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Tecnologia

GEO Energética apresenta solução que transforma resíduo orgânico em energia

17/10/2012 | 17h00

 

A GEO Energética, empresa paranaense que há dez anos investe em pesquisas e no desenvolvimento de soluções biotecnológicas para a geração de energia verde, apresentou na última terça-feira (16), durante a 12ª Conferência Internacional sobre Açúcar e Álcool, organizada pela Datagro, em São Paulo, um novo sistema de reciclagem de resíduos orgânicos para a geração de energia renovável e Gás Natural Verde, para substituição do diesel na logística operacional da agroindústria brasileira.
A novidade foi apresentada no painel "Novas Tecnologias" da conferência, com moderação pelo presidente da Sociedade Rural Brasileira, Cesario Ramalho. O diretor da GEO Energética Alessandro Gardemann ministrou a palestra intitulada: “Biodigestão: captura de energia adicional e aumento da fertilidade do solo” (“Biodigestion: capturing additional energy and increasing soil fertility”).
A GEO desenvolveu e  patenteou um novo sistema de reciclagem de resíduos orgânicos para a geração de energia renovável. As vantagens deste processo são a captura de carbono, a mitigação dos impactos ambientais e a aceleração da formação do solo. Mas há ainda os produtos propriamente ditos do sistema da GEO: (1) adubo de excelente qualidade devido a preservação dos nutrientes, (2) energia elétrica e (3)  biometano, estes dois últimos provenientes do biogás da GEO.
A energia elétrica da GEO é 100% verde e renovável, com alto valor agregado no mercado livre. O biometano da GEO, batizado de GNVerde, pode ser comprimido e usado como combustível, especialmente na frota da própria agroindústria, substituindo o uso do diesel. No caso do setor sucroenergético, a usina que substituir o diesel pelo biometano GEO produzirá etanol com 95% de redução na emissão de gases do efeito estufa, segundo estudo realizado pelo Centro Nacional de Referência em Biomassa (CenBio), da USP.
Além de energia limpa e gás natural verde, o sistema da GEO produz adubo sólido e líquido de alto valor agregado, devolvendo ao solo os nutrientes que a atividade agrícola retira.
Por meio do desenvolvimento de aditivos e equipamentos patenteados, a GEO conseguiu controlar e potencializar todas as etapas de produção de biogás, em escala única no Brasil. A partir do uso de qualquer tipo de resíduo orgânico, sólido e líquido, e da estabilização desse material para armazenagem durante o ano inteiro, sem riscos de degradação da biomassa, a GEO consegue produzir biogás em grandes volumes e gerar energia elétrica firme e renovável.
Após operar três plantas pilotos para testar e comprovar sua biotecnologia, a GEO inaugurou no início desta ano a sua primeira planta comercial, instalada no noroeste do Paraná, em parceria com a Usina Coopcana. Com capacidade de gerar 4 MW de energia elétrica, esta planta recicla torta de filtro, vinhaça e palha, os três principais resíduos da indústria sucroenergética. Em plena expansão, esta planta terá sua capacidade ampliada para 16 MW de energia a partir do ano que vem.

A GEO Energética, empresa paranaense que há dez anos investe em pesquisas e no desenvolvimento de soluções biotecnológicas para a geração de energia verde, apresentou na última terça-feira (16), durante a 12ª Conferência Internacional sobre Açúcar e Álcool, organizada pela Datagro, em São Paulo, um novo sistema de reciclagem de resíduos orgânicos para a geração de energia renovável e Gás Natural Verde, para substituição do diesel na logística operacional da agroindústria brasileira.


A novidade foi apresentada no painel "Novas Tecnologias" da conferência, com moderação pelo presidente da Sociedade Rural Brasileira, Cesario Ramalho. O diretor da GEO Energética Alessandro Gardemann ministrou a palestra intitulada: “Biodigestão: captura de energia adicional e aumento da fertilidade do solo” (“Biodigestion: capturing additional energy and increasing soil fertility”).


A GEO desenvolveu e  patenteou um novo sistema de reciclagem de resíduos orgânicos para a geração de energia renovável. As vantagens deste processo são a captura de carbono, a mitigação dos impactos ambientais e a aceleração da formação do solo. Mas há ainda os produtos propriamente ditos do sistema da GEO: (1) adubo de excelente qualidade devido a preservação dos nutrientes, (2) energia elétrica e (3)  biometano, estes dois últimos provenientes do biogás da GEO.


A energia elétrica da GEO é 100% verde e renovável, com alto valor agregado no mercado livre. O biometano da GEO, batizado de GNVerde, pode ser comprimido e usado como combustível, especialmente na frota da própria agroindústria, substituindo o uso do diesel. No caso do setor sucroenergético, a usina que substituir o diesel pelo biometano GEO produzirá etanol com 95% de redução na emissão de gases do efeito estufa, segundo estudo realizado pelo Centro Nacional de Referência em Biomassa (CenBio), da USP.


Além de energia limpa e gás natural verde, o sistema da GEO produz adubo sólido e líquido de alto valor agregado, devolvendo ao solo os nutrientes que a atividade agrícola retira.


Por meio do desenvolvimento de aditivos e equipamentos patenteados, a GEO conseguiu controlar e potencializar todas as etapas de produção de biogás, em escala única no Brasil. A partir do uso de qualquer tipo de resíduo orgânico, sólido e líquido, e da estabilização desse material para armazenagem durante o ano inteiro, sem riscos de degradação da biomassa, a GEO consegue produzir biogás em grandes volumes e gerar energia elétrica firme e renovável.


Após operar três plantas pilotos para testar e comprovar sua biotecnologia, a GEO inaugurou no início desta ano a sua primeira planta comercial, instalada no noroeste do Paraná, em parceria com a Usina Coopcana. Com capacidade de gerar 4 MW de energia elétrica, esta planta recicla torta de filtro, vinhaça e palha, os três principais resíduos da indústria sucroenergética. Em plena expansão, esta planta terá sua capacidade ampliada para 16 MW de energia a partir do ano que vem.

 



Fonte: Redação
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