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Macroeconomia

Indústria se preocupa com atividade no 1º semestre

22/01/2014 | 17h51

 

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgaram suas pesquisas sobre confiança do setor em janeiro e, embora no resultado geral tenham gerado resultados divergentes, mostraram que os empresários estão mais preocupados com a atividade nos próximos meses.
A pesquisa da CNI informou que seu índice de confiança da indústria diminuiu para 53,1 pontos em janeiro, de 54,3 em dezembro. Já o índice da FGV ficou praticamente estável (alta de 0,1%), em 100 pontos, numa medição prévia.
No levantamento da FGV, houve forte queda no subindicador que mede a confiança no futuro. O índice de expectativas (IE) recuou 1,4% na comparação com dezembro e, se confirmado pela medição final, terá recuado ao mesmo nível de agosto do ano passado. No confronto com janeiro de 2013 a queda seria ainda mais intensa: 7,6%.
A pesquisa da CNI também mostra avaliações menos positivas para seis meses à frente. O indicador de expectativa caiu de 58 para 57,2 pontos. Já o subindicador de expectativa sobre a economia do país caiu de 51,3 pontos para 49,8 pontos na comparação com dezembro.
Ânimo mais baixo
O economista Marcelo Azevedo, da CNI, observou que esse recuo na avaliação sobre o futuro vai na contramão do que costuma ocorrer no início do ano, quando o otimismo aumenta, porque as expectativas se renovam.
"Isso pode ter reflexos no ânimo dos empresários para investir, e prejudicar o desempenho da economia", disse. Para ele, o sentimento dos empresários foi afetado por notícias ruins nas últimas semanas, como a inflação mais alta que a esperada e o aumento da taxa de juros, além da preocupação com as contas do governo.
Já o superintendente adjunto de ciclos econômicos do Ibre/FGV, Aloisio Campelo, afirmou que a indústria não espera forte retomada da produção nos próximos meses e também cita a elevação da Selic e a perspectiva de diminuição no arrefecimento da demanda dos consumidores. Embora diga que “o pior já passou” e que não deve haver novas quedas de produção da indústria, a atividade do setor deve continuar fraca neste início de ano.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgaram suas pesquisas sobre confiança do setor em janeiro e, embora no resultado geral tenham gerado resultados divergentes, mostraram que os empresários estão mais preocupados com a atividade nos próximos meses.

A pesquisa da CNI informou que seu índice de confiança da indústria diminuiu para 53,1 pontos em janeiro, de 54,3 em dezembro. Já o índice da FGV ficou praticamente estável (alta de 0,1%), em 100 pontos, numa medição prévia.

No levantamento da FGV, houve forte queda no subindicador que mede a confiança no futuro. O índice de expectativas (IE) recuou 1,4% na comparação com dezembro e, se confirmado pela medição final, terá recuado ao mesmo nível de agosto do ano passado. No confronto com janeiro de 2013 a queda seria ainda mais intensa: 7,6%.

A pesquisa da CNI também mostra avaliações menos positivas para seis meses à frente. O indicador de expectativa caiu de 58 para 57,2 pontos. Já o subindicador de expectativa sobre a economia do país caiu de 51,3 pontos para 49,8 pontos na comparação com dezembro.

Ânimo mais baixo

O economista Marcelo Azevedo, da CNI, observou que esse recuo na avaliação sobre o futuro vai na contramão do que costuma ocorrer no início do ano, quando o otimismo aumenta, porque as expectativas se renovam.

"Isso pode ter reflexos no ânimo dos empresários para investir, e prejudicar o desempenho da economia", disse. Para ele, o sentimento dos empresários foi afetado por notícias ruins nas últimas semanas, como a inflação mais alta que a esperada e o aumento da taxa de juros, além da preocupação com as contas do governo.

Já o superintendente adjunto de ciclos econômicos do Ibre/FGV, Aloisio Campelo, afirmou que a indústria não espera forte retomada da produção nos próximos meses e também cita a elevação da Selic e a perspectiva de diminuição no arrefecimento da demanda dos consumidores. Embora diga que “o pior já passou” e que não deve haver novas quedas de produção da indústria, a atividade do setor deve continuar fraca neste início de ano.

 



Fonte: Valor Econômico
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