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Balanço

Ipiranga lucra R$ 328,1 milhões no 1º semestre de 2005

04/08/2005 | 00h00

As Empresas Petróleo Ipiranga alcançaram no 1º semestre de 2005 uma Receita Bruta de R$ 13,3 bilhões, 23,5% superior que a registrada no 1º semestre do ano passado. O Lucro Líquido de R$ 328,1 milhões foi superior em 182,1% e o EBITDA de janeiro a junho de 2005 atingiu R$ 553,5 milhões. No 2º trimestre de 2005, o Grupo obteve um Lucro Líquido de R$ 193,6 milhões, 431,9% maior que no mesmo período do ano anterior e uma Receita Bruta de R$ 6,8 bilhões.
Na atividade de distribuição de derivados de petróleo, o volume de vendas totais cresceu 4,5% em comparação ao 1º semestre de 2004. A Ipiranga registrou ganho de market share no mercado brasileiro de 0,6% (fonte ANP/jan a mai – 2004 x 2005), passando de 18,9% para 19,5%. Atualmente com 4.210 postos de serviços, 906 franquias (481 lojas am/pm e 425 lojas Jet Oil) e 146 postos de Gás Natural Veicular (fonte ANP/maio 2005), a Ipiranga é a maior rede privada de distribuição de combustíveis do Brasil.
Na atividade petroquímica, além dos expressivos resultados econômicos, neste 1º semestre, a Companhia também reduziu endividamento em 22,5% e antecipou o cronograma de quitação dos compromissos assumidos em 2003 com os bancos estrangeiros (IFC, KfW e DEG).
Os preços crescentes e instáveis do petróleo no mercado internacional elevaram a defasagem dos preços dos combustíveis no país, provocando rígido controle das operações na atividade de refino, que reduziu o patamar de perdas sobre o mesmo período anterior. 

A CBPI cresceu 170,6% no semestre - A Ipiranga Petróleo (CBPI), no 1º semestre de 2005, contabilizou uma Receita Bruta de R$ 9,2 bilhões, 26,5% superior ao mesmo período do ano anterior. O Lucro Líquido foi de R$ 188,6 milhões, com crescimento de 170,8%. O EBITDA de janeiro a junho de 2005 foi de R$ 151,5 milhões.
A Ipiranga Petróleo obteve aumento de 0,8% de market share no mercado ANP (jan a mai -2004 x 2005) e crescimento de 6,8% nas vendas de combustível (gasolina + álcool + diesel), fonte ANP. As vendas de álcool, especialmente, aumentaram 16,2%, como reflexo da redução do comércio irregular de combustíveis, principalmente no mercado do Estado de São Paulo.

A DPPI cresceu  56,5% no semestre - A Ipiranga Distribuidora (DPPI) obteve Receita Bruta de R$ 1,6 bilhões no 1º semestre de 2005, 13,4% a mais que 2004 e um lucro líquido de R$ 80,1 milhões no semestre, superior em 56,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Quanto ao EBITDA, a geração do 1º semestre alcançou R$ 43,0 milhões.
As vendas de gasolina e álcool da Ipiranga Distribuidora, no 1º semestre de 2005, aumentaram 1,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. O crescimento das vendas de álcool ocorreu em função da maior produção e vendas de veículos flex-fuel.
Os volumes comercializados de gasolina no 2º trimestre apresentaram uma redução de 3,4% comparados ao mesmo período de 2004 em decorrência do aumento de ICMS do Estado do RS de 25% para 29% a partir de 1º de abril de 2005 e a redução de 10,9% no diesel se deve a estiagem enfrentada pelo estado do RS durante os primeiros meses de 2005.
O GNV vem se consolidando no mercado do RS e a Companhia registrou aumento de 19,3% em relação ao 1º semestre de 2004. Em relação ao market share, a empresa se mantém na liderança no Rio Grande do Sul, com participação de 35,1% (fonte ANP/maio 2005).

 
A IPQ apresentam lucro líquido 334,1% maior no semestre - De janeiro a junho de 2005 a Ipiranga Petroquímica (IPQ) contabilizou Receita Bruta de R$ 1,2 bilhão e Lucro Líquido de R$ 227,9 milhões, 334,1% maior que o mesmo período do ano anterior. O EBITDA Consolidado foi de R$ 332,0 milhões, superior em 13,9% comparado ao mesmo período de 2004, proveniente de sua participação na Copesul. A empresa é a maior produtora de polietileno de alta densidade (PEAD) da América Latina, com capacidade de produção de 700 mil toneladas de resinas termoplásticas por ano.
No período, a IPQ conseguiu reduzir seu endividamento em 22,5%, que passou de US$ 262 milhões (31 de dezembro de 2004) para US$ 203 milhões (30 de junho de 2005).
A Companhia apresentou inversão no Resultado Financeiro Líquido. Em 30 de junho de 2004, a Despesa Líquida somava R$ 161 milhões, que se transformou em Receita Líquida de R$ 3,8 milhões em 30 de junho de 2005.
O Resultado de Equivalência Patrimonial cresceu 117,2%: passou de R$ 86,3 milhões (30 de junho de 2004) para R$ 115,5 milhões (30 de junho de 2005). A significativa elevação se deve basicamente à participação da Companhia na Copesul.
Por iniciativa da Companhia, foi antecipado o pagamento de todo o seu endividamento com o International Finance Corporation (IFC), Kreditanstalt für Wiederaufbau (KfW), Deutsche Entwiclungsgesellschaft (DEG) e bancos estrangeiros participantes do chamado “B Loan”, no valor aproximado de US$ 136 milhões. Para efetuar esta operação, a Companhia utilizou US$ 56 milhões de recursos próprios e mais novos recursos obtidos junto ao mercado financeiro nacional.

 
Ipiranga refinaria obeteve lucro líquido de R$ 126,2 milhões no semestre - A Ipiranga Refinaria, em operação desde 1937 na cidade do Rio Grande (RS), deu origem as Empresas Petróleo Ipiranga.
Com o agravamento do cenário interno de preços relativamente as cotações do petróleo, adotou medidas, neste período, objetivando minimizar as perdas, entre elas a interrupção da produção por cerca de 60 dias.
Por essa razão, no 1º semestre de 2005, obteve Receita Bruta de R$ 318,7 milhões, inferior em R$ 193 milhões, comparada ao mesmo período de 2004, enquanto o EBITDA, embora ainda negativo em R$ 4,7 milhões mostra uma evolução em R$ 12,2 milhões.
Já o Lucro Líquido, refletindo os resultados oriundos das participações nas atividades de química, petroquímica e distribuição de combustíveis, alcançou R$ 126,2 milhões, sendo superior em 468,5% em relação ao 1º semestre de 2004.
A manutenção das dificuldades no equilíbrio de preços produto x petróleo, continuam prejudicando o desempenho da Ipiranga Refinaria, que interrompeu suas atividades durante cerca de 60 dias no primeiro trimestre de 2005. Os preços crescentes e instáveis do petróleo no mercado internacional, que alcançaram a patamares superiores a US$ 60 por barril, mantiveram o volume de vendas abaixo do esperado, registrando redução de 48,94%.



Fonte: Redação
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