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Indústria naval

Grupo Wilson, Sons vai ampliar capacidade de seu estaleiro em SP

30/03/2005 | 00h00

O estaleiro Wilson, Sons, situado no Guarujá (SP), tem plano de aumentar a capacidade do dique para construir navios de apoio à indústria do petróleo de maior porte. A modernização do estaleiro depende de aditamento em contrato de financiamento de US$ 2 milhões já assinado com o Banco Nacional de Desenvolvimento e Social (BNDES), que é o agente financeiro do Fundo de Marinha Mercante (FMM).
A alteração do contrato é necessária porque o empréstimo foi assinado na época em que a lei que regulamenta o FMM foi alterada, disse Arnaldo Calbucci, diretor das áreas de rebocadores, estaleiro e offshore da Wilson, Sons. As obras consistem na ampliação da boca do dique para permitir a construção de navios com maior largura de casco. O dique passará de 16 metros para 20 metros de largura por 200 metros de comprimento.
O estaleiro constrói navios offshore PSV (Plataform Supply Vessel) e a meta é fazer também embarcações tipo AHTS (Anchor Handling Towing Supply Vessel). A empresa construiu dois PSVs para afretamento à Petrobras, embarcações que são operadas por uma das empresas de rebocadores do grupo, a Saveiros Camuyrano. Em 2004, a empresa ganhou licitação para construir outro PSV, com capacidade para 3 mil toneladas e investimento de US$ 16 milhões.
No segmento de rebocadores portuários, o estaleiro tem contratado com a Saveiros Camuyrano a construção de cinco embarcações. Uma já foi entregue e as demais devem sair do estaleiro em maio, julho e dezembro de 2005 e no início de 2006. O investimento total nos rebocadores é de US$ 25 milhões, dos quais cerca de 85% financiados pelo FMM.
No total, a Saveiros Camuyrano e sua coligada Sobrare Servemar prestam serviços com os rebocadores em 20 portos do país. A divisão de rebocadores e estaleiro da Wilson, Sons responde por 40% da receita do grupo. Em 2004, as áreas de rebocadores, estaleiro e offshore faturaram R$ 300 milhões. O número pode crescer entre 7% e 10% em 2005, dependendo do comportamento do comércio exterior.



Fonte: Valor Econômico
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