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Economia

Inflação na capital paulista fecha agosto com alta de 0,22%

04/09/2013 | 10h09

 

A inflação na capital paulista, medida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), fechou agosto com alta de 0,22%. A variação, no entanto, é levemente inferior à registrada na terceira prévia do mês, quando o índice geral ficou em 0,23%. Em relação ao fechamento de julho, quando o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou deflação (-0,13%), houve avanço de 0,35 ponto percentual.
A maior taxa foi constatada em saúde, com variação de 0,83%. Na apuração anterior, o item havia registrado alta de 0,80%. Os contratos de assistência médica tiveram maior percentual neste mês, com taxa de 1,38%, em seguida estão os aparelhos corretivos e medidores (1,31%). As despesas com remédios (0,11%) e serviços médicos (0,47%) pressionaram para baixo a inflação da saúde.
Despesas pessoais (0,63%) também apresentaram variação positiva em agosto. A taxa é praticamente a mesma constatada na terceira prévia do mês, quando a inflação do item ficou em 0,64%. As despesas com recreação e cultura foram o destaque desse grupo, com alta de 2,17%. Estão incluídas nesse subitem os preços, por exemplo, de passagens aéreas (7,22%), parque de diversão (3,93%) e cinema (2,02%).
Os demais itens que apresentaram variação positiva foram habitação (0,44%) e educação (0,09%). Os dois tiverem taxas superiores às registradas na apuração anterior, quando foram constatados índices de 0,31% e 0,06%, respectivamente. Alimentação (-0,02%), transportes (-0,11%) e vestuário (-0,60%), por sua vez, registraram deflação no fechamento de agosto.

A inflação na capital paulista, medida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), fechou agosto com alta de 0,22%. A variação, no entanto, é levemente inferior à registrada na terceira prévia do mês, quando o índice geral ficou em 0,23%. Em relação ao fechamento de julho, quando o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou deflação (-0,13%), houve avanço de 0,35 ponto percentual.


A maior taxa foi constatada em saúde, com variação de 0,83%. Na apuração anterior, o item havia registrado alta de 0,80%. Os contratos de assistência médica tiveram maior percentual neste mês, com taxa de 1,38%, em seguida estão os aparelhos corretivos e medidores (1,31%). As despesas com remédios (0,11%) e serviços médicos (0,47%) pressionaram para baixo a inflação da saúde.


Despesas pessoais (0,63%) também apresentaram variação positiva em agosto. A taxa é praticamente a mesma constatada na terceira prévia do mês, quando a inflação do item ficou em 0,64%. As despesas com recreação e cultura foram o destaque desse grupo, com alta de 2,17%. Estão incluídas nesse subitem os preços, por exemplo, de passagens aéreas (7,22%), parque de diversão (3,93%) e cinema (2,02%).


Os demais itens que apresentaram variação positiva foram habitação (0,44%) e educação (0,09%). Os dois tiverem taxas superiores às registradas na apuração anterior, quando foram constatados índices de 0,31% e 0,06%, respectivamente. Alimentação (-0,02%), transportes (-0,11%) e vestuário (-0,60%), por sua vez, registraram deflação no fechamento de agosto.

 



Fonte: Agência Brasil
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