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Carros e tomadas

Governo deve anunciar incentivos a carros elétricos na próxima semana

19/05/2010 | 15h33

O secretário de política econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, afirmou durante o 22° Fórum Nacional, no Rio, que o governo deve anunciar na próxima semana, o resultado de um estudo para incentivar o carro elétrico no Brasil.

Ele afirmou que o objetivo das medidas é incentivar a pesquisa e produção destes automóveis no país. De acordo com Barbosa, o estudo, realizado a pedido de um grupo de trabalho criado para incentivar o carrro elétrico, indicou que o automóvel movido a eletricidade é muito mais econômico que o movido a combustível, seja etanol ou gasolina.

 

- O quilômetro rodado do carro a combustível custa R$ 0,22, já no carro elétrico esse custo é de R$ 0,06 - afirmou.

 

O secretário indicou também que a Itaipu Binacional fez um levantamento para mensurar o impacto de um crescimento do número de carros elétricos no Brasil. A conclusão é que se 10% dos carros vendidos no Brasil fossem elétricos, o consumo de energia elétrica aumentaria apenas 0,2%. O secretário, contudo, lembra que ainda há grandes desafios tecnológicos para a popularização do carro elétrico. Além da falta de tecnologia na questão de baterias, há problemas na rede de alimentação desses carros. Para ser eficiente, o carregamento dessas baterias deveria ser em alta voltagem, algo que teria que ser desenvolvido. Nelson Barbosa lembrou que hoje com uma rede de 220 volts, o carregamento de um carro demoraria de 8 a 10 horas.

- Estamos atrasados nesse desenvolvimento tecnológico, mas podemos ganhar espaço com veículos híbridos, que utilizem ao mesmo tempo energia elétrica e etanol. Queremos desenvolver isso principalemnete em ônibus, pois possuímos uma frota indústria nacional no setor - destacou Barbosa.

 

O secretário indicou também que o grupo de trabalho deverá rever a tributação dos carros elétricos. Hoje um veículo desse tipo paga 25% de IPI, mais que o o dobro dos carros flexfluel. Ele indicou que esses automóveis poderão ter uma tributação até menor do que os carros flex, porém, lembrou que isso não poderia ser reduzido de uma única vez, pois favorecia a importação enquanto o objetivo é a produção dos veículos no Brasil.

 



Fonte: O Globo
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