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Petroquímica

Impasse mobiliza Petrobras e Braskem

19/04/2005 | 00h00

O setor petroquímico viverá os próximos 15 dias sob tensão, devido ao risco de uma nova batalha no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Diante da possibilidade de a Petrobras exercer a opção de aumento de capital na Braskem, conforme o previsto no acordo de acionistas da empresa, as demais companhias privadas do setor preparam-se para recorrer até mesmo ao órgão de defesa da concorrência para evitar que a única fornecedora de matérias-primas petroquímicas do país saia de empreendimentos como o Pólo Gás-químico do Rio de Janeiro, da holding Rio Polímeros (Suzano, Unipar, BNDESpar e Petrobras).
O prazo para exercício dessa opção expira no próximo dia 30, quando a Petrobras poderá ampliar sua participação atual de 10% para os mesmos 48% da Odebrecht, hoje a principal acionista da Braskem. O acordo, firmado em 2002, por ocasião da criação da companhia, prevê que, em caso de exercício dessa opção, a Petrobras terá que sair de empreendimentos que venham a concorrer com a Braskem.
Como a Petrobras detém 16,7% da Rio Polímeros, a holding que administra o Pólo, o exercício da opção na Braskem geraria não só a saída da Petrobras do novo Pólo, como também provocaria o que executivos do setor identificam como um desequilíbrio estrutural para a petroquímica nacional - a Petrobras, hoje, é a única fornecedora de nafta do país.
Fontes ligadas à Suzano confirmam a disposição do grupo de fazer valer seus direitos societários. Tanto essas fontes quanto o presidente da Unipar, Roberto Dias Garcia, acreditam, porém, em uma solução diplomática para a discussão. Algo como um aumento de capital sem exclusão das participações em outros projetos.



Fonte: Jornal do Brasil
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