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Plataformas

GDK vai investir R$ 100 mi em nova unidade na Bahia

11/07/2005 | 00h00

Complexo produzirá plataformas de terra e marítimas para exploração de petróleo e gás

A GDK Engenharia vai colocar em operação, em dezembro, na Bahia, um complexo industrial voltado à construção de módulos para plataformas marítimas para exploração petrolífera (off-shore) e para plantas terrestres para petróleo e gás (on-shore) e um porto para reparo e conversão de navios em plataformas petrolíferas. O investimento será de R$ 100 milhões, mas o complexo poderá ser ampliado no futuro, caso a demanda do mercado exija, afirma o presidente do conselho de administração da GDK, Gilvan Couceiro D´Amorim. Segundo ele, não há orçamento definido para uma eventual fase de ampliação.
O empreendimento fica na Baía de Aratu, na cidade de Candeias, na região metropolitana de Salvador. A unidade terá um cais de atracação de 250 metros de extensão e 12 metros de calado. A unidade terá capacidade de produzir simultaneamente até quatro módulos "off-shore" de grande porte, cada um com cerca de 2,5 mil toneladas e que exigem até seis meses para serem concluídos. Inicialmente, serão empregados 800 novos funcionários, número que saltará a 1,2 mil quando o complexo estiver em plena atividade. A empresa tem hoje cerca de 5,5 mil funcionários. Cerca de 60% deles estão na operação baiana da construtora, que nasceu no estado.
Com o complexo, a GDK pretende ampliar a competitividade na oferta de serviços à indústria petroquímica, principalmente à Petrobras, sua principal cliente. "A indústria de `offshore` está crescendo. Por isso é que estamos investindo", disse D´Amorim. Mesmo com as obras ainda em andamento, conta o presidente, empresas petrolíferas que atuam no Brasil também já estão fazendo cotações de preços para encomendar módulos à GDK.
D´Amorim diz que a construtora está "apostando as fichas" nas atividades de montagem industrial e de construção de módulos "off-shore" em função dos investimentos crescentes das petrolíferas, movimento puxado pela alta do preço do petróleo. A construtora está particularmente animada com os aportes na Bacia de Campos (RJ) e na Bacia de Camamu (BA). A bacia baiana deverá começar a fornecer gás natural a partir de janeiro, o que dobrará a oferta do produto no estado. O gás será em grande parte consumido pelas empresas localizadas no pólo petroquímico de Camaçari.
A construção do complexo industrial ocorre no momento em que a GDK está, segundo D´Amorim, "em compasso de espera" para definir as próximas ações no mercado boliviano. A empresa mantém um escritório no país vizinho, mas as atividades foram reduzidas em função da crise política local. Não há intenção, entretanto, de deixar a Bolívia em função dessas intempéries.
Em contrapartida, a unidade africana da GDK deve começar a operar efetivamente nos próximos meses. Em 30 dias deve sair o resultado da licitação para as obras em dutos e estações de petróleo e gás. Por enquanto, a empresa não pretende ter operações em outros países. "Mercados como o dos Estados Unidos e da Europa são muito protecionistas. O financiamento para as empresas de lá é muito mais fácil que para as que chegam de fora", diz D´Amorim.



Fonte: Valor Econômico
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