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Energia

Interventores da Aneel podem sair do Rede em breve

21/01/2014 | 09h50

 

O grupo de origem mineira Energisa poderá assumir o controle das oito distribuidoras do Grupo Rede, que pertencia ao empresário paulista Jorge Queiroz, a partir da próxima semana, após uma série de idas e vindas. Ontem, o diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) José Jurhosa Junior foi sorteado como relator do processo de transferência do controle das empresas, que estão sendo administradas por interventores nomeados pelo órgão regulador desde agosto de 2012.
Com a definição do relator, a transferência das empresas para a Energisa pode entrar a qualquer momento na pauta de reuniões da Aneel. Como há um interesse de que a situação das distribuidoras seja definida rapidamente, a expectativa é que a Aneel tome uma decisão já na reunião da próxima terça-feira. O próprio Jurhosa está familiarizado com o caso. Ele foi o relator do processo que analisou o plano de recuperação e correção de falhas das distribuidoras apresentado pela Energisa e aprovado pela Aneel em dezembro.
Segundo uma fonte a par do assunto, a expectativa é que, ao ser aprovada a transferência, a Aneel determine como será feito o procedimento em cada uma das companhias. As oito empresas atendem os Estados de Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, e também atuam no interior de São Paulo, Paraná e Minas Gerais.
A saída dos interventores da Aneel é um dos últimos obstáculos para a aquisição do Rede pela Energisa. Mas a transferência do controle emperrou no Tribunal de Justiça, já que alguns credores recorreram à segunda instância contra a homologação da recuperação judicial, que foi feita pelo juiz da 2ª Vara de Falências de São Paulo no ano passado. "A melhor situação seria o Tribunal de Justiça decidir o mais rapidamente possível", diz uma fonte.
A operação já foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e a expectativa é que o processo da Aneel transcorra normalmente. Na última semana, o Rede também entrou com um pedido de recuperação judicial na Justiça americana. Mas, segundo uma fonte ouvida pelo Valor, a ação faz parte dos trâmites burocráticos e já estava prevista.
O plano de recuperação do Rede prevê o pagamento de R$ 1,9 bilhão a credores e o investimento de R$ 1,1 bilhão. O plano também inclui aumentos de capital nas distribuidoras.

O grupo de origem mineira Energisa poderá assumir o controle das oito distribuidoras do Grupo Rede, que pertencia ao empresário paulista Jorge Queiroz, a partir da próxima semana, após uma série de idas e vindas. Ontem, o diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) José Jurhosa Junior foi sorteado como relator do processo de transferência do controle das empresas, que estão sendo administradas por interventores nomeados pelo órgão regulador desde agosto de 2012.

Com a definição do relator, a transferência das empresas para a Energisa pode entrar a qualquer momento na pauta de reuniões da Aneel. Como há um interesse de que a situação das distribuidoras seja definida rapidamente, a expectativa é que a Aneel tome uma decisão já na reunião da próxima terça-feira. O próprio Jurhosa está familiarizado com o caso. Ele foi o relator do processo que analisou o plano de recuperação e correção de falhas das distribuidoras apresentado pela Energisa e aprovado pela Aneel em dezembro.

Segundo uma fonte a par do assunto, a expectativa é que, ao ser aprovada a transferência, a Aneel determine como será feito o procedimento em cada uma das companhias. As oito empresas atendem os Estados de Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, e também atuam no interior de São Paulo, Paraná e Minas Gerais.

A saída dos interventores da Aneel é um dos últimos obstáculos para a aquisição do Rede pela Energisa. Mas a transferência do controle emperrou no Tribunal de Justiça, já que alguns credores recorreram à segunda instância contra a homologação da recuperação judicial, que foi feita pelo juiz da 2ª Vara de Falências de São Paulo no ano passado. "A melhor situação seria o Tribunal de Justiça decidir o mais rapidamente possível", diz uma fonte.

A operação já foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e a expectativa é que o processo da Aneel transcorra normalmente. Na última semana, o Rede também entrou com um pedido de recuperação judicial na Justiça americana. Mas, segundo uma fonte ouvida pelo Valor, a ação faz parte dos trâmites burocráticos e já estava prevista.

O plano de recuperação do Rede prevê o pagamento de R$ 1,9 bilhão a credores e o investimento de R$ 1,1 bilhão. O plano também inclui aumentos de capital nas distribuidoras.



Fonte: Valor Econômico
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