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Indústria ajuda e PIB paulista cresce

28/08/2013 | 10h31

 

Puxada pela indústria e, em menor grau, pelos serviços, a economia de São Paulo cresceu 1,2% no segundo trimestre, sobre os três primeiros meses deste ano, feitos os ajustes sazonais, de acordo com a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). De janeiro a março, a atividade no estado recuou 0,2% na comparação com o último trimestre de 2012.
No confronto com o mesmo período do ano passado, o PIB paulista se expandiu em 2,7%, também em desempenho melhor que o do primeiro trimestre, quando subiu 0,8% nessa base de comparação. Em 12 meses, a economia do Estado avançou 1,8%. No primeiro trimestre, essa taxa era de 1,3%.
Guardadas as eventuais diferenças metodológicas, o desempenho paulista foi melhor que a média nacional. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), que tenta antecipar a tendência do Produto Interno Bruto (PIB) do país, avançou 0,89% no segundo trimestre, ante o primeiro. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgará o desempenho do PIB nacional do segundo trimestre na sexta-feira (30). Analistas preveem alta entre 0,8% e 1,1% sobre o primeiro trimestre.
A indústria cresceu 1,8% e os serviços subiram 0,7% no período. Vagner Bessa, gerente de indicadores da Seade, destaca a recuperação do setor industrial, que entre janeiro e março cresceu só 0,2%. "Segmentos importantes foram bem por subsídios, caso automobilístico, mas investimentos feitos em anos anteriores no estado, como em telecomunicações, estão dando resultado [agora]", disse.
O valor adicionado dos serviços, com alta de 0,7%, foi puxado pelas atividades do comércio e serviç os de manutenção e reparação, com taxa de 0,9%, pelos transportes, armazenagem e correio (6,8%) e pelos demais serviços (0,8%).
Bessa afirmou que não tem perspectiva tão pessimista para o terceiro trimestre, como ocorre com alguns analistas e economistas. "Temos visto recuperação da atividade em setores importantes como a indústria [...]. Pode ser que fatores diversos ou novos incentivos econômicos mudem o quadro", afirmou.

Puxada pela indústria e, em menor grau, pelos serviços, a economia de São Paulo cresceu 1,2% no segundo trimestre, sobre os três primeiros meses deste ano, feitos os ajustes sazonais, de acordo com a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). De janeiro a março, a atividade no estado recuou 0,2% na comparação com o último trimestre de 2012.


No confronto com o mesmo período do ano passado, o PIB paulista se expandiu em 2,7%, também em desempenho melhor que o do primeiro trimestre, quando subiu 0,8% nessa base de comparação. Em 12 meses, a economia do Estado avançou 1,8%. No primeiro trimestre, essa taxa era de 1,3%.


Guardadas as eventuais diferenças metodológicas, o desempenho paulista foi melhor que a média nacional. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), que tenta antecipar a tendência do Produto Interno Bruto (PIB) do país, avançou 0,89% no segundo trimestre, ante o primeiro. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgará o desempenho do PIB nacional do segundo trimestre na sexta-feira (30). Analistas preveem alta entre 0,8% e 1,1% sobre o primeiro trimestre.


A indústria cresceu 1,8% e os serviços subiram 0,7% no período. Vagner Bessa, gerente de indicadores da Seade, destaca a recuperação do setor industrial, que entre janeiro e março cresceu só 0,2%. "Segmentos importantes foram bem por subsídios, caso automobilístico, mas investimentos feitos em anos anteriores no estado, como em telecomunicações, estão dando resultado [agora]", disse.


O valor adicionado dos serviços, com alta de 0,7%, foi puxado pelas atividades do comércio e serviç os de manutenção e reparação, com taxa de 0,9%, pelos transportes, armazenagem e correio (6,8%) e pelos demais serviços (0,8%).


Bessa afirmou que não tem perspectiva tão pessimista para o terceiro trimestre, como ocorre com alguns analistas e economistas. "Temos visto recuperação da atividade em setores importantes como a indústria [...]. Pode ser que fatores diversos ou novos incentivos econômicos mudem o quadro", afirmou.

 



Fonte: Valor Econômico
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