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OGX

Gros cobra mais rapidez para novo marco regulatório

18/12/2008 | 01h00

O vice-presidente do conselho de administração da OGX, Francisco Gros, cobrou do governo federal mais rapidez na definição de um novo marco regulatório para o setor de petróleo e gás. O ex-presidente da Petrobras afirmou que as novas regras precisam se voltar para a atração de investimentos. Ele participou ontem do seminário Brasil: o que esperar de 2009, promovido pela Standard & Poor"s.

 

O executivo lembrou que as perspectivas traçadas para o setor são de longo prazo e afirmou que o País precisa aproveitar sua boa posição no cenário internacional de hoje. "O governo está repensando a regulamentação e isso é ótimo. Ele está repensando a Petrobras e também acho isso ótimo. Mas, na verdade, o Brasil é maior que a Petrobras. Se atrairmos investimentos para mais empresas, daremos ao País excelentes oportunidades", disse.

 

Gross afirmou ser necessária a exploração constante de novos campos e pediu que a busca por uma nova legislação seja agilizada. "Temos a faca e o queijo nas mãos, só depende de nós", afirmou. Para ele, o setor exercerá papel fundamental no desenvolvimento brasileiro e funcionará como trampolim para fora da crise mundial.

 

"Quando se fala em perspectivas para 2009 no Brasil, não se pode deixar de lado o petróleo. A realidade de demanda desse setor é muito firme. Quem está pensando em investir hoje não está preocupado com o preço do petróleo atual, mas com aquele de 2012 para frente", disse.

 

Ainda sobre a crise, ele afirmou que acredita na capacidade de recuperação dos EUA e defendeu que o Brasil encontra-se em posição privilegiada, mas alertou para os perigos dos mercados internacionais. "O Brasil viaja de primeira classe. O problema é que talvez seja no Titanic", brincou.

 

O seminário, no Copacabana Palace, contou, ainda, com a presença do prefeito eleito Eduardo Paes e do governador Sérgio Cabral, que chamaram a atenção para a integração entre governos municipal e estadual e sinalizaram novamente a diminuição do ISS como forma de criar um incentivo fiscal. O secretário da fazenda, Joaquim Levy, e o secretário de desenvolvimento, Júlio Bueno, também presentes, reforçaram essas expectativas.

 

Participaram, também, o diretor do Centro de Economia Mundial da FGV, Carlos Langoni, que traçou um panorama dos efeitos da crise internacional; o diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Murilo Chaim; a diretora de assuntos institucionais e de resseguro da Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização (Fenaseg), Maria Elena Bidino; e o presidente da Associação das Empresas de Corretagem de Resseguros, Carlos Protásio, entre outros. Eles comentaram a transformação do Rio de Janeiro em um mercado importante para a indústria de seguros e resseguros e concordaram que, com ou sem crise, a tendência é que haja crescimento acentuado nos próximo anos.



Fonte: Jornal do Commercio
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