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Mercado

Integração melhora chances dos fornecedores do setor do petróleo

26/06/2013 | 15h45

 

A união faz a força é um ditado antigo, mas ainda válido. Quem percebeu isso foram as pequenas e micro empresas gaúchas fornecedoras para a cadeia do petróleo e segmentos similares, como indústria naval e energia. Essas companhias notaram que a integração é uma forma delas capacitarem-se para atender a encomendas de grandes players como a Petrobras.
Alguns dos empreendedores que têm esse pensamento participaram ontem do 17º Encontro Empresarial do Projeto Adensamento da Cadeia Produtiva do Petróleo, Gás e Energia da Região Metropolitana de Porto Alegre. O evento mensal é voltado para os empresários que fazem parte do projeto desenvolvido pelo Sebrae/RS em parceria com a Petrobras e demais empresas vinculadas aos parceiros RS Óleo & Gás e Rede Petro/RS.
A gestora do projeto da Região Metropolitana de Porto Alegre do convênio Petrobras/Sebrae/RS, Ana Carolina Borges, explica que o objetivo é apoiar as micro e pequenas empresas que são fornecedoras da cadeia do óleo e gás ou que tenham potencial para ser. Os núcleos abrangidos pelo convênio encontram-se em Porto Alegre, Rio Grande e Caxias do Sul. Na Região Metropolitana da Capital, a iniciativa envolve 135 empresas, mais 60 em Rio Grande e outras 60 em Caxias do Sul. Uma questão que tem sido reforçada para essas companhias atualmente é a tendência de complementariedade no setor, o fomento de negócios entre elas.
"As empresas, conhecendo-se como grupo, conseguem saber onde encontrar parceiros para ampliar o número de famílias de fornecimento para essa cadeia", enfatiza Ana Carolina. Ela acrescenta que a meta é estimular essa complementaridade, para que as companhias possam conquistar contratos maiores. A gestora adverte que, dificilmente, a pequena empresa venderá diretamente para a Petrobras, a menos que seja um item específico. Normalmente, a comercialização acontece com empresas intermediárias. Além disso, a Petrobras compra através de um cadastro de fornecedores. Outra intenção do Sebrae/RS é aumentar a inserção de micro e pequenas empresas gaúchas nesse cadastro.
Ana Carolina informa que hoje (26) pela manhã, no Hotel InterCity, em Caxias do Sul, será realizada uma rodada de integração para empresas das três regiões (Metropolitana, Sul e Serra) se conhecerem e, no dia 10 de julho, no Hotel Continental, em Porto Alegre, será feito outro evento semelhante. A gestora destaca que a demanda do segmento de petróleo em Rio Grande continua interessante e as empresas buscam parcerias para alugarem espaços físicos na cidade e atender a esse mercado que ainda tem carência de fornecimento. Ela cita a HP Parafusos e a Capaz Inserções como companhias que estão adotando essa medida.
Oportunidades aparecem além da Petrobras
Somente a Petrobras gera uma gigantesca demanda no setor da indústria de petróleo e naval. A gestora do projeto da Região Metropolitana de Porto Alegre do convênio Petrobras/Sebrae/RS, Ana Carolina Borges, lembra que o Rio Grande do Sul, no ano passado, não representava nem 3% das contratações da estatal em bens e serviços. Ou seja, há muito espaço para crescer, inclusive fora do âmbito dessa companhia. Um exemplo disso é a Tecnodrill, de Novo Hamburgo, uma empresa de tecnologia especializada no ramo de fabricação de máquinas e equipamentos especiais.
O grupo gaúcho fechou no ano passado acordo com a Odebrecht e a Marinha (cliente final), que estão implantando em Itaguaí, no Rio de Janeiro, um estaleiro para a fabricação de cinco submarinos, sendo que um deles será movido por energia nuclear. O diretor industrial da Tecnodrill, Edson Pereira, detalha que a primeira fase do projeto compreende a implantação da Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas, que trabalhará o casco do submarino. A empresa de Novo Hamburgo acertou o fornecimento de diversos equipamentos para essa unidade, como tanques para limpeza de tubulações do interior do submarino, pano de chapa (revestimento do piso onde será montado o submarino), totalizando cerca de 700 toneladas de chapas beneficiadas, sistema de exaustão de gases, entre outros itens.
O executivo diz que a Tecnodrill já está cotada para fornecer para o estaleiro, que é a segunda etapa do projeto, assim como para outros complexos.

A união faz a força é um ditado antigo, mas ainda válido. Quem percebeu isso foram as pequenas e micro empresas gaúchas fornecedoras para a cadeia do petróleo e segmentos similares, como indústria naval e energia. Essas companhias notaram que a integração é uma forma delas capacitarem-se para atender a encomendas de grandes players como a Petrobras.


Alguns dos empreendedores que têm esse pensamento participaram ontem do 17º Encontro Empresarial do Projeto Adensamento da Cadeia Produtiva do Petróleo, Gás e Energia da Região Metropolitana de Porto Alegre. O evento mensal é voltado para os empresários que fazem parte do projeto desenvolvido pelo Sebrae/RS em parceria com a Petrobras e demais empresas vinculadas aos parceiros RS Óleo & Gás e Rede Petro/RS.


A gestora do projeto da Região Metropolitana de Porto Alegre do convênio Petrobras/Sebrae/RS, Ana Carolina Borges, explica que o objetivo é apoiar as micro e pequenas empresas que são fornecedoras da cadeia do óleo e gás ou que tenham potencial para ser. Os núcleos abrangidos pelo convênio encontram-se em Porto Alegre, Rio Grande e Caxias do Sul. Na Região Metropolitana da Capital, a iniciativa envolve 135 empresas, mais 60 em Rio Grande e outras 60 em Caxias do Sul. Uma questão que tem sido reforçada para essas companhias atualmente é a tendência de complementariedade no setor, o fomento de negócios entre elas.


"As empresas, conhecendo-se como grupo, conseguem saber onde encontrar parceiros para ampliar o número de famílias de fornecimento para essa cadeia", enfatiza Ana Carolina. Ela acrescenta que a meta é estimular essa complementaridade, para que as companhias possam conquistar contratos maiores. A gestora adverte que, dificilmente, a pequena empresa venderá diretamente para a Petrobras, a menos que seja um item específico. Normalmente, a comercialização acontece com empresas intermediárias. Além disso, a Petrobras compra através de um cadastro de fornecedores. Outra intenção do Sebrae/RS é aumentar a inserção de micro e pequenas empresas gaúchas nesse cadastro.


Ana Carolina informa que hoje (26) pela manhã, no Hotel InterCity, em Caxias do Sul, será realizada uma rodada de integração para empresas das três regiões (Metropolitana, Sul e Serra) se conhecerem e, no dia 10 de julho, no Hotel Continental, em Porto Alegre, será feito outro evento semelhante. A gestora destaca que a demanda do segmento de petróleo em Rio Grande continua interessante e as empresas buscam parcerias para alugarem espaços físicos na cidade e atender a esse mercado que ainda tem carência de fornecimento. Ela cita a HP Parafusos e a Capaz Inserções como companhias que estão adotando essa medida.



Oportunidades aparecem além da Petrobras


Somente a Petrobras gera uma gigantesca demanda no setor da indústria de petróleo e naval. A gestora do projeto da Região Metropolitana de Porto Alegre do convênio Petrobras/Sebrae/RS, Ana Carolina Borges, lembra que o Rio Grande do Sul, no ano passado, não representava nem 3% das contratações da estatal em bens e serviços. Ou seja, há muito espaço para crescer, inclusive fora do âmbito dessa companhia. Um exemplo disso é a Tecnodrill, de Novo Hamburgo, uma empresa de tecnologia especializada no ramo de fabricação de máquinas e equipamentos especiais.


O grupo gaúcho fechou no ano passado acordo com a Odebrecht e a Marinha (cliente final), que estão implantando em Itaguaí, no Rio de Janeiro, um estaleiro para a fabricação de cinco submarinos, sendo que um deles será movido por energia nuclear. O diretor industrial da Tecnodrill, Edson Pereira, detalha que a primeira fase do projeto compreende a implantação da Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas, que trabalhará o casco do submarino. A empresa de Novo Hamburgo acertou o fornecimento de diversos equipamentos para essa unidade, como tanques para limpeza de tubulações do interior do submarino, pano de chapa (revestimento do piso onde será montado o submarino), totalizando cerca de 700 toneladas de chapas beneficiadas, sistema de exaustão de gases, entre outros itens.


O executivo diz que a Tecnodrill já está cotada para fornecer para o estaleiro, que é a segunda etapa do projeto, assim como para outros complexos.

 



Fonte: Jornal do Commercio
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