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Importação de nafta preocupa petroquímica

10/12/2013 | 08h57

 

A renegociação do contrato de fornecimento de nafta da Petrobras à Braskem, que vence no primeiro semestre de 2014, poderá afetar a competitividade de toda a cadeia petroquímica brasileira. A opção da estatal por usar a nafta nacional como combustível e não como insumo petroquímico vai aumentar em 5% o custo da matéria-prima, que terá de ser importada em grande volume.
A Braskem, maior produtora de resinas das Américas, consome por ano 10 milhões de toneladas de nafta, das quais 7 milhões de toneladas fornecidas pela Petrobras. A Braskem, cujas ações caíram ontem 4,51%, confirmou ao Valor que renegocia o contrato. A Petrobras, que possui 36% do capital da petroquímica, não comentou o assunto.

A renegociação do contrato de fornecimento de nafta da Petrobras à Braskem, que vence no primeiro semestre de 2014, poderá afetar a competitividade de toda a cadeia petroquímica brasileira. A opção da estatal por usar a nafta nacional como combustível e não como insumo petroquímico vai aumentar em 5% o custo da matéria-prima, que terá de ser importada em grande volume.

A Braskem, maior produtora de resinas das Américas, consome por ano 10 milhões de toneladas de nafta, das quais 7 milhões de toneladas fornecidas pela Petrobras. A Braskem, cujas ações caíram ontem 4,51%, confirmou ao Valor que renegocia o contrato. A Petrobras, que possui 36% do capital da petroquímica, não comentou o assunto.



Fonte: Valor Econômico
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