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Indústria

Indústria prevê alta da demanda, diz CNI

21/06/2016 | 12h08

A previsão dos industriais brasileiros para a demanda nos próximos seis meses melhorou, de acordo com sondagem da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Mas a compra de matéria-prima e o número de empregados devem continuar em queda.

A previsão do industrial para a demanda saltou a 51 pontos em junho, uma alta de 3,2 pontos na comparação com o mês imediatamente anterior. Na comparação com junho de 2015, a perspectiva dos empresários avançou 4,3 pontos. "Esse aumento fez com que o índice alcançasse valor acima da linha divisória de 50 pontos, ou seja, mostra expectativa de aumento da demanda nos próximos seis meses", destacou a CNI.

As exportações também podem registrar alta nos próximos meses, projetam os industriais. O indicador para vendas externas teve alta de 1,8 ponto na comparação com maio e 4,1 pontos ante junho de 2015, para 52,5 pontos.

Embora os indicadores tenham registrado melhora em junho, as comprar de matéria-prima e o número de empregados para os próximos seis meses continuam em patamar negativo, destacou a CNI.

Com 48,5 pontos, o índice de compras de matéria-prima nos próximos seis meses se mantém abaixo da linha dos 50 pontos. No entanto, o resultado é melhor que o registrado em maio (45,7) e junho (44,1).

A intenção de investimento dos industriais ainda não dá sinais de retomada e segue muito abaixo dos 50 pontos. Na passagem de maio para junho, a intenção das empresas em realizar aportes nos seis meses seguintes cresceu 1,8 ponto para 43,0 pontos. O resultado é melhor que o apurado em junho do ano passado, quando o índice chegou a 41,2 pontos.

Capacidade instalada

A ociosidade das indústrias se manteve estável em maio pelo terceiro mês consecutivo. Segundo a CNI, o percentual médio de utilização da capacidade instalada (UCI) foi de 64%.

Já o índice de estoque efetivo frente ao planejado pelas empresas ficou, em maio, pelo sexto mês consecutivo abaixo da linha divisória dos 50 pontos - qualquer índice acima dessa linha divisória (de zero a 100) sinaliza excesso de produto. Em maio, o indicador de estoque efetivo ficou em 49,8 pontos contra 49,1 em abril e 52,4 pontos em maio passado, "indicando que o nível dos estoques se aproximou do desejado pelas empresas", observou a CNI, em relatório.

Nas pequenas e médias empresas, os indicadores da sondagem continuam predominantemente negativos e piores do que nas grandes indústrias.



Fonte: DCI - 20/06/2016
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