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Petróleo e Gás

Geoquímico ANP aponta áreas com potencial de petróleo no CE

17/07/2012 | 11h44

 

A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) identificou novas áreas no Ceará com potencial para ocorrência de óleo e gás natural, e que já podem ser ofertadas nas futuras rodadas de licitação para que sejam comercialmente exploradas. A conclusão foi feita após pesquisa de levantamento geoquímico realizada da parte ocidental da Bacia do Ceará, e concluída em maio último.
O estudo apontou que estas áreas ficam na extremidade leste da bacia e em pontos situados ao norte da mesma.
Próximos levantamentos
Para a comprovação das acumulações petrolíferas e identificação de seu porte serão precisos, contudo, novos estudos exploratórios, mais aprofundados. Tais estudos, informa a ANP, através de sua assessoria de imprensa, consistem de levantamentos sísmicos e perfuração de poços exploratórios.
A pesquisa, no caso, seria bancada pela empresa que vencesse a licitação para explorar estas áreas, quando estas forem postas em certame. "Os estudos visam apenas avaliar se a área tem potencial para conter reservas de petróleo e gás com o objetivo de verificar a possibilidade de oferecê-la em uma futura licitação de blocos exploratórios. Não é papel da ANP fazer descobertas ou determinar a comercialidade das acumulações de hidrocarbonetos", explicou a agência ao 'Diário do Nordeste'.
Próximas rodadas
A assessoria de imprensa da ANP informou que a diretoria ainda está estudando a possibilidade de incluir nas próximas rodadas a licitação. A seguinte será a décima primeira rodada, que já conta com os blocos definidos desde o ano passado. Já a décima segunda ainda está em definição e, apesar de já haver a previsão que sejam ofertados blocos nos estados do Acre, Piauí, Mato Grosso, Maranhão e norte do Paraná, conforme adiantou na semana passada a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, a agência não descarta a possibilidade de as novas áreas no Ceará serem postas no certame.
Nos estudos realizados, que tiveram início em janeiro do ano passado, foram coletados mil testemunhos em amostras do assoalho oceânico. A pesquisa, cujo investimento total foi de R$ 12,7 milhões, estava incluída no Plano Plurianual de Geologia e Geofísica 2007-2014 da ANP.
Localização
As extensões pesquisadas foram as denominadas sub-bacias de Piauí, Acaraú e Icaraí, ocupando uma área de 9,4 mil quilômetros quadrados. As amostras foram tiradas em lâminas d´água compreendidas entre 50 e 2.500 metros, atingindo, assim, águas profundas. Hoje, há produção marítima de petróleo em território cearense apenas em águas rasas, com até 50 metros de profundidade. Esta se dá na própria Bacia do Ceará, no litoral de Paracuru.
Realizadores do estudo
Os trabalhos do estudo foram realizados pelo consórcio contratado por meio de licitação, formado pelas empresas Ipex e Fugro. A Ipex é a mesma que realizou o estudo na Bacia do Araripe, que envolve a região do Cariri, também incluído no plano plurianual da ANP. Após investimento de R$ 3,8 milhões na análise e interpretação dos dados, contudo, foi-se concluído que a região não possui petróleo para comercialização.
A Fugro, por sua vez, é uma empresa especializada, entre outros serviços, em levantamentos geofísicos, especialmente para a área de petróleo e gás, e foi ela quem realizou a retirada das amostras, processo feito através do testemunhador conhecido por "piston core".

A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) identificou novas áreas no Ceará com potencial para ocorrência de óleo e gás natural, e que já podem ser ofertadas nas futuras rodadas de licitação para que sejam comercialmente exploradas. A conclusão foi feita após pesquisa de levantamento geoquímico realizada da parte ocidental da Bacia do Ceará, e concluída em maio último.


O estudo apontou que estas áreas ficam na extremidade leste da bacia e em pontos situados ao norte da mesma.


Próximos levantamentos


Para a comprovação das acumulações petrolíferas e identificação de seu porte serão precisos, contudo, novos estudos exploratórios, mais aprofundados. Tais estudos, informa a ANP, através de sua assessoria de imprensa, consistem de levantamentos sísmicos e perfuração de poços exploratórios.


A pesquisa, no caso, seria bancada pela empresa que vencesse a licitação para explorar estas áreas, quando estas forem postas em certame. "Os estudos visam apenas avaliar se a área tem potencial para conter reservas de petróleo e gás com o objetivo de verificar a possibilidade de oferecê-la em uma futura licitação de blocos exploratórios. Não é papel da ANP fazer descobertas ou determinar a comercialidade das acumulações de hidrocarbonetos", explicou a agência ao 'Diário do Nordeste'.



Próximas rodadas


A assessoria de imprensa da ANP informou que a diretoria ainda está estudando a possibilidade de incluir nas próximas rodadas a licitação. A seguinte será a décima primeira rodada, que já conta com os blocos definidos desde o ano passado. Já a décima segunda ainda está em definição e, apesar de já haver a previsão que sejam ofertados blocos nos estados do Acre, Piauí, Mato Grosso, Maranhão e norte do Paraná, conforme adiantou na semana passada a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, a agência não descarta a possibilidade de as novas áreas no Ceará serem postas no certame.


Nos estudos realizados, que tiveram início em janeiro do ano passado, foram coletados mil testemunhos em amostras do assoalho oceânico. A pesquisa, cujo investimento total foi de R$ 12,7 milhões, estava incluída no Plano Plurianual de Geologia e Geofísica 2007-2014 da ANP.



Localização


As extensões pesquisadas foram as denominadas sub-bacias de Piauí, Acaraú e Icaraí, ocupando uma área de 9,4 mil quilômetros quadrados. As amostras foram tiradas em lâminas d´água compreendidas entre 50 e 2.500 metros, atingindo, assim, águas profundas. Hoje, há produção marítima de petróleo em território cearense apenas em águas rasas, com até 50 metros de profundidade. Esta se dá na própria Bacia do Ceará, no litoral de Paracuru.



Realizadores do estudo


Os trabalhos do estudo foram realizados pelo consórcio contratado por meio de licitação, formado pelas empresas Ipex e Fugro. A Ipex é a mesma que realizou o estudo na Bacia do Araripe, que envolve a região do Cariri, também incluído no plano plurianual da ANP. Após investimento de R$ 3,8 milhões na análise e interpretação dos dados, contudo, foi-se concluído que a região não possui petróleo para comercialização.


A Fugro, por sua vez, é uma empresa especializada, entre outros serviços, em levantamentos geofísicos, especialmente para a área de petróleo e gás, e foi ela quem realizou a retirada das amostras, processo feito através do testemunhador conhecido por "piston core".

 



Fonte: Diário do Nordeste
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