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Economia

IBGE: produção industrial cresce em 7 regiões

07/08/2012 | 11h09

 

Na passagem de maio para junho, os índices regionais da produção industrial, descontados os efeitos sazonais, cresceram em sete dos 14 locais pesquisados, de acordo com pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O destaque vai para a expansão mais acentuada registrada por Amazonas (5,2%), que recuperou parte da perda de 7,4% acumulada no período maio/março de 2012.
Os demais resultados positivos foram assinalados por Espírito Santo (2,3%), Pernambuco (2,2%), Bahia (2,1%), Minas Gerais (1,3%), São Paulo (1,0%) e Região Nordeste (0,5%). Goiás (-6,0%), Rio de Janeiro (-4,3%), Pará (-4,2%), Paraná (-3,7%) e Rio Grande do Sul (-3,1%) apontaram as taxas negativas mais intensas, enquanto Ceará (-2,2%) e Santa Catarina (-1,4%) mostraram recuos mais moderados.
No semestre
Nos primeiros seis meses do ano, a produção industrial caiu em oito regiões, com destaque para Rio de Janeiro (-7,1%), Amazonas (-6,3%), São Paulo (-5,9%) e Espírito Santo (-5,9%), que apontaram quedas acima da média nacional, de -3,8%. Também mostraram resultados negativos Santa Catarina (-3,4%), Rio Grande do Sul (-2,1%), Ceará (-2,0%) e Minas Gerais (-1,4%).
"Nesses locais, o menor dinamismo foi particularmente influenciado pelos setores relacionados à redução na fabricação de bens de consumo duráveis e de bens de capital, além da menor produção vinda dos setores extrativos (minérios de ferro), têxtil, vestuário, farmacêutica e metalurgia básica", afirma o IBGE, em nota.
Nesta apuração, os aumentos foram vistos na produção de Goiás (9,2%), do Paraná (3,6%), da Bahia (3,1%), de Pernambuco (2,8%), da Região Nordeste (1,8%) e do Pará (1,3%).

Na passagem de maio para junho, os índices regionais da produção industrial, descontados os efeitos sazonais, cresceram em sete dos 14 locais pesquisados, de acordo com pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O destaque vai para a expansão mais acentuada registrada por Amazonas (5,2%), que recuperou parte da perda de 7,4% acumulada no período maio/março de 2012.


Os demais resultados positivos foram assinalados por Espírito Santo (2,3%), Pernambuco (2,2%), Bahia (2,1%), Minas Gerais (1,3%), São Paulo (1,0%) e Região Nordeste (0,5%). Goiás (-6,0%), Rio de Janeiro (-4,3%), Pará (-4,2%), Paraná (-3,7%) e Rio Grande do Sul (-3,1%) apontaram as taxas negativas mais intensas, enquanto Ceará (-2,2%) e Santa Catarina (-1,4%) mostraram recuos mais moderados.

 


No semestre


Nos primeiros seis meses do ano, a produção industrial caiu em oito regiões, com destaque para Rio de Janeiro (-7,1%), Amazonas (-6,3%), São Paulo (-5,9%) e Espírito Santo (-5,9%), que apontaram quedas acima da média nacional, de -3,8%. Também mostraram resultados negativos Santa Catarina (-3,4%), Rio Grande do Sul (-2,1%), Ceará (-2,0%) e Minas Gerais (-1,4%).


"Nesses locais, o menor dinamismo foi particularmente influenciado pelos setores relacionados à redução na fabricação de bens de consumo duráveis e de bens de capital, além da menor produção vinda dos setores extrativos (minérios de ferro), têxtil, vestuário, farmacêutica e metalurgia básica", afirma o IBGE, em nota.


Nesta apuração, os aumentos foram vistos na produção de Goiás (9,2%), do Paraná (3,6%), da Bahia (3,1%), de Pernambuco (2,8%), da Região Nordeste (1,8%) e do Pará (1,3%).

 



Fonte: Redação
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