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Gasolina

Gasolina vai subir em setembro

07/08/2014 | 09h38

 

A sinalização do ministro da Fazenda, Guido Mantega, para um novo aumento no preço da gasolina deixou o carioca apreensivo. Mesmo com os valores estáveis nas últimas semanas nas bombas, os motoristas já pensam encerrar o mês com tanque cheio. Especialistas no setor acreditam que a alta ocorrerá no começo de setembro e terá impacto nos índices de inflação.
Ao saber da indicação do reajuste, a motorista Danielle Teixeira, 39 anos, levou a mão ao rosto em um sinal de preocupação. Pega de surpresa, ela diz que usará menos o automóvel. “Nenhum aumento é bom, o preço da gasolina deveria ser menor. Vou ter que economizar usando pouco o carro”, disse.
Na terça-feira, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, deu indícios de que pode haver novo aumento no preço da gasolina ainda este ano. “Todos os anos tem correção do preço dos combustíveis”.
Uns mais, outros menos. Não teve nenhum ano que não teve aumento da gasolina. Essa é a regra”, afirmou Mantega, sem detalhar a data do reajuste do combustível.
Peso na inflação
Para um executivo do setor, que prefere não se identificar, a alta do valor era esperada para antes do mês de outubro, por conta da defasagem dos combustíveis em relação ao mercado externo e da forte pressão pela autorização do aumento.
“Esperávamos esse aumento para o próximo mês, porque o governo não iria conseguir segurar para depois das eleições. A inflação está alta e por isso o reajuste virá, mesmo que escalonado”, acredita o dirigente.
Economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), André Braz explica que o peso no índice de inflação é de aproximadamente 4%.
“Para cada 1% de aumento, o índice contribui com 0,04 ponto percentual para a inflação. E assim o valor se multiplica”, explicou o especialista da instituição.
No Rio, preços dos combustíveis estão estáveis
O taxista Antônio Carlos acredita que o faturamento ficará menor: ‘Vou ter que ficar com o prejuízo’
> O preço médio dos combustíveis no Município do Rio apresentou estabilidade nas últimas semanas, segundo o Sistema de Levantamento de Preços (SLP) da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Nas bombas dos postos o litro da gasolina custava R$ 3,121 entre 6 e 12 de julho e, no último estudo, entre os dias 27 de julho e 2 de agosto, ficou em R$ 3,109. Uma redução de 0,38%.
Os motoristas que abastecem com álcool pagaram caro em comparação a gasolina, apesar de ter sido leve a alta na última semana. No início do mês de julho, o preço do etanol estava em R$ 2,460 e no último sábado custava R$2,437 nos postos, sendo menos vantajoso que a gasolina.
O GNV continua como boa opção para abastecer o carro, mesmo com a oscilação de valores nas últimas semanas, segundo a ANP. Em 6 de julho, o metro cúbico do gás combustível custava R$ 1,734. Caiu para R$1,697 no dia 13, teve pequena alta a R$ 1,699 e outra elevação, um pouco maior, para R$ 1,703. Assim, apresentou a maior queda entre os três combustíveis, de -1,78%.
O taxista Antônio Carlos, 49 anos e 14 anos de profissão, instalou o GNV em seu carro pela relação custo-benefício. “O preço do gás está alto, mas em compensação eu faço mais quilometragem com ele”, explicou.
Mesmo assim, ele lamenta o reajuste da gasolina: “Todo aumento é ruim. Meu faturamento vai ser menor porque a tarifa da viagem será a mesma. O consumidor sempre fica no prejuízo” reclama.

A sinalização do ministro da Fazenda, Guido Mantega, para um novo aumento no preço da gasolina deixou o carioca apreensivo.

Mesmo com os valores estáveis nas últimas semanas nas bombas, os motoristas já pensam encerrar o mês com tanque cheio.

Especialistas no setor acreditam que a alta ocorrerá no começo de setembro e terá impacto nos índices de inflação.

Ao saber da indicação do reajuste, a motorista Danielle Teixeira, 39 anos, levou a mão ao rosto em um sinal de preocupação.

Pega de surpresa, ela diz que usará menos o automóvel. “Nenhum aumento é bom, o preço da gasolina deveria ser menor. Vou ter que economizar usando pouco o carro”, disse.

Na terça-feira, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, deu indícios de que pode haver novo aumento no preço da gasolina ainda este ano. “Todos os anos tem correção do preço dos combustíveis”.

Uns mais, outros menos. Não teve nenhum ano que não teve aumento da gasolina. Essa é a regra”, afirmou Mantega, sem detalhar a data do reajuste do combustível.

Peso na inflação

Para um executivo do setor, que prefere não se identificar, a alta do valor era esperada para antes do mês de outubro, por conta da defasagem dos combustíveis em relação ao mercado externo e da forte pressão pela autorização do aumento.

“Esperávamos esse aumento para o próximo mês, porque o governo não iria conseguir segurar para depois das eleições. A inflação está alta e por isso o reajuste virá, mesmo que escalonado”, acredita o dirigente.

Economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), André Braz explica que o peso no índice de inflação é de aproximadamente 4%.

“Para cada 1% de aumento, o índice contribui com 0,04 ponto percentual para a inflação. E assim o valor se multiplica”, explicou o especialista da instituição.

No Rio, preços dos combustíveis estão estáveis

O taxista Antônio Carlos acredita que o faturamento ficará menor: ‘Vou ter que ficar com o prejuízo’

> O preço médio dos combustíveis no Município do Rio apresentou estabilidade nas últimas semanas, segundo o Sistema de Levantamento de Preços (SLP) da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Nas bombas dos postos o litro da gasolina custava R$ 3,121 entre 6 e 12 de julho e, no último estudo, entre os dias 27 de julho e 2 de agosto, ficou em R$ 3,109. Uma redução de 0,38%.

Os motoristas que abastecem com álcool pagaram caro em comparação a gasolina, apesar de ter sido leve a alta na última semana. No início do mês de julho, o preço do etanol estava em R$ 2,460 e no último sábado custava R$2,437 nos postos, sendo menos vantajoso que a gasolina.

O GNV continua como boa opção para abastecer o carro, mesmo com a oscilação de valores nas últimas semanas, segundo a ANP. Em 6 de julho, o metro cúbico do gás combustível custava R$ 1,734. Caiu para R$1,697 no dia 13, teve pequena alta a R$ 1,699 e outra elevação, um pouco maior, para R$ 1,703. Assim, apresentou a maior queda entre os três combustíveis, de -1,78%.

O taxista Antônio Carlos, 49 anos e 14 anos de profissão, instalou o GNV em seu carro pela relação custo-benefício. “O preço do gás está alto, mas em compensação eu faço mais quilometragem com ele”, explicou.

Mesmo assim, ele lamenta o reajuste da gasolina: “Todo aumento é ruim. Meu faturamento vai ser menor porque a tarifa da viagem será a mesma. O consumidor sempre fica no prejuízo” reclama.

 



Fonte: O Dia
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