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BNDES

Investimento em renováveis poderá aumentar cerca de 30%

29/05/2007 | 00h00

A previsão de investimentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no setor de energias renováveis para 2007 poderá chegar a R$ 4,9 bilhões. Deste total, R$ 3,5 bilhões seriam aplicados em projetos de Etanol e Biodiesel e R$ 1,4 bilhão em projetos de cogeração de biomassa, PCHs e energia eólica.

A informação foi divulgada pela gerente do Departamento de Gás, Petróleo e Fontes Alternativas de Energia do BNDES, Cláudia Prates, durante o seminário sobre energias renováveis realizada na Câmara de Comércio Brasil-Alemanha, no Rio de Janeiro, e promovido pelo escritório Veirano Advogados.

Em relação ao ano passado, a perspectiva de investimento em etanol e biodiesel para 2007 representa um crescimento de quase 50%, uma vez que os desembolsos em 2006 chegaram ao montante de R$ 2 bilhões. Para biomassa, PCH e energia eólica, a perspectiva é de que o valor do desembolso do banco se mantenha. No ano passado já foram aplicados pouco mais de R$ 1,4 bilhão, sendo 54% em PCH, 27% em energia eólica e 19% em cogeração a biomassa.

Segundo Cláudia Prates, o setor de energias renováveis é uma das prioridades do banco e está atralado aos objetivos governamentais de reduzir os riscos de desabastecimento, contribuir para o desenvolovimento sustentável, diversificar a matriz energética e diminuir a dependência de combustíveis fósseis. Neste sentido o BNDES abriu uma linha de financiamento para pesquisas e inovação tecnológica na área com remuneração abaixo da taxa mínima estipulada pelo banco.

Atualmente a carteira do BNDES para projetos de energias renováveis é composta por 66 PCH, cujo investimento total é de R$ 6,1 bi e o financiamento é de R$ 4,3 bi; quatro usinas eólicas, com R$ 1 bi de investimento e R$ 723 milhões de financiamento; 65 usinas de etanol (R$ 14,2 bi de investimento e R$ 8,4 bi de financiamento) e nove ativos de biodiesel (R$ 535 milhões de financiamento e R$ 454 milhões de financiamento).

A executiva informa que a expectativa é de que estes investimentos venham a crescer, uma vez que há um direcionamento para novos projetos renováveis. O PAC contempla a construção de 77 usinas de etanol e biomassa até 2010, 48 projetos de parques eólicos e 52 PCH.

Cláudia Prates admite que o desenvolvimento dos parques eólicos é o mais atrasado, mas explica que o motivo é a existência de um único fabricante nacional. "Não podemos financiar importação no caso de haver fabricante nacional, mas este único fabricante não está dando conta da demanda. É importante atrair outro fabricante para o Brasil, mas para isso é preciso garantir a ele que haverá continuidade", resume.



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