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FGIN

Governo Federal admite que veto é negativo

16/07/2004 | 00h00

O governo federal admite que o veto ao Fundo Garantidor da Indústria Naval (FGIN) foi uma medida negativa para o setor naval brasileiro e que foi motivada pela necessidade de acumular recursos na conta do superávit primário do país. A informação foi dada pelo secretário de Fomento do Ministério dos Transportes, Sérgio Bacci, durante a cerimômina de batismo do rebocador Taurus, do grupo Wilson, sons, no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (15/07). "Se não tiver uma saída, eu não veto". Segundo Bacci, estas foram as palavras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma das reuniões com os Ministérios para decidir sobre a MP 177.
A saída foi a apresentação da Fundo Performance, que em linhas gerais consiste em subsidiar o empréstimo dos armadores e estaleiros para equiparar as taxas de seguro aos níveis internacionais. "Se um seguro em Cingapura custa US$ 5 milhões e no Brasil custa US$ 10 milhões, o governo dá a diferença para o tomador e ele pode fazer o seguro", explica Bacci. O Secretário informou que esta alternativa ainda está sob estudos e revisão do texto final e só deverá estar pronta nos próximos 15 dias.
"Todos nós sabemos da importância da indústria naval para a geração de emprego, renda e para o desenvolvimento do país. O presidente Lula também sabe e não queria vetar, mas o Ministro Palocci ponderou que no quadro geral da economia do país, observando todas as áreas, o direcionamento de R$ 400 milhões para o FGIN seria um baque muito forte na conta de superávit primário", contou Bacci.
O Secretário informou ainda, que aceitar o veto foi a contribuição que o setor de transportes deu para a condução da política econômica do país. "Nós precisamos da indústria naval e de navios, inclusive para exportação que está crescendo muito e necessita ser escoada", afirma Bacci, que acrescenta: "no entanto, o governo ainda está com uma capacidade de investimento muito apertada este ano".
Apesar do veto, Bacci afirmou que as portas não estão fechadas e que até o final do governo Lula esta mesma questão pode ser discutida novamente.



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