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Ceará

Indústria quer levar inovação ao interior

01/10/2013 | 09h53

 

Desenvolver atividades de fomento à inovação vem se tornando uma das principais preocupações da indústria cearense, que busca maximizar sua produtividade e crescer de forma mais sustentável e contínua. Além de buscar implantar ações desse tipo em Fortaleza, um dos desafios do setor é levar as mesmas iniciativas ao interior do estado, que no próximo dia 31 passará a contar com um importante aliado na busca por tecnologias inovadoras: o Polo Industrial da região do Baixo Jaguaribe.
Para definir as estratégias que serão adotadas no novo polo tecnológico do Ceará, que inicialmente vai trabalhar com a indústria metalúrgica, química e da construção civil, empresários e secretários de Desenvolvimento Econômico de 13 municípios cearenses estarão reunidos hoje (1º) com o consultor da Universidade de Ben-Gurion, de Israel, David Bentolila, que passará a experiência de seu país.
"A ideia é encontrar a melhor forma de explorar as empresas que já estão instaladas na região, incentivando-as a desenvolver ações tecnológicas", diz o diretor corporativo do Instituto de Desenvolvimento Industrial (Indi) do Ceará, Carlos Matos, que também participará da reunião de hoje. O encontro acontece no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) de Limoeiro do Norte.
Potencial
Em visita ao Sistema Verdes Mares, o consultor da Universidade de Ben-Gurion, Raphael Bar-El, explicou que existe um potencial enorme no Ceará no que diz respeito às atividades de inovação, até porque ainda há uma certa carência de ações concretas. "A vontade do setor produtivo existe, mas ela acaba esbarrando numa certa falta de infraestrutura. É aí que se faz importante iniciativas como a do Polo Industrial do Alto Jaguaribe. Capacidade o estado possui", afirma.
Além de Bar-El, Carlos Matos e os consultores do Indi, Pedro Sisnando e Mônica Clark também estiveram ontem no Sistema Verdes Mares para falar sobre a parceria da Universidade de Ben-Gurion com o setor produtivo cearense. A consultora da instituição de ensino israelita, Dafna Schwartz, também fez parte da comitiva.
Inovação aberta
O polo do Baixo Jaguaribe será um exemplo da inovação aberta, um novo instrumento que começa ser utilizado em vários países, incluindo o Brasil, para incentivar a inovação e o crescimento das empresas no Estado. Atualmente, 13 grandes empresas cearenses já demonstraram interesse em participar desse novo modelo, entre elas a Esmaltec.
Diferentemente do processo de inovação fechada,- que parte de dentro da própria empresa -, a inovação aberta busca no conhecimento e na experiência de atores externos propostas e ideias para solucionar problemas internos ou de um grupo de empresas de um mesmo setor.

Desenvolver atividades de fomento à inovação vem se tornando uma das principais preocupações da indústria cearense, que busca maximizar sua produtividade e crescer de forma mais sustentável e contínua. Além de buscar implantar ações desse tipo em Fortaleza, um dos desafios do setor é levar as mesmas iniciativas ao interior do estado, que no próximo dia 31 passará a contar com um importante aliado na busca por tecnologias inovadoras: o Polo Industrial da região do Baixo Jaguaribe.


Para definir as estratégias que serão adotadas no novo polo tecnológico do Ceará, que inicialmente vai trabalhar com a indústria metalúrgica, química e da construção civil, empresários e secretários de Desenvolvimento Econômico de 13 municípios cearenses estarão reunidos hoje (1º) com o consultor da Universidade de Ben-Gurion, de Israel, David Bentolila, que passará a experiência de seu país.


"A ideia é encontrar a melhor forma de explorar as empresas que já estão instaladas na região, incentivando-as a desenvolver ações tecnológicas", diz o diretor corporativo do Instituto de Desenvolvimento Industrial (Indi) do Ceará, Carlos Matos, que também participará da reunião de hoje. O encontro acontece no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) de Limoeiro do Norte.



Potencial


Em visita ao Sistema Verdes Mares, o consultor da Universidade de Ben-Gurion, Raphael Bar-El, explicou que existe um potencial enorme no Ceará no que diz respeito às atividades de inovação, até porque ainda há uma certa carência de ações concretas. "A vontade do setor produtivo existe, mas ela acaba esbarrando numa certa falta de infraestrutura. É aí que se faz importante iniciativas como a do Polo Industrial do Alto Jaguaribe. Capacidade o estado possui", afirma.


Além de Bar-El, Carlos Matos e os consultores do Indi, Pedro Sisnando e Mônica Clark também estiveram ontem no Sistema Verdes Mares para falar sobre a parceria da Universidade de Ben-Gurion com o setor produtivo cearense. A consultora da instituição de ensino israelita, Dafna Schwartz, também fez parte da comitiva.



Inovação aberta


O polo do Baixo Jaguaribe será um exemplo da inovação aberta, um novo instrumento que começa ser utilizado em vários países, incluindo o Brasil, para incentivar a inovação e o crescimento das empresas no Estado. Atualmente, 13 grandes empresas cearenses já demonstraram interesse em participar desse novo modelo, entre elas a Esmaltec.


Diferentemente do processo de inovação fechada,- que parte de dentro da própria empresa -, a inovação aberta busca no conhecimento e na experiência de atores externos propostas e ideias para solucionar problemas internos ou de um grupo de empresas de um mesmo setor.

 



Fonte: Diário do Nordeste
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