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Renováveis

Geração eólica pode chegar a 3,5% da matriz de oferta elétrica em 2015

10/08/2015 | 15h28
Geração eólica pode chegar a 3,5% da matriz de oferta elétrica em 2015
Divulgação Divulgação

 

A energia eólica pode chegar a 3,5% da Oferta Interna de Energia (OIE) brasileira até o final de 2015, um crescimento de 1,5 ponto percentual em comparação a 2014. Os dados constam no Boletim Mensal de Energia, produzido pela Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético (SPE), do Ministério de Minas e Energia (MME). A energia eólica produzida no país ao final do ano deverá ser em torno de 20 TWh, o equivalente a mais da metade da futura geração da usina de Belo Monte, ou suficiente para atender ao consumo residencial de uma região de 30 milhões de habitantes.
A expansão das eólicas deve ajudar a elevar a participação das fontes renováveis na Oferta de Interna de Energia Elétrica (OIEE) no país, para 74,9% ao final deste ano, aponta o boletim. Ao final de 2014, as energias renováveis responderam por 74,6% da oferta de eletricidade no Brasil.
O aumento da participação das renováveis na Oferta Interna de Energia Elétrica também é impulsionado pela geração a partir da biomassa. Segundo o Boletim Mensal de Energia, essa fonte tem expansão prevista de 0,9 ponto percentual até o final de 2015, representando 8,3% da oferta de energia elétrica no país, contra os 7,4% verificados em 2014.
Biodiesel
A vocação brasileira em ter uma matriz energética com grande participação de fontes limpas e renováveis se confirma na forte expansão da participação do biodiesel entre os combustíveis utilizados no país. De acordo com o Boletim, em maio a produção de biodiesel no país cresceu 39,7% em comparação ao mesmo mês de 2014. No ano até maio, a produção acumula alta de 28,4% ante igual período do ano passado. A expectativa é que a produção de biodiesel cresça mais de 20% em 2015.
O Boletim Mensal de Energia acompanha um conjunto de variáveis energéticas e não energéticas que permitem avaliar o comportamento mensal e acumulado da demanda total de energia do Brasil. A publicação está disponível mensalmente na página do MME. 

A energia eólica pode chegar a 3,5% da Oferta Interna de Energia (OIE) brasileira até o final de 2015, um crescimento de 1,5 ponto percentual em comparação a 2014. Os dados constam no Boletim Mensal de Energia, produzido pela Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético (SPE), do Ministério de Minas e Energia (MME).

A energia eólica produzida no país ao final do ano deverá ser em torno de 20 TWh, o equivalente a mais da metade da futura geração da usina de Belo Monte, ou suficiente para atender ao consumo residencial de uma região de 30 milhões de habitantes.

A expansão das eólicas deve ajudar a elevar a participação das fontes renováveis na Oferta de Interna de Energia Elétrica (OIEE) no país, para 74,9% ao final deste ano, aponta o boletim. Ao final de 2014, as energias renováveis responderam por 74,6% da oferta de eletricidade no Brasil.

O aumento da participação das renováveis na Oferta Interna de Energia Elétrica também é impulsionado pela geração a partir da biomassa. Segundo o Boletim Mensal de Energia, essa fonte tem expansão prevista de 0,9 ponto percentual até o final de 2015, representando 8,3% da oferta de energia elétrica no país, contra os 7,4% verificados em 2014.

Biodiesel
A vocação brasileira em ter uma matriz energética com grande participação de fontes limpas e renováveis se confirma na forte expansão da participação do biodiesel entre os combustíveis utilizados no país. De acordo com o Boletim, em maio a produção de biodiesel no país cresceu 39,7% em comparação ao mesmo mês de 2014. No ano até maio, a produção acumula alta de 28,4% ante igual período do ano passado. A expectativa é que a produção de biodiesel cresça mais de 20% em 2015.

O Boletim Mensal de Energia acompanha um conjunto de variáveis energéticas e não energéticas que permitem avaliar o comportamento mensal e acumulado da demanda total de energia do Brasil. A publicação está disponível mensalmente na página do MME. 

 



Fonte: MME / Abeeólica
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