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Economia

Inflação medida pelo IPC-S é a menor desde a segunda prévia de agosto

24/10/2011 | 09h50
Inflação medida pelo IPC-S é a menor desde a segunda prévia de agosto
Inflação medida pelo IPC-S é a menor desde a segunda ... Inflação medida pelo IPC-S é a menor desde a segunda ...
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), atingiu 0,31% na terceira prévia de outubro. Essa taxa é 0,08 ponto percentual inferior à do último levantamento (0,39%) e é a menor desde a segunda prévia de agosto, quando o índice ficou em 0,17%.

Dos sete grupos pesquisados, alimentação foi o mais contribuiu para o resultado, com alta de apenas 0,03% ante 0,17%. Os principais decréscimos foram constatados nos seguintes itens: panificados e biscoitos (de 0,77% para 0,21%); adoçantes (de 2,05% para 0,60%) e laticínios (de 1,44% para 0,98%).

No grupo transportes, houve deflação (-0,02%) ante 0,13%, com a queda do preço da gasolina (-0,19%). Em habitação, a variação atingiu 0,64% ante 0,70%, sob o efeito da taxa de água e esgoto residencial (de 2,71% para 1,95%). No grupo despesas pessoais, o IPC-S ficou em 0,26% ante 0,35%, com destaque para a ração animal (de 2,82% para 2,22%).

Em saúde e cuidados pessoais, a taxa passou de 0,44% para 0,41%. O principal segmento que influenciou esse resultado foi serviços de cuidados pessoais (de 0,74% para 0,38%). No grupo vestuário, ocorreu leve decréscimo e a taxa ficou em 0,81% ante 0,82%. Neste caso, entre os artigos cujos preços subiram com menor intensidade estão os calçados (de 0,87% para 0,42%).

Em sentido oposto, o grupo educação, leitura e recreação apresentou um avanço de 0,27% ante 0,14%. Os ingressos de shows musicais continuaram em queda (-1%), mas em ritmo menos acentuado do que na última pesquisa (-1,96%).

Os cinco itens que mais pressionaram a inflação foram: taxa de água e esgoto residencial (de 2,71% para 1,95%), condomínio residencial (de 1,31% para 1,49%), gás de cozinha (de 1,88% para 1,92%), plano e seguro-saúde (de 0,62% para 0,62%) e aluguel residencial (de 0,40% para 0,36%).


Fonte: Agência Brasil
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