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Energias renováveis

Geração de energia elétrica no Sul, vinda de fontes renováveis teve 92% de participação

28/12/2016 | 09h04
Geração de energia elétrica no Sul, vinda de fontes renováveis teve 92% de participação
Cortesia Itaipu Binacional Cortesia Itaipu Binacional

A região Sul detém a maior participação de renováveis na matriz de geração elétrica, de 92% em 2015, superando em muito o indicador nacional de 74% e o indicador de 55% da região Sudeste, o menor entre as cinco regiões brasileiras. A participação de 87% de hidráulica na geração total da região Sul é também a maior entre as regiões. Os dados constam no boletim “Matrizes Elétricas Estaduais – ano de referência 2015” - da Secretária de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia (MME).

Considerando as demais regiões brasileiras, o Centro-Oeste ocupa o segundo lugar na geração de energia por renováveis (87%); seguindo pelo Norte (86%); Nordeste (56%); e Sudeste (55%). Com relação ao comércio externo de energia elétrica, o Sudeste e Nordeste tiveram déficits em relação às necessidades totais, de 48% e 11%, respectivamente. Já a região Norte apresentou superávit de 85%, a Sul de 73% e a Centro-Oeste, de 43%.

O Norte mostrou a maior proporção da indústria no consumo final de energia elétrica, de 48%, em razão, principalmente, da presença da indústria de alumínio, alumina e de outros não ferrosos, no estado do Pará. O Centro-Oeste se destaca pela maior presença do setor de serviços, com 31%, com forte influência do indicador de 53% no Distrito Federal.

No período de 2000 para 2015, os estados com superávit de energia elétrica passaram de 6 para 15, mostrando uma matriz elétrica mais diversificada e uma malha de transmissão mais robusta, capaz de promover o intercâmbio entre as regiões sem comprometimento do suprimento.

No mesmo período, o Nordeste brasileiro mostrou a maior taxa média de crescimento ao ano no consumo de energia elétrica per capita residencial, de 3,3%. A região Sudeste ficou com a menor no mesmo quesito (0,6). A exemplo do que ocorre no mundo, as regiões menos desenvolvidas tendem a uma maior expansão de bens de consumo, e as mais desenvolvidas a uma maior reposição, resultando na diferença entre os indicadores.

O boletim “Matrizes Elétricas Estaduais” apresenta fluxos, gráficos e dados sobre as matrizes elétricas de insumos, de geração, de demanda total, de comércio externo, de consumo final setorial e de perdas, para as cinco regiões e as 27 Unidades da Federação brasileiras. O documento também traz indicadores de consumo per capita, de ranking e de taxas de crescimento entre 2000 e 2015.



Fonte: Redação/Assessoria MME
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