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Energias renováveis

Greenpeace lança relatório sobre cenário energético mundial

25/01/2007 | 00h00

A energia renovável, combinada a medidas de eficiência energética, pode suprir metade da demanda global de energia até 2050, segundo novo relatório lançado nesta quarta-feira (25/01) pelo Greenpeace.

O estudo “Revolução Energética: perspectivas para uma energia global sustentável” propõe um guia prático de medidas para cortar pela metade as emissões de CO2 até 2050, mantendo a segurança da oferta e um crescimento econômico mundial estável.

Segundo o estudo, encomendado pela ONG e pela Comissão Européia de Energia Renovável (EREC) ao Centro Aeroespacial da Alemanha (DLC), a demanda mundial por energia em 2050 pode ser reduzida em 47%. A pesquisa do DLC contou com a contribuição de 11 institutos internacionais.

O Greenpeace destaca que em 2050 até 70% da geração elétrica poderá ser produzida a partir de fontes renováveis. No setor de aquecimento a taxa de substituição é de 65% dos fósseis, em particular por biomassa, coletores solares e geotérmico.

Segundo o Greenpeace, além dos benefícios ambientais, o relatório demonstra uma enorme vantagem econômica em se migrar para um modelo de energias renováveis, geração descentralizada e uso eficiente de energia.

“Os dados mostram que é factível adotar uma matriz energética renovável e segura e obter índices de eficiência energética necessários sem estancar o crescimento econômico global. Além disso, o modelo prevê a eliminação gradual das fontes perigosas e poluidoras de energia, como o carvão, óleo diesel e a energia nuclear”, afirma Sven Teske, especialista em energia do Greenpeace.

Segundo Arthouros Zervos, presidente da Comissão Européia de Energia Renovável, “o mercado global de energia renovável pode crescer a uma taxa de dois dígitos até 2050, atingindo o volume da indústria de combustíveis fósseis. Com mercados de energia solar e eólica movimentando US$ 38 bilhões e dobrando de tamanho a cada três anos, o crescimento do setor de renováveis terá o mesmo ritmo da Internet e dos celulares”, afirmou.

No Brasil, o Greenpeace fechou parceria com o GEPEA (Grupo de Engenharia de Energia e Automação de Elétricas/ POLI –USP) para aplicar o software e projetar cenários de geração de eletricidade para o país.

A principal conclusão do relatório brasileiro, segundo informa a ONG, é a possibilidade de assegurar o crescimento econômico, eliminando as usinas a óleo diesel, carvão e nucleares, diminuindo as usinas a gás da matriz energética brasileira e estruturando o setor de eletricidade em torno de medidas de conservação e investimentos públicos pesados em renováveis modernas como eólica.



Fonte: Redação
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