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Petroquímica

Ipiranga sugere ficar no setor, mas analisará opções

05/05/2005 | 00h00

O grupo Ipiranga divulgou, nesta quarta-feira (04/05), nota em que reafirma o desejo de manter sua fatia na petroquímica, mas salienta que analisará qualquer opção aberta no setor.
Na nota, o grupo disse que "reafirma sua intenção de manter a importância de sua participação no setor petroquímico brasileiro." O grupo lembra que, por meio da Ipiranga Petroquímica (IPQ), fabricante de resinas termoplástica, possui 29,5% do controle acionário da Copesul, a central de matérias-primas do Sul, juntamente com a Braskem, que detém outros 29,5%.
"Em função dessa significativa participação, as empresas Petróleo Ipiranga esclarecem que toda e qualquer movimentação com ações da Copesul que, porventura, venha a ser pretendida pelas partes envolvidas, será criteriosamente analisada, visando a preservação do exercício de seus direitos", diz a nota. "Da mesma forma, serão analisados todos os caminhos que poderão se abrir com os acordos/entendimentos, que venham a ser firmados pelos participantes do mercado petroquímico brasileiro."
A manifestação do grupo Ipiranga surge depois do acordo fechado pela Braskem com a Petrobras, na sexta-feira, para elevar a fatia da estatal na empresa controlada pelo grupo Odebrecht. Pelo acordo, os ativos da Petrobras, que inclui os 15,6% detidos pela estatal na Copesul, podem ser oferecidos em troca da fatia de até 30% do capital votante da Braskem. O grupo Ipiranga tem direito de preferência da compra de metade dos 15,6%, mas teria de fazer um desembolso estimado entre R$ 300 milhões e R$ 500 milhões.



Fonte: Valor Econômico
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