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Internacional

Indicador de países emergentes tem maior alta desde junho de 2011

16/02/2017 | 09h40

O crescimento dos mercados emergentes se acelerou acentuadamente no começo deste ano, com recuperações mais fortes que as previstas na produção industrial e no comércio internacional, especialmente nas exportações.

Indicador de crescimento sobre os mercados emergentes compilado mensalmente pelo Instituto de Finanças Internacionais deixou para trás a tendência de queda que vinha desde a crise financeira global e sugere que o PIB dos países emergentes cresceu 6,4% em janeiro, ritmo mensal mais acelerado desde junho de 2011.

A alta coincide com números surpreendentemente fortes para o comércio exterior da China, que anunciou avanço de 7,9% em suas exportações e de 16,7% nas importações em janeiro, reforçando o otimismo sobre a segunda maior economia do planeta.

Em nota aos clientes nesta quarta (15), o analista Bhanu Baweja e seus colegas no banco UBS informaram que a produção industrial nos emergentes se recuperou, com alta anualizada de 3,9%, tendo por base o PIB ponderado, enquanto as exportações, em termos de valor, "estão saindo agora da profunda recessão dos dois últimos anos e cresceram 4,5% ante o mesmo período de 2016".

Produção

O instituto afirma que a recuperação registrada por seu indicador se deve principalmente à melhora de dados básicos como a produção industrial e o comércio internacional, ainda que o sentimento dos empresários e as variáveis do mercado financeiro também tenham impulsionado o crescimento.

Em separado, a Capital Economics, empresa de pesquisa financeira, informou que os embarques da China, do Brasil e da Coreia do Sul haviam crescido significativamente em dólares em janeiro, com um começo de ano forte para as exportações dos emergentes em geral, conduzido em parte por efeito dos preços -o petróleo e outras commodities se recuperam no ano passado das quedas profundas sofridas em 2014- e em parte por uma recuperação na demanda subjacente.

"Não estamos falando só de commodities", afirmou Edward Glossop, da Capital Economics. "Os preços mais altos para o minério de ferro elevaram as receitas do Brasil, por exemplo, mas o país também foi beneficiado, tanto em termos de valor quanto de volume, por uma alta na exportação de veículos."

Em janeiro, as exportações de veículos do Brasil cresceram 56% em unidades e 47,9% em valor em relação ao mesmo mês de 2016.

Como disse Baweja, do UBS, "nunca falta ironia nos mercados. A tão aguardada recuperação no mercado de comércio internacional está se fazendo sentir exatamente no momento em que a discussão de medidas protecionistas se intensifica".



Fonte: Financial Time, 16/02/2107
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