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Energia

GDF Suez vende 20% de Jirau para japonesa Mitsui

13/05/2013 | 11h44

 

A francesa GDF Suez vendeu uma participação de 20% que detinha na usina hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, para a japonesa Mitsui & Co, por R$ 1,14 bilhão. A transação avalia o empreendimento em R$ 5,7 bilhões.
O grupo europeu possuía, no total, uma fatia de 60% em Jirau, por meio de sua subsidiária Suez Energy. Eletrosul e Chesf, com 20% cada, controlam o restante do capital da usina.
A GDF informou que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) garantiu o financiamento do projeto, bem como um grupo de bancos comerciais. Já foram emitidas as licenças operacional e ambiental para a hidrelétrica.
A francesa destacou que Jirau provavelmente funcionará a plena capacidade em 2015. Até que seja finalizada, o investimento previsto na usina é de R$ 16 bilhões. Segundo a empresa, 73% da energia que será produzida já está contratada por 30 anos.
O negócio prevê aportes de recursos pela Mitsui para que o projeto seja implantado, informou a GDF Suez por meio de comunicado enviado pela sua controlada brasileira Tractebel à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
O texto não revela cifras que a asiática terá de investir no empreendimento.
A GDF disse ainda que a venda dessa fatia à Mitsui reduzirá sua dívida líquida em 2,2 bilhões de euros. O montante não leva em conta o ganho de caixa que será registrado com o pagamento da japonesa. Ao fim de março, o endividamento líquido da francesa era de 34,1 bilhões de euros. Ela tenta reduzir esse nível para melhorar seu perfil de crédito.
Apesar de ter vendido parte do capital da usina, a companhia europeia afirmou que não vai reduzir sua presença no país. “A GDF Suez confirma sua intenção de aumentar a presença em mercados de rápido crescimento, em particular no Brasil, onde o grupo já está há 15 anos”, diz em nota.
No comunicado enviado pela Tractebel, a empresa lembra que a parceria com a Mitsui já tem longa data. Cooperações operacionais e investimentos conjuntos entre ambas podem ser observados no Canadá, na Europa, no Oriente Médio, na África, na Ásia e na Austrália.

A francesa GDF Suez vendeu uma participação de 20% que detinha na usina hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, para a japonesa Mitsui & Co, por R$ 1,14 bilhão. A transação avalia o empreendimento em R$ 5,7 bilhões.


O grupo europeu possuía, no total, uma fatia de 60% em Jirau, por meio de sua subsidiária Suez Energy. Eletrosul e Chesf, com 20% cada, controlam o restante do capital da usina.


A GDF informou que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) garantiu o financiamento do projeto, bem como um grupo de bancos comerciais. Já foram emitidas as licenças operacional e ambiental para a hidrelétrica.


A francesa destacou que Jirau provavelmente funcionará a plena capacidade em 2015. Até que seja finalizada, o investimento previsto na usina é de R$ 16 bilhões. Segundo a empresa, 73% da energia que será produzida já está contratada por 30 anos.


O negócio prevê aportes de recursos pela Mitsui para que o projeto seja implantado, informou a GDF Suez por meio de comunicado enviado pela sua controlada brasileira Tractebel à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).


O texto não revela cifras que a asiática terá de investir no empreendimento.


A GDF disse ainda que a venda dessa fatia à Mitsui reduzirá sua dívida líquida em 2,2 bilhões de euros. O montante não leva em conta o ganho de caixa que será registrado com o pagamento da japonesa. Ao fim de março, o endividamento líquido da francesa era de 34,1 bilhões de euros. Ela tenta reduzir esse nível para melhorar seu perfil de crédito.


Apesar de ter vendido parte do capital da usina, a companhia europeia afirmou que não vai reduzir sua presença no país. “A GDF Suez confirma sua intenção de aumentar a presença em mercados de rápido crescimento, em particular no Brasil, onde o grupo já está há 15 anos”, diz em nota.


No comunicado enviado pela Tractebel, a empresa lembra que a parceria com a Mitsui já tem longa data. Cooperações operacionais e investimentos conjuntos entre ambas podem ser observados no Canadá, na Europa, no Oriente Médio, na África, na Ásia e na Austrália.

 



Fonte: Valor Econômico
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