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Petróleo e Gás

Graça prevê Petrobras "no azul" em 2012

20/09/2012 | 10h45

 

A presidente da Petrobras, Graça Foster, minimizou os resultados negativos da companhia registrados no segundo trimestre, quando a empresa amargou prejuízo de R$ 1,3 bilhão, e disse que a tendência é de que a companhia feche o ano de 2012 "no azul".
"Foi uma questão pontual e a tendência é que não haja resultado negativo na companhia", comentou Graça, após participação em audiência pública realizada ontem, na Câmara. "Diversas variáveis juntas trabalharam contra um resultado positivo. A possibilidade de que esses fatores aconteçam todos ao mesmo tempo é improvável", comentou.
Perguntada sobre a necessidade de aumento do valor dos combustíveis para melhorar o desempenho financeiro da empresa, a executiva disse que a política de preço da empresa é de médio e longo prazo e que trabalha pela convergência de valores, referindo-se ao custo do combustível que é praticado fora do país.
Graça disse esperar que a empresa venezuelana PDVSA viabilize sua participação na refinaria Abreu e Lima, em construção no Recife (PE). "Ela é nossa sócia potencial e tem mais experiência que nós em refino", afirmou.
Durante sua exposição aos parlamentares, Graça admitiu que a gestão da Petrobras "cometeu erros" no gerenciamento do projeto de Abreu e Lima, falhas que incluíram, por exemplo, problemas com o estudo de viabilidade técnica e econômica do empreendimento. "Temos um custo mais alto na Rnest (Refinaria do Nordeste, ou Refinaria Abreu e Lima). Tivemos diversos erros e acertos nessa refinaria", comentou. "Não fizemos refinaria nos últimos 30 anos", disse ela.
Graça afirmou que, ainda assim, trabalha com a meta de colocar a unidade em operação a partir de novembro de 2014. "Que a Venezuela venha a participar do projeto e que pague a parte que cabe a ela", comentou a executiva, em referência à participação da PDVSA na sociedade do empreendimento. A Petrobras avalia ainda a entrada de outras companhias estrangeiras nas demais refinarias planejadas pela empresa.
A presidente da Petrobras comemorou a decisão do governo sobre a realização da 11ª rodada de petróleo em maio do ano que vem e a primeira do pré-sal até o fim de 2013, dizendo ser "imperioso" que o Congresso Nacional aprove a lei sobre a divisão dos royalties do pré-sal.
Questionada sobre um eventual aumento no preço dos combustíveis, Graça disse que a companhia continua apostando em uma "convergência" entre os preços praticados no Brasil e no exterior. "Trabalho pela convergência dos preços, pela aproximação dos preços em algum momento. A convergência é importante."
O governo tem sinalizado que não há previsão de aumento de preço com repasse para o consumidor, com o propósito de evitar pressão sobre a inflação.
Entre as prioridades de investimento da Petrobras, disse Graça, está a execução das obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Ela garantiu que a fase 1 das obras do complexo sairá até abril de 2015 e que um segundo módulo ficará pronto três anos depois.

A presidente da Petrobras, Graça Foster, minimizou os resultados negativos da companhia registrados no segundo trimestre, quando a empresa amargou prejuízo de R$ 1,3 bilhão, e disse que a tendência é de que a companhia feche o ano de 2012 "no azul".


"Foi uma questão pontual e a tendência é que não haja resultado negativo na companhia", comentou Graça, após participação em audiência pública realizada ontem, na Câmara. "Diversas variáveis juntas trabalharam contra um resultado positivo. A possibilidade de que esses fatores aconteçam todos ao mesmo tempo é improvável", comentou. Perguntada sobre a necessidade de aumento do valor dos combustíveis para melhorar o desempenho financeiro da empresa, a executiva disse que a política de preço da empresa é de médio e longo prazo e que trabalha pela convergência de valores, referindo-se ao custo do combustível que é praticado fora do país. Graça disse esperar que a empresa venezuelana PDVSA viabilize sua participação na refinaria Abreu e Lima, em construção no Recife (PE). "Ela é nossa sócia potencial e tem mais experiência que nós em refino", afirmou.


Durante sua exposição aos parlamentares, Graça admitiu que a gestão da Petrobras "cometeu erros" no gerenciamento do projeto de Abreu e Lima, falhas que incluíram, por exemplo, problemas com o estudo de viabilidade técnica e econômica do empreendimento. "Temos um custo mais alto na Rnest (Refinaria do Nordeste, ou Refinaria Abreu e Lima). Tivemos diversos erros e acertos nessa refinaria", comentou. "Não fizemos refinaria nos últimos 30 anos", disse ela.


Graça afirmou que, ainda assim, trabalha com a meta de colocar a unidade em operação a partir de novembro de 2014. "Que a Venezuela venha a participar do projeto e que pague a parte que cabe a ela", comentou a executiva, em referência à participação da PDVSA na sociedade do empreendimento. A Petrobras avalia ainda a entrada de outras companhias estrangeiras nas demais refinarias planejadas pela empresa.


A presidente da Petrobras comemorou a decisão do governo sobre a realização da 11ª rodada de petróleo em maio do ano que vem e a primeira do pré-sal até o fim de 2013, dizendo ser "imperioso" que o Congresso Nacional aprove a lei sobre a divisão dos royalties do pré-sal.


Questionada sobre um eventual aumento no preço dos combustíveis, Graça disse que a companhia continua apostando em uma "convergência" entre os preços praticados no Brasil e no exterior. "Trabalho pela convergência dos preços, pela aproximação dos preços em algum momento. A convergência é importante."


O governo tem sinalizado que não há previsão de aumento de preço com repasse para o consumidor, com o propósito de evitar pressão sobre a inflação. Entre as prioridades de investimento da Petrobras, disse Graça, está a execução das obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Ela garantiu que a fase 1 das obras do complexo sairá até abril de 2015 e que um segundo módulo ficará pronto três anos depois.

 



Fonte: Valor Econômico
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