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Rio Oil & Gas 2012

Indústria defende investimento em pesquisa para o setor de óleo e gás

19/09/2012 | 10h21

O investimento em pesquisa é fundamental para o desenvolvimento tecnológico do setor de óleo e gás, de acordo com os participantes do painel "Desenvolvimento Tecnológico na Indústria", realizado no segundo dia da Rio Oil & Gas. Para Marcos Assayag, gerente-executivo da Petrobras/Cenpes, o investimento em tecnologia na Petrobras aumentou substancialmente nos últimos anos e está alinhado ao plano de negócios da companhia.



A Petrobras trabalha com três frentes em sua estratégia tecnológica: expansão dos limites, maior valor agregado/novos produtos e sustentabilidade. "Saímos do patamar de US$ 160 milhões em investimentos em pesquisa por ano em 2003, para US$ 1 bilhão por ano, em 2012, sendo que deste montante 60% são para a área de produção e exploração. Estamos entre as primeiras empresas do mundo a investir em tecnologia. Temos de fazer de forma econômica e mostrar que estamos utilizando a tecnologia mais adequada", explicou Assayag.



Outro ponto que merece destaque é a integração entre a indústria e a academia. A Petrobras possui laboratórios de classe mundial dentro das academias, 15 pesquisadores externos para cada pesquisador da companhia, uma parceria com 120 universidades brasileiras. São 1.300 contratos com mais de 100 universidades. A empresa registra 60 patentes por ano, sendo que 15% são junto com as universidades. A expectativa é dobrar este número em cinco anos.



De acordo com Marcos Menezes, supervisor de Propulsão Elétrica da WEG, a empresa também preza pelo desenvolvimento em pesquisa. A WEG investe 2% do seu faturamento anual em pesquisas. Este ano a empresa deverá faturar R$ 6,5 bilhões. São 1.200 engenheiros focados no desenvolvimento de tecnologia e pesquisa em parceria com entidades internacionais, alinhados com o que há de mais moderno no mundo.



Todos os anos, de acordo com Menezes, um comitê internacional se reúne para definir que produtos serão criados e que tipo de tecnologia será utilizada. A empresa recebe demandas do mercado e também utiliza muitas vezes a parceria com as universidades para o desenvolvimento de novos produtos. Um dos projetos atuais é a criação de um barco solar para ser usado no transporte de alunos no Pará. O projeto é apoiado por órgãos governamentais e tem como parceira a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

 

A GE também está investindo muitos recursos em pesquisa e desenvolvimento. A empresa está construindo um Centro Tecnológico no Rio de Janeiro, numa área de 20.000 m2, na Ilha do Fundão. De acordo com Kenneth Herd, diretor-geral do Centro de Pesquisa da GE Brasil, o objetivo é trazer tecnologia e criar soluções para os clientes no Brasil. "Acreditamos que o local seja excelente para treinamentos, simpósios e desenvolvimento de pesquisas e novos produtos. Teremos 400 pesquisadores trabalhando neste novo Centro. O nosso objetivo é  enfrentar os desafios tecnológicos para poder atender as prioridades locais", ressaltou Herd.



Fonte: Redação TN
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