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Indústria Naval

Inace construirá cinco navios oceanográficos

07/01/2014 | 10h43

 

Depois de construir seu primeiro navio para pesquisas oceanográficas, no início do ano passado, a Indústria Naval do Ceará (Inace) começará a desenvolver projetos para a concepção de mais cinco embarcações do tipo, sendo uma para a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e as outras para a Universidade Federal do Rio Grande (Furg), no Sul do país.
O mercado para navios oceanográficos no Brasil é promissor. Conforme a diretora da Inace, Flávia de Barros. "Como as pesquisas estão crescendo, a demanda pelos equipamentos vai aumentar". Segundo ela, os equipamentos estão em processo de encomenda, restando assinaturas de contrato com as duas instituições de ensino superior para que os projetos comecem a ser desenvolvidos. "Para construir a embarcação para a Uerj, participamos de um pregão. Já em relação à Furg, concorremos a um processo licitatório e vencemos", explica.
Prazo
Ela informa que, a partir do momento em que receber oficialmente as encomendas das universidades, a Inace terá 16 meses para construir o navio da Uerj e 36 meses para entregar os equipamentos solicitados pela Furg, que já sinalizou o interesse em outras embarcações.
Além dos navios oceanográficos, a Indústria Naval do Ceará já está construindo outras duas embarcações que serão utilizadas em plataformas petrolíferas da Bacia de Campos.
"Prezamos muito pela inovação. Acredito que a credibilidade de universidades brasileiras na Inace está ligada, principalmente, ao nosso pioneirismo. No ano passado, construímos um navio para a Universidade de São Paulo (USP), que hoje opera na cidade de Guarujá, no litoral paulista", declara Flávia.
Características
Cada embarcação, com capacidade para sete passageiros, terá 30 metros de comprimento; boca moldada de 7 m; pontal de 4 m; calado de 2,20 m; popa aberta com rampa para pesca; velocidade máxima de 10 nós (cerca de 20 km/h); e poderá ficar em alto-mar por até 10 dias (autonomia mínima), com combustível suficiente.
Segundo Flávia de Barros, o projeto para a construção de um navio oceanográfico leva de três a seis meses para ser concebido, sendo preciso cerca de 20 pessoas para realizar o trabalho dessa fase inicial. A partir de então, são necessários de seis a 12 meses para erguer a embarcação, etapa que mobiliza uma média de 100 trabalhadores.
Por questões de segurança, a Inace preferiu não divulgar o valor a ser investido na montagem dos cinco equipamentos.
Suporte a plataformas
Além dos navios oceanográficos, a Inace já está construindo outras duas embarcações que serão utilizadas em plataformas petrolíferas da Bacia de Campos, na costa norte do Rio de Janeiro. Os barcos do tipo Diving Support Vessel (DSV) servem para apoiar serviços de mergulho e deverão ficar prontos até junho do próximo ano.
Como noticiou o 'Diário do Nordeste' na edição do último dia 25 de outubro, o investimento total é de R$ 37,6 milhões, valor financiado pelo Fundo da Marinha Mercante (FMM).
Os equipamentos foram encomendados pela empresa brasileira Geonavegação, do Grupo Georadar, que mantém contrato com a Petrobras para a construção de cinco embarcações de suporte marítimo e mergulho. Dentre elas, estão os DSVs, que têm capacidade para 25 passageiros.
Perfil das embarcações
Capacidade 7 passageiros
Tamanho 30 metros de comprimento
Boca moldada 7 metros
Pontal 4 metros
Calado 2,20 metros
Popa aberta com rampa para pesca
Velocidade máxima 10 nós (cerca de 20 km/h)
Autonomia em alto-mar até 10 dias, no mínimo, com combustível suficiente

Depois de construir seu primeiro navio para pesquisas oceanográficas, no início do ano passado, a Indústria Naval do Ceará (Inace) começará a desenvolver projetos para a concepção de mais cinco embarcações do tipo, sendo uma para a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e as outras para a Universidade Federal do Rio Grande (Furg), no Sul do país.

O mercado para navios oceanográficos no Brasil é promissor, conforme a diretora da Inace, Flávia de Barros. "Como as pesquisas estão crescendo, a demanda pelos equipamentos vai aumentar". Segundo ela, os equipamentos estão em processo de encomenda, restando assinaturas de contrato com as duas instituições de ensino superior para que os projetos comecem a ser desenvolvidos. "Para construir a embarcação para a Uerj, participamos de um pregão. Já em relação à Furg, concorremos a um processo licitatório e vencemos", explica.


Prazo

Ela informa que, a partir do momento em que receber oficialmente as encomendas das universidades, a Inace terá 16 meses para construir o navio da Uerj e 36 meses para entregar os equipamentos solicitados pela Furg, que já sinalizou o interesse em outras embarcações.

Além dos navios oceanográficos, a Indústria Naval do Ceará já está construindo outras duas embarcações que serão utilizadas em plataformas petrolíferas da Bacia de Campos.

"Prezamos muito pela inovação. Acredito que a credibilidade de universidades brasileiras na Inace está ligada, principalmente, ao nosso pioneirismo. No ano passado, construímos um navio para a Universidade de São Paulo (USP), que hoje opera na cidade de Guarujá, no litoral paulista", declara Flávia.


Características

Cada embarcação, com capacidade para sete passageiros, terá 30 metros de comprimento; boca moldada de 7 m; pontal de 4 m; calado de 2,20 m; popa aberta com rampa para pesca; velocidade máxima de 10 nós (cerca de 20 km/h); e poderá ficar em alto-mar por até 10 dias (autonomia mínima), com combustível suficiente.

Segundo Flávia de Barros, o projeto para a construção de um navio oceanográfico leva de três a seis meses para ser concebido, sendo preciso cerca de 20 pessoas para realizar o trabalho dessa fase inicial. A partir de então, são necessários de seis a 12 meses para erguer a embarcação, etapa que mobiliza uma média de 100 trabalhadores.

Por questões de segurança, a Inace preferiu não divulgar o valor a ser investido na montagem dos cinco equipamentos.


Suporte a plataformas

Além dos navios oceanográficos, a Inace já está construindo outras duas embarcações que serão utilizadas em plataformas petrolíferas da Bacia de Campos, na costa norte do Rio de Janeiro. Os barcos do tipo Diving Support Vessel (DSV) servem para apoiar serviços de mergulho e deverão ficar prontos até junho do próximo ano.

Como noticiou o 'Diário do Nordeste' na edição do último dia 25 de outubro, o investimento total é de R$ 37,6 milhões, valor financiado pelo Fundo da Marinha Mercante (FMM).

Os equipamentos foram encomendados pela empresa brasileira Geonavegação, do Grupo Georadar, que mantém contrato com a Petrobras para a construção de cinco embarcações de suporte marítimo e mergulho. Dentre elas, estão os DSVs, que têm capacidade para 25 passageiros.


Perfil das embarcações

Capacidade - 7 passageiros.

Tamanho - 30 metros de comprimento.

Boca moldada - 7 metros.

Pontal - 4 metros.

Calado - 2,20 metros.

Popa - aberta com rampa para pesca.

Velocidade máxima - 10 nós (cerca de 20 km/h).

Autonomia em alto-mar - até 10 dias, no mínimo, com combustível suficiente.

 



Fonte: Diário do Nordeste
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