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Decisão

Inea multa Petrobras em R$ 2 milhões por emissão de poluentes

13/05/2014 | 16h41

 

O Conselho Diretor do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) ratificou na tarde de segunda-feira (12) a multa de R$ 2 milhões imposta por meio de auto de infração à Refinaria de Duque de Caxias (Reduc) pela emissão de gases tóxicos na atmosfera, no último dia 30 de abril. O problema ocorreu durante uma pane elétrica que paralisou a produção da Reduc.
A pane elétrica na refinaria acarretou na parada de todas as unidades de produção e na redução da geração de vapor d´água. Todos os combustíveis presentes nos equipamentos, no momento da parada das unidades, foram encaminhados, por medida de segurança, para queima nas tochas, de forma de evitar o lançamento para a atmosfera. Entretanto, devido à insuficiência da quantidade de vapor, a queima foi incompleta, gerando emissões do principal indicador deste processo, que é o gás monóxido de carbono.
As condições atmosféricas verificadas no último dia 30 favoreceram a manutenção da pluma de poluentes suspensa a 300 metros de altitude, até a sua completa dispersão, sem que qualquer impacto significativo fosse registrado na superfície, monitorada continuamente pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) por meio de sua rede de estações de qualidade do ar.
O órgão ambiental destaca que nenhum padrão de qualidade do ar, estabelecido na legislação ambiental vigente (Resolução Conama Nº 03/1990), foi ultrapassado, demonstrando que as concentrações registradas, especialmente de monóxido de carbono, não foram capazes de gerar impacto ao meio ambiente ou na saúde da população do entorno da refinaria.

O Conselho Diretor do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) ratificou na tarde de segunda-feira (12) a multa de R$ 2 milhões imposta por meio de auto de infração à Refinaria de Duque de Caxias (Reduc) pela emissão de gases tóxicos na atmosfera, no último dia 30 de abril. O problema ocorreu durante uma pane elétrica que paralisou a produção da Reduc.

A pane elétrica na refinaria acarretou na parada de todas as unidades de produção e na redução da geração de vapor d´água. Todos os combustíveis presentes nos equipamentos, no momento da parada das unidades, foram encaminhados, por medida de segurança, para queima nas tochas, de forma de evitar o lançamento para a atmosfera. Entretanto, devido à insuficiência da quantidade de vapor, a queima foi incompleta, gerando emissões do principal indicador deste processo, que é o gás monóxido de carbono.

As condições atmosféricas verificadas no último dia 30 favoreceram a manutenção da pluma de poluentes suspensa a 300 metros de altitude, até a sua completa dispersão, sem que qualquer impacto significativo fosse registrado na superfície, monitorada continuamente pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) por meio de sua rede de estações de qualidade do ar.

O órgão ambiental destaca que nenhum padrão de qualidade do ar, estabelecido na legislação ambiental vigente (Resolução Conama Nº 03/1990), foi ultrapassado, demonstrando que as concentrações registradas, especialmente de monóxido de carbono, não foram capazes de gerar impacto ao meio ambiente ou na saúde da população do entorno da refinaria.



Fonte: Ascom Sedeis
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