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Empresas

Grupo Georadar busca oportunidades no pré-sal

12/09/2012 | 11h55

 

O potencial de negócios do pré-sal continua atraindo as empresas de Minas Gerais. A Georadar, especializada em pesquisas sísmicas, uma das primeiras etapas da prospecção de petróleo, acredita que tem espaço para crescer também no mar.
Sediada em Nova Lima, vizinha a Belo Horizonte, a Georadar é líder no Brasil em pesquisas sísmicas de petróleo "onshore", mas seus executivos acreditam que o desafio está no mar. Uma das empresas do grupo, a Geonavegação foi selecionada para receber R$ 730 milhões do Fundo da Marinha Mercante (FMM) para construção de sete embarcações de apoio às plataformas de petróleo e gás em alto mar. Cada navio deve até dois anos para ficar pronto.
A avaliação do grupo Georadar é que há uma forte demanda por serviços especializados no mercado de óleo e gás "offshore" e que mesmo antes dos projetos do pré-sal entrarem em fase de produção, "a atual exploração no mar já demanda inúmeros serviços".
O grupo mineiro teve um faturamento de R$ 298 milhões no primeiro semestre. Durante todo o ano passado, a receita foi de R$ 325 milhões e deve fechar 2012 em R$ 630 milhões. Os serviços de sísmica "onshore" representam hoje dois terços do faturamento. A previsão do grupo é que no futuro o segmento perca peso na receita total em favor dos negócios no mar.
Segundo o presidente da Georadar, Edson Souki, o grupo trabalha para faturar cerca de R$ 1,2 bilhão em 2014. "A partir daí teremos potencial para abertura de capital". O grupo tem como sócios seu acionista fundador, Celso Magalhães, o fundo AG Angra e o fundo português Rioforte Investments, ligado ao Grupo Espírito Santo.
Outra companhia mineira que vem apostando alto no petróleo "offshore" é Líder Aviação, que atua no segmento, de fretamento de helicópteros para empresas que exploram petróleo e gás.
A empresa faturou R$ 697 milhões no ano passado e espera chegar aos R$ 800 milhões este ano. A companhia freta helicópteros para petroleiras transportarem seus funcionários entre as plataformas "offshore" e o continente. São 65 helicópteros para esse segmento. Só a Petrobras tem 45 helicópteros fretados com a empresa. "Há uma tendência de aumento da demanda por esse tipo de serviço por parte da Petrobras", diz Júnia Hermont, superintendente da Líder. A empresa investiu este ano US$ 140 milhões na compra de mais seis helicópteros, todos americanos. "Os seis já foram contratados pelo Petrobras", diz.

O potencial de negócios do pré-sal continua atraindo as empresas de Minas Gerais. A Georadar, especializada em pesquisas sísmicas, uma das primeiras etapas da prospecção de petróleo, acredita que tem espaço para crescer também no mar.


Sediada em Nova Lima, vizinha a Belo Horizonte, a Georadar é líder no Brasil em pesquisas sísmicas de petróleo "onshore", mas seus executivos acreditam que o desafio está no mar. Uma das empresas do grupo, a Geonavegação foi selecionada para receber R$ 730 milhões do Fundo da Marinha Mercante (FMM) para construção de sete embarcações de apoio às plataformas de petróleo e gás em alto mar. Cada navio deve até dois anos para ficar pronto.


A avaliação do grupo Georadar é que há uma forte demanda por serviços especializados no mercado de óleo e gás "offshore" e que mesmo antes dos projetos do pré-sal entrarem em fase de produção, "a atual exploração no mar já demanda inúmeros serviços".


O grupo mineiro teve um faturamento de R$ 298 milhões no primeiro semestre. Durante todo o ano passado, a receita foi de R$ 325 milhões e deve fechar 2012 em R$ 630 milhões. Os serviços de sísmica "onshore" representam hoje dois terços do faturamento. A previsão do grupo é que no futuro o segmento perca peso na receita total em favor dos negócios no mar.


Segundo o presidente da Georadar, Edson Souki, o grupo trabalha para faturar cerca de R$ 1,2 bilhão em 2014. "A partir daí teremos potencial para abertura de capital". O grupo tem como sócios seu acionista fundador, Celso Magalhães, o fundo AG Angra e o fundo português Rioforte Investments, ligado ao Grupo Espírito Santo.


Outra companhia mineira que vem apostando alto no petróleo "offshore" é Líder Aviação, que atua no segmento, de fretamento de helicópteros para empresas que exploram petróleo e gás.


A empresa faturou R$ 697 milhões no ano passado e espera chegar aos R$ 800 milhões este ano. A companhia freta helicópteros para petroleiras transportarem seus funcionários entre as plataformas "offshore" e o continente. São 65 helicópteros para esse segmento. Só a Petrobras tem 45 helicópteros fretados com a empresa. "Há uma tendência de aumento da demanda por esse tipo de serviço por parte da Petrobras", diz Júnia Hermont, superintendente da Líder. A empresa investiu este ano US$ 140 milhões na compra de mais seis helicópteros, todos americanos. "Os seis já foram contratados pelo Petrobras", diz.

 



Fonte: Valor Econômico
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