acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Rio de Janeiro

Indústrias fluminenses comemoram aumento de 63% de produtividade

01/08/2017 | 17h20

A crise que assola a economia brasileira foi o empurrão que faltava para as indústrias buscarem ajuda a fim de melhorar seu processo produtivo, fortalecendo desse modo sua participação e competitividade no mercado. Em um ano de implantação do Programa Brasil Mais Produtivo, cerca de mil empresas de todo o país passaram por reciclagem em sua linha de produção, alcançando melhorias de no mínimo 20%. No Estado do Rio de Janeiro, foram mais de 80 empresas visitadas por 14 consultores do SENAI CETIQT e os resultados foram, em média, três vezes melhores que este índice.

“As empresas que buscam esse programa não estão com problemas de venda, mas sim falhas no chão de fábrica. As estratégias usadas visam mapear os erros ou os pontos a serem aprimorados, desde a linha de montagem até o produto final; problemas comuns que às vezes passam despercebidos, como a ordem de montagem, por exemplo. Falhas desse tipo podem fazer com que se produza menos e em um tempo maior, o que é exatamente o contrário das propostas para a indústria contemporânea”, afirma Fabian Diniz, gerente de tecnologia do SENAI CETIQT, braço operacional do programa no Rio de Janeiro.

Em todo o Estado do Rio, indústrias dos setores de alimentos e bebidas, metalmecânica, moveleiro, vestuário e calçados contaram com a consultoria de especialistas em produção, que em 120 horas – divididas em nove visitas semanais – buscaram identificar erros no processo produtivo. A partir daí foram sugeridas ações rápidas, eficientes e de baixo custo para que a produção tomasse um novo ritmo. A produtividade aumentou em média 63%.

“Antes de implantarmos o programa, nós tínhamos muitos processos sendo feitos mais de uma vez. Inicialmente focamos em nosso setor produtivo. Os demais setores da empresa já estavam, de alguma forma, alinhados e otimizados. Ao aplicarmos o programa percebemos que, ao reprogramarmos o processo produtivo tivemos um ganho de mais de 50% logo de imediato”, conta José Fábio, sócio administrador da empresa JSRT Confecções, que fabrica uniformes no bairro de Rocha Miranda, subúrbio do Rio de Janeiro.

O empresário Américo Luchessi é outro que resolveu buscar ajuda para a sua empresa, também de uniformes, a Luchessi Confecções, sediada em Guadalupe, também no subúrbio carioca. “Nós não tínhamos a mínima ideia de administração; era muito trabalho, mas tudo muito bagunçado, fora de ordem. Quando ficamos sabendo do programa e do Senai, foi a nossa salvação. Passamos a ser vistos de maneira diferente e, em três meses, a empresa se modificou”, ressalta.

O concorrente José Fabio conclui: “Recomendo o programa para empresas de qualquer porte, mas principalmente para as pequenas, que precisam muito dessas orientações. Sem dúvida elas terão resultados bem expressivos e ficarão mais fortes para enfrentar os desafios do mercado”.

O Programa Brasil Mais Competitivo é desenvolvido em todo o país por meio de parcerias com diversas instituições. O custo dessa consultoria, de R$18 mil, é pequeno para os empresários, que desembolsam R$ 3 mil. O Governo Federal faz o aporte da diferença: R$ 15 mil. Os investimentos em 2017 chegam a R$ 50 milhões, injetados pelo Ministério da Indústria, Comércio e Serviços, graças à parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o BNDES e o Sebrae. O programa Brasil Mais Produtivo (B+P), que visa impulsionar o crescimento das empresas por meio da maior produtividade, conta com a operacionalização do Senai, da ApexBrasil e da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

 

 



Fonte: Redação/Assessoria
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar