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Governo

Governo diz que resultado de estatais vai melhorar

19/07/2010 | 10h42
Planejamento afirma que deficit de R$ 1,7 bi até maio foi gerado por fatores que não estavam previstos no Orçamento


O Ministério do Planejamento espera reverter até dezembro a tendência de queda do resultado das estatais registrada nos primeiros cinco meses deste ano.


O Planejamento credita o deficit de R$ 1,7 bilhão registrado entre janeiro e maio a fatores que não estavam previstos no Programa de Dispêndios Globais, que compatibiliza o volume de recursos e despesas das estatais com as metas de política econômica do governo federal.


Entre as despesas que comprometeram o saldo das estatais, segundo o Planejamento, está o pagamento de dividendos retidos em anos anteriores de mais de R$ 2,9 bilhões pela Eletrobras.


Dona do maior deficit entre as estatais em 2008, Furnas Centrais Elétricas não explicou o motivo que a levou a não cumprir a meta daquele ano. A Eletrobras, por meio da assessoria de imprensa, disse que, "para efeitos de superavit primário, o governo e a Eletrobras não consideram as empresas do sistema individualmente".


Nem a Eletrobras nem Furnas informaram a sobra ou o deficit de caixa registrados em 2009 e nos primeiros meses deste ano. Por meio de nota, afirmaram apenas que "a meta fiscal será sempre perseguida nos níveis determinados pelo acionista majoritário".
 

Tal qual a Petrobras, a Eletrobras pleiteia que as empresas do grupo sejam retiradas das metas de superavit. "O sistema Eletrobras tem, nos últimos anos, adotado ações que nos levam na mesma direção do tratamento dado à Petrobras."


"Os investimentos nos quais estamos participando são de grande vulto e serão fundamentais para atender ao crescimento esperado do PIB, e, dentro desses parâmetros, a questão do superavit primário tem sido discutida com o governo", informou, por meio de nota.


Segundo o Ministério do Planejamento, o governo optou por retirar a Petrobras do cálculo do superavit para o grupo investir no pré-sal. A medida também foi adotada para incentivar a realização dos investimentos para combater os reflexos da crise financeira no final de 2008.


Fonte: Folha de S.Paulo
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