acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Petrobras

Graça Foster nega despejo de resíduos tóxicos

12/09/2012 | 10h16

 

A presidente da Petrobras, Graça Foster, negou na terça-feira (11) que a empresa tenha despejado resíduos tóxicos da extração de petróleo de plataformas marítimas no Rio de Janeiro.
Foster disse que a estatal atende a "todas as resoluções" do Conama (Conselho Nacional de Meio Ambiente), com regras rígidas de preservação ambiental. "Estamos dentro das regras, não reconhecemos essa informação de que a Petrobras esteja infringindo as orientações do Conama e outras mais".
A presidente disse que a empresa tem normas "tão exigentes como as regras para tratamento de água nos Estados Unidos e Europa". "Desconhecemos que estejamos infringindo, não concordamos com essa informação".
Reportagem da revista Época mostrou que a Polícia Federal (PF), por meio de inquérito da Divisão de Crimes Ambientais no Rio de Janeiro, vê indícios de que a empresa não respeita a legislação sobre o tratamento e o descarte da água tóxica - chamada de "água de produção" ou "água negra" -, que se mistura ao óleo prospectado nas unidades marítimas de produção.
As investigações teriam começado há dez meses, para apurar a suspeita de descarte de poluentes da Refinaria de Duque de Caxias (Reduc), a quarta maior da Petrobras.

A presidente da Petrobras, Graça Foster, negou na terça-feira (11) que a empresa tenha despejado resíduos tóxicos da extração de petróleo de plataformas marítimas no Rio de Janeiro.


Foster disse que a estatal atende a "todas as resoluções" do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), com regras rígidas de preservação ambiental. "Estamos dentro das regras, não reconhecemos essa informação de que a Petrobras esteja infringindo as orientações do Conama e outras mais".


A presidente disse que a empresa tem normas "tão exigentes como as regras para tratamento de água nos Estados Unidos e Europa". "Desconhecemos que estejamos infringindo, não concordamos com essa informação".


Reportagem da revista Época mostrou que a Polícia Federal (PF), por meio de inquérito da Divisão de Crimes Ambientais no Rio de Janeiro, vê indícios de que a empresa não respeita a legislação sobre o tratamento e o descarte da água tóxica - chamada de "água de produção" ou "água negra" -, que se mistura ao óleo prospectado nas unidades marítimas de produção.


As investigações teriam começado há dez meses, para apurar a suspeita de descarte de poluentes da Refinaria de Duque de Caxias (Reduc), a quarta maior da Petrobras.



Fonte: Folha de São Paulo
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar