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Belo Monte

Índios Jurunas bloqueiam acesso a canteiro de obras de usina

08/01/2013 | 09h56

 

Cerca de 20 índios jurunas estão bloqueando o acesso a um dos três canteiros de obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, estado do Pará, desde a madrugada de segunda-feira (7). Segundo a Norte Energia, empresa responsável pela construção e operação da usina, os índios alegam que o empreendimento deixou as águas do rio turvas, impedindo-os de pescar.
Para liberarem a pista, os índios estariam exigindo, além de R$ 300 mil a título de compensação ambiental, a construção de poços artesianos nas aldeias. A "Agência Brasil" tentou manter contato telefônico com lideranças indígenas ou representantes de organizações sociais que atuam na região, mas não conseguiu falar com nenhum deles. Representantes da Norte Energia e dos jurunas vão se reunir nesta terça-feira (8) à tarde para negociar o fim do bloqueio.
De acordo com a assessoria do Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM), os índios bloquearam a Travessão 27, uma estrada de terra que liga a Rodovia Transamazônica a dois dos três canteiros de obras. Com isso, os 15 ônibus que transportavam os funcionários do turno da manhã não conseguiram chegar até o Sítio Pimental, canteiro a cerca de 69 quilômetros da cidade de Altamira e onde trabalham aproximadamente 4 mil funcionários diretos e terceirizados.
O bloqueio causou a interrupção total dos serviços em Sítio Pimental, mas não afetou o acesso aos outros dois canteiros de obras: Canais e Diques, que também fica na Travessão 27, mas antes de Sítio Pimenta, e Sítio Belo Monte, a cerca de 30 quilômetros do local do bloqueio. Ainda de acordo com a assessoria da CCBM, nenhum ato de violência física ou dano ao empreendimento foi registrado até o momento. Todos os trabalhadores puderam deixar normalmente o local.
Em nota, a Norte Energia garantiu que vem procurando atender a todas as necessidades das comunidades que vivem próximas ao empreendimento, entregando cisternas e preparando, quando necessário, a construção de poços artesianos, em conformidade com os acordos já assinados. Algumas demandas, contudo, são complexas e exigem mais tempo. A empresa também garantiu manter diálogo constante com as lideranças comunitárias.

Cerca de 20 índios Jurunas estão bloqueando o acesso a um dos três canteiros de obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, estado do Pará, desde a madrugada de segunda-feira (7). Segundo a Norte Energia, empresa responsável pela construção e operação da usina, os índios alegam que o empreendimento deixou as águas do rio turvas, impedindo-os de pescar.


Para liberarem a pista, os índios estariam exigindo, além de R$ 300 mil a título de compensação ambiental, a construção de poços artesianos nas aldeias. A "Agência Brasil" tentou manter contato telefônico com lideranças indígenas ou representantes de organizações sociais que atuam na região, mas não conseguiu falar com nenhum deles. Representantes da Norte Energia e dos jurunas vão se reunir nesta terça-feira (8) à tarde para negociar o fim do bloqueio.


De acordo com a assessoria do Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM), os índios bloquearam a Travessão 27, uma estrada de terra que liga a Rodovia Transamazônica a dois dos três canteiros de obras. Com isso, os 15 ônibus que transportavam os funcionários do turno da manhã não conseguiram chegar até o Sítio Pimental, canteiro a cerca de 69 quilômetros da cidade de Altamira e onde trabalham aproximadamente 4 mil funcionários diretos e terceirizados.


O bloqueio causou a interrupção total dos serviços em Sítio Pimental, mas não afetou o acesso aos outros dois canteiros de obras: Canais e Diques, que também fica na Travessão 27, mas antes de Sítio Pimenta, e Sítio Belo Monte, a cerca de 30 quilômetros do local do bloqueio. Ainda de acordo com a assessoria da CCBM, nenhum ato de violência física ou dano ao empreendimento foi registrado até o momento. Todos os trabalhadores puderam deixar normalmente o local.


Em nota, a Norte Energia garantiu que vem procurando atender a todas as necessidades das comunidades que vivem próximas ao empreendimento, entregando cisternas e preparando, quando necessário, a construção de poços artesianos, em conformidade com os acordos já assinados. Algumas demandas, contudo, são complexas e exigem mais tempo. A empresa também garantiu manter diálogo constante com as lideranças comunitárias.



Fonte: Agência Brasil
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