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Parceria tecnológica

Grupo EQM faz parceria com CTC para desenvolvimento de destilarias

24/04/2007 | 00h00

Organismo técnico-consultivo nacionalmente reconhecido, o CTC congrega as principais unidades produtoras de açúcar e álcool do país. O contrato, assinado no final de março e com vigência inicial prevista de cinco anos, contempla inicialmente a Destilaria Araguaia, no Mato Grosso, e a Destilaria Tocantins, pioneira no estado de mesmo nome.

As outras duas unidades do grupo, a Usina Cucaú, em Pernambuco, e a Destilaria Tuntum, no Maranhão, serão agregadas ao trabalho posteriormente. “Além de termos uma tradição de pioneirismo, como na primeira destilaria de álcool no Tocantins, sempre buscamos a modernização e novas tecnologias em nossas usinas”, diz Eduardo Monteiro, para quem o contrato com o CTC representará um novo marco na produção e desenvolvimento das usinas do Grupo EQM.
 
“Na Destilaria Araguaia, por exemplo, o processo de irrigação já é totalmente natural: a água, misturada à vinhaça, carregada de nutrientes e isenta de produtos químicos, corre por gravidade em 130 km de canais, garantindo uma cana limpa e orgânica. O caldo é extraído por um processo único no mundo: o LPE, Low Pressure Extraction (extração por baixa pressão), mais econômico e higiênico que as moendas tradicionais, gastando menos energia e com a mesma produtividade”, lembra Monteiro, como exemplo do que pretende ver multiplicado.

A decisão de se agregar ao CTC é parte integrante de um conjunto de diversas ações empresariais e ambientais que o Grupo vem realizando, com o objetivo não só de atender às importantes e diversas demandas ecológicas das áreas que abrigam seus empreendimentos, como também o de imprimir um ritmo de progresso aliado à responsabilidade social e ambiental.
Dessa forma o Grupo também abre espaço, em suas dependências, para pesquisas que promovam o desenvolvimento de todo o setor, desde o planejamento do plantio até a entrega do produto final. Do total investido pelo Grupo, cerca de 80% dos recursos estão voltados para o fomento de atividades do setor agrícola e os 20% restantes para estudos do setor industrial.



Fonte: Da redação
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