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Petróleo e Gás

Governo do RJ discute polo de subsea

18/04/2013 | 10h02
Governo do RJ discute polo de subsea
Ilustração Agência Petrobras Ilustração Agência Petrobras

 

Sob a coordenação da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, a indústria conheceu pela primeira vez nesta quarta-feira (17) detalhes da estruturação do polo fluminense de subsea, que visa aumentar a atratividade do estado neste segmento, trazendo investimentos de fornecedores e subfornecedores de olho na demanda crescente do pré-sal. A expectativa é de que as encomendas, apenas da Petrobras, atinjam R$ 10 bilhões nos próximos cinco anos.
Nessa primeira reunião, convocada pela Secretaria para articular os fabricantes de equipamentos submarinos de grande porte, e discutir a modelagem institucional do polo subsea, participaram cerca de 50 representantes das principais empresas fabricantes de equipamentos e fornecedoras diretas às operadoras. Na próxima sexta-feira (19), acontece a segunda reunião na Firjan, com os subfornecedores do setor de equipamentos submarinos da indústria de petróleo e gás.
“Esse foi um primeiro passo para começar a concretizar o polo de subsea”, avaliou o subsecretário estadual de Energia, Logística e Desenvolvimento Industrial, Marcelo Vertis.
Hoje, existem na cidade do Rio 35 empresas de subsea (27 de serviços e oito de produtos) instaladas, que empregam quase 1,2 mil funcionários. A ideia do novo polo é atrair fornecedores do segundo e terceiro elo dessa cadeia, contribuindo para a consolidação da diversificação da economia fluminense. Entre os equipamentos de subsea estão árvores de natal molhadas, cabeças de poço e conexões.
A modelagem do polo fluminense do setor começou a ser discutida há seis meses em parceria que envolve, além da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, a Petrobras, Firjan, Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), Sebrae-RJ e Rio Negócios. Na semana passada, o cônsul de negócios da Noruega no Rio, Rune Andersen, havia apresentado ao grupo que coordena a implantação do polo de subsea o modelo norueguês para este segmento.
O diretor de Política Industrial e Novos Negócios da Codin, Alexandre Gurgel, e o presidente da AgeRio, José Domingos Vargas, também apresentaram durante a reunião no Cenpes os mecanismos de atração de investimentos do governo do estado. Entre eles estão a concessão de incentivos fiscais e tributários, a disponibilização de um banco de áreas para novos empreendimentos, a busca de infraestrutura - como, por exemplo, água e gás - e a oferta de financiamentos.
Alexandre Gurgel também reafirmou a disponibilização de uma área especial, em Duque de Caxias, para novos fornecedores de subsea. O espaço, que já dispõe de licença prévia de instalação, tem 2 milhões de metros quadrados - tamanho máximo das áreas industriais da Codin. Outro espaço cogitado para nova oferta de indústria e serviços do setor foi apontado na reunião pelo diretor-executivo da Rio Negócios, Marcelo Haddad. A área tem cerca de 20 mil metros quadrados e tem como limites Benfica e Manguinhos, mais voltada para empresas tecnológicas, que demandam áreas menores.
Já o presidente da AgeRio ressaltou que a Agência Estadual de Fomento está prestes a aumentar de R$ 30 milhões para R$ 80 milhões sua linha de Credenciamento de Agente Financeiro da Finep, por meio do programa Inovacred. Os financiamentos do Inovacred serão destinados a projetos de inovação em produtos, processos, modelos de negócio e marketing.

Sob a coordenação da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, a indústria conheceu pela primeira vez nesta quarta-feira (17) detalhes da estruturação do polo fluminense de subsea, que visa aumentar a atratividade do estado neste segmento, trazendo investimentos de fornecedores e subfornecedores de olho na demanda crescente do pré-sal. A expectativa é de que as encomendas, apenas da Petrobras, atinjam R$ 10 bilhões nos próximos cinco anos.


Nessa primeira reunião, convocada pela Secretaria para articular os fabricantes de equipamentos submarinos de grande porte, e discutir a modelagem institucional do polo subsea, participaram cerca de 50 representantes das principais empresas fabricantes de equipamentos e fornecedoras diretas às operadoras. Na próxima sexta-feira (19), acontece a segunda reunião na Firjan, com os subfornecedores do setor de equipamentos submarinos da indústria de petróleo e gás.


“Esse foi um primeiro passo para começar a concretizar o polo de subsea”, avaliou o subsecretário estadual de Energia, Logística e Desenvolvimento Industrial, Marcelo Vertis.


Hoje, existem na cidade do Rio 35 empresas de subsea (27 de serviços e oito de produtos) instaladas, que empregam quase 1,2 mil funcionários. A ideia do novo polo é atrair fornecedores do segundo e terceiro elo dessa cadeia, contribuindo para a consolidação da diversificação da economia fluminense. Entre os equipamentos de subsea estão árvores de natal molhadas, cabeças de poço e conexões.


A modelagem do polo fluminense do setor começou a ser discutida há seis meses em parceria que envolve, além da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, a Petrobras, Firjan, Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), Sebrae-RJ e Rio Negócios. Na semana passada, o cônsul de negócios da Noruega no Rio, Rune Andersen, havia apresentado ao grupo que coordena a implantação do polo de subsea o modelo norueguês para este segmento.


O diretor de Política Industrial e Novos Negócios da Codin, Alexandre Gurgel, e o presidente da AgeRio, José Domingos Vargas, também apresentaram durante a reunião no Cenpes os mecanismos de atração de investimentos do governo do estado. Entre eles estão a concessão de incentivos fiscais e tributários, a disponibilização de um banco de áreas para novos empreendimentos, a busca de infraestrutura - como, por exemplo, água e gás - e a oferta de financiamentos.


Alexandre Gurgel também reafirmou a disponibilização de uma área especial, em Duque de Caxias, para novos fornecedores de subsea. O espaço, que já dispõe de licença prévia de instalação, tem 2 milhões de metros quadrados - tamanho máximo das áreas industriais da Codin. Outro espaço cogitado para nova oferta de indústria e serviços do setor foi apontado na reunião pelo diretor-executivo da Rio Negócios, Marcelo Haddad. A área tem cerca de 20 mil metros quadrados e tem como limites Benfica e Manguinhos, mais voltada para empresas tecnológicas, que demandam áreas menores.


Já o presidente da AgeRio ressaltou que a Agência Estadual de Fomento está prestes a aumentar de R$ 30 milhões para R$ 80 milhões sua linha de Credenciamento de Agente Financeiro da Finep, por meio do programa Inovacred. Os financiamentos do Inovacred serão destinados a projetos de inovação em produtos, processos, modelos de negócio e marketing.



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação
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