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Economia

Importação: fatia do CE quase dobrou

15/03/2013 | 15h02

 

Registrando saldo deficitário de US$ 326 milhões na balança comercial, no primeiro bimestre deste ano, o Ceará continua aumentando sua participação nas importações brasileiras. Em fevereiro de 2013, o montante correspondente às compras externas do estado representou 1,8% do total importado pelo país. O número representa quase o dobro da fatia alcançada em igual mês do ano anterior, quando a participação foi de 0,94%.
Conforme o levantamento "Ceará em Comex Fevereiro de 2013", elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), o Ceará importou, nos dois primeiros meses deste ano, US$ 521 milhões. No primeiro bimestre de 2012, o total foi de US$ 416 milhões, representando avanço de 25,3%.
Segundo o estudo, o setor que apresentou a maior alta nas importações, no bimestre, foi o de combustíveis e óleos (94,8%), sendo seguido pelos segmentos de trigo (81,5%), químico (73,4%) e plásticos (59,5%). A única queda entre os setores listados pelo documento foi a compra de veículos automotores, que reduziu 45,3%.
Principais itens
Os principais produtos importados são do segmento de ferro e aço, correspondendo a um total de US$ 116 milhões. Em relação a igual período do ano passado, quando se importou US$ 114 milhões com o setor, a evolução foi de 2%. "O maior destaque está na aquisição de US$ 77 milhões em gás natural de Trinidad e Tobago em fevereiro, fazendo desse país (produto) o responsável pelo maior valor importado pelo Ceará no mês. China, Estados Unidos e Argentina estão entre os quatro principais países de origem", aponta o estudo.
De acordo com a economista e analista de políticas públicas do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece) Débora Gaspar, um dos principais motivos para a alta expressiva das importações do Ceará são as grandes obras de infraestrutura realizadas no Estado, as quais demandam uma quantidade elevada de materiais, máquinas e equipamentos.
Por sua vez, a participação cearense nas exportações brasileiras caiu nos últimos anos, embora tenha aumentado 0,01 ponto percentual neste ano. No primeiro bimestre, a participação do Estado foi de 0,58%. Nos dois primeiros meses de 2009, o dado correspondia a 0,86%. Ao todo, o Estado exportou US$ 196 milhões em janeiro e fevereiro últimos. A queda em relação a igual período do ano anterior, quando foram registrados US$ U$ 219 milhões, foi de 10,8%. Para Débora Gaspar, a redução na participação se deve ao fato de que outros estados brasileiros têm apresentado crescimento econômico mais expressivo do que o cearense.

Registrando saldo deficitário de US$ 326 milhões na balança comercial, no primeiro bimestre deste ano, o Ceará continua aumentando sua participação nas importações brasileiras. Em fevereiro de 2013, o montante correspondente às compras externas do estado representou 1,8% do total importado pelo país. O número representa quase o dobro da fatia alcançada em igual mês do ano anterior, quando a participação foi de 0,94%.


Conforme o levantamento "Ceará em Comex Fevereiro de 2013", elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), o Ceará importou, nos dois primeiros meses deste ano, US$ 521 milhões. No primeiro bimestre de 2012, o total foi de US$ 416 milhões, representando avanço de 25,3%.


Segundo o estudo, o setor que apresentou a maior alta nas importações, no bimestre, foi o de combustíveis e óleos (94,8%), sendo seguido pelos segmentos de trigo (81,5%), químico (73,4%) e plásticos (59,5%). A única queda entre os setores listados pelo documento foi a compra de veículos automotores, que reduziu 45,3%.



Principais itens


Os principais produtos importados são do segmento de ferro e aço, correspondendo a um total de US$ 116 milhões. Em relação a igual período do ano passado, quando se importou US$ 114 milhões com o setor, a evolução foi de 2%. "O maior destaque está na aquisição de US$ 77 milhões em gás natural de Trinidad e Tobago em fevereiro, fazendo desse país (produto) o responsável pelo maior valor importado pelo Ceará no mês. China, Estados Unidos e Argentina estão entre os quatro principais países de origem", aponta o estudo.


De acordo com a economista e analista de políticas públicas do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece) Débora Gaspar, um dos principais motivos para a alta expressiva das importações do Ceará são as grandes obras de infraestrutura realizadas no Estado, as quais demandam uma quantidade elevada de materiais, máquinas e equipamentos.


Por sua vez, a participação cearense nas exportações brasileiras caiu nos últimos anos, embora tenha aumentado 0,01 ponto percentual neste ano. No primeiro bimestre, a participação do Estado foi de 0,58%. Nos dois primeiros meses de 2009, o dado correspondia a 0,86%. Ao todo, o Estado exportou US$ 196 milhões em janeiro e fevereiro últimos. A queda em relação a igual período do ano anterior, quando foram registrados US$ U$ 219 milhões, foi de 10,8%. Para Débora Gaspar, a redução na participação se deve ao fato de que outros estados brasileiros têm apresentado crescimento econômico mais expressivo do que o cearense.

 



Fonte: Diário do Nordeste
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