitigar o impacto da obra. Até agora, porém, as diversas tentativas de aproximação com a empresa e seus fornecedores não tiveram sucesso.

"Não podemos fazer nada sem um acordo prévio com eles. As mudas têm um tamanho certo para serem plantadas. Se passar, perdemos toda a produção. Chegamos a conversar com um antigo fornecedor, eles mostraram interesse, mas nunca fizeram o contrato, e já não atendem mais a empresa", conta a empresária local, que nunca conseguiu se reunir diretamente com representantes da Petrobras, embora a empresa informe ter se comprometido em comprar 20% das mudas nos hortos existentes na área de influência do empreendimento.

Apesar dos indicadores ainda tímidos, o secretário de Trabalho e Renda de Itaboraí e diretor geral do Conleste, Alvaro Adolpho, acredita que não há mais espaço para atividades tradicionais do município, como a agricultura. Itaboraí hoje é o segundo maior produtor de flores do Estado e já foi um dos maiores produtores de laranja do país.

Ele reconhece que o número de empregos gerado pelo Comperj será pequeno. Mas acredita na conversão da cidade em um polo de serviços na região, principalmente na área de educação. O município conseguiu atrair uma unidade do Instituto Federal Fluminense e outra do Sistema S, ambos de ensino técnico, além de um campus da Universidade Federal Fluminense (UFF). "Precisamos de uma concepção de 'day after', pensar em outras cadeias produtivas. Queremos transformar Itaboraí em um polo de conhecimento", diz Adolpho.



Fonte: Valor Econômico
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar