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Cenários

Ipea: indústria mostra sinais de melhora

23/09/2016 | 10h26

O ciclo recessivo que afeta a economia brasileira desde o segundo trimestre de 2014 parece estar chegando ao fim. É o que indica a seção Atividade Econômica da Carta de Conjuntura do Ipea, lançada nesta sexta-feira (23), às 9h, disponível também no Blog da Carta de Conjuntura.

“A recuperação deverá ser gradual e se relaciona à dinâmica do mercado de trabalho”, avalia Leonardo Melo de Carvalho, que assina a pesquisa. Ele está disponível para entrevistas solicitadas pelo e-mail marina.nery@ipea.gov.br, por telefone, ou presencialmente, no Rio de Janeiro.

A partir dos dados de um amplo conjunto de indicadores de diferentes fontes, o trabalho faz uma análise completa sobre o nível de atividade econômica e avalia um possível início de recuperação da economia brasileira.

O avanço de 0,3% do setor industrial no segundo trimestre, segundo dados da Contas Nacionais do IBGE, interrompeu uma sequência de cinco quedas consecutivas e reflete a melhora no cenário da indústria ao longo de 2016. O bom desempenho da produção ao longo dos sete primeiros meses deste ano, a evolução do ajuste de estoques e um modesto processo de substituição de importações têm provocado uma melhora.

O estudo traz indicadores que mostram os investimentos com cenário mais otimista, o que torna provável que a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que representa a soma dos investimentos públicos e privados no país, volte a ser um fator de liderança no crescimento da atividade econômica. Afinal, embora a queda de 3,8% do PIB ante o segundo trimestre de 2015 tenha sido a nona consecutiva, representou sensível melhora. Segundo o documento, a recuperação vai se ampliar se melhorarem os níveis de confiança, sendo que o das famílias, nos oitos primeiros meses do ano, acumulou um ganho de 22,2%.

A queda da atividade do setor de serviços e do consumo está se desacelerando gradualmente. Já o consumo do governo se mantém como o componente da absorção doméstica que menos acumulou perdas ao longo da recessão, com queda de 2,2% no período.



Fonte: Redação/Assessoria
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