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Cana de Açúcar

IAC inaugura biofábrica em São Paulo

04/04/2014 | 14h54

 

O Instituto Agronômico de Campinas (IAC), vinculado à Secretaria de Agricultura de São Paulo, inaugura hoje (4) uma biofábrica de cana-de-açúcar em Ribeirão Preto. O empreendimento, que recebeu investimentos de aproximadamente R$ 2,5 milhões, terá capacidade para produzir cerca de quatro milhões de mudas de cana por ano, que serão utilizadas nos viveiros do setor privado para nova multiplicação e depois disponibilizadas para os produtores.
Os recursos para a construção da Biofábrica foram disponibilizados pelo Governo do Estado de São Paulo, pela Agência Brasileira da Inovação (FINEP) e por recursos externos.
O Programa Cana IAC já tem uma biofábrica para a multiplicação de seus cultivares desde 2008. Com a nova estrutura, será possível aumentar em 40 vezes a capacidade de produção. Durante o evento, também será entregue o  Núcleo de Produção de Mudas Pré-brotadas (MPB), com capacidade para produzir, em média, 300 mil Mudas Pré-brotadas (MPB) por ano, e 350 mil seddlings – primeira etapa de produção de plântulas no processo de desenvolvimento de uma nova variedade de cana-de-açúcar.
De acordo com o pesquisador e líder do Programa Cana IAC, Marcos Guimarães de Andrade Landell, a biofábrica produzirá mudas de cana livres de doenças, possibilitando a oferta de novas variedades indexadas para atender aos matrizeiros que originarão mudas para o Sistema de Mudas pré-brotadas. “Isso representa importantes impactos sobre a produtividade, pois é um processo que fomenta a cana limpa, com alto potencial produtivo, sendo também um meio de rápida adoção de novas variedades”, afirma.
Para se ter ideia, na biofábrica, a partir de uma gema de planta, é possível produzir de 20 a 30 mil novas plantas em seis meses. Por outros métodos de multiplicação, em campo, uma gema renderia ao produtor cerca de 40 plantas, em 12 meses. “Isso sem contar a  qualidade fitossanitária e genética do material”, afirma a pesquisadora do IAC, Silvana Creste. Em todo o Brasil, existem aproximadamente 10 biofábricas de cana-de-açúcar, sendo a grande maioria pertencente a instituições privadas.
Uma muda de biofábrica custa em média R$ 1,20, valor considerado alto. Porém, de acordo com Silvana, essa muda, por ter uma qualidade excelente, será utilizada primeiramente para a multiplicação em viveiros pré-primários, seguidos de primários e secundários, e depois utilizada na formação dos canaviais. Essas plantas com alta qualidade  genética e livre de doenças serão a base para o plantio  dos canaviais.
Ainda de acordo com a pesquisadora, a maior limitação ao lançar uma nova variedade de cana é ter a disponibilidade suficiente do material para oferecer aos produtores. “A biofábrica é uma maneira rápida de acelerar a multiplicação e disponibilidade desse material”, explica.

O Instituto Agronômico de Campinas (IAC), vinculado à Secretaria de Agricultura de São Paulo, inaugura hoje (4) uma biofábrica de cana-de-açúcar em Ribeirão Preto. O empreendimento, que recebeu investimentos de aproximadamente R$ 2,5 milhões, terá capacidade para produzir cerca de quatro milhões de mudas de cana por ano, que serão utilizadas nos viveiros do setor privado para nova multiplicação e depois disponibilizadas para os produtores.

Os recursos para a construção da Biofábrica foram disponibilizados pelo Governo do Estado de São Paulo, pela Agência Brasileira da Inovação (FINEP) e por recursos externos.

O Programa Cana IAC já tem uma biofábrica para a multiplicação de seus cultivares desde 2008. Com a nova estrutura, será possível aumentar em 40 vezes a capacidade de produção. Durante o evento, também será entregue o  Núcleo de Produção de Mudas Pré-brotadas (MPB), com capacidade para produzir, em média, 300 mil Mudas Pré-brotadas (MPB) por ano, e 350 mil seddlings – primeira etapa de produção de plântulas no processo de desenvolvimento de uma nova variedade de cana-de-açúcar.

De acordo com o pesquisador e líder do Programa Cana IAC, Marcos Guimarães de Andrade Landell, a biofábrica produzirá mudas de cana livres de doenças, possibilitando a oferta de novas variedades indexadas para atender aos matrizeiros que originarão mudas para o Sistema de Mudas pré-brotadas. “Isso representa importantes impactos sobre a produtividade, pois é um processo que fomenta a cana limpa, com alto potencial produtivo, sendo também um meio de rápida adoção de novas variedades”, afirma.

Para se ter ideia, na biofábrica, a partir de uma gema de planta, é possível produzir de 20 a 30 mil novas plantas em seis meses. Por outros métodos de multiplicação, em campo, uma gema renderia ao produtor cerca de 40 plantas, em 12 meses. “Isso sem contar a  qualidade fitossanitária e genética do material”, afirma a pesquisadora do IAC, Silvana Creste. Em todo o Brasil, existem aproximadamente 10 biofábricas de cana-de-açúcar, sendo a grande maioria pertencente a instituições privadas.

Uma muda de biofábrica custa em média R$ 1,20, valor considerado alto. Porém, de acordo com Silvana, essa muda, por ter uma qualidade excelente, será utilizada primeiramente para a multiplicação em viveiros pré-primários, seguidos de primários e secundários, e depois utilizada na formação dos canaviais. Essas plantas com alta qualidade  genética e livre de doenças serão a base para o plantio  dos canaviais.

Ainda de acordo com a pesquisadora, a maior limitação ao lançar uma nova variedade de cana é ter a disponibilidade suficiente do material para oferecer aos produtores. “A biofábrica é uma maneira rápida de acelerar a multiplicação e disponibilidade desse material”, explica.



Fonte: Revista TN Petróleo, redação com assessoria
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