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Combustíveis

Gasolina a preço de março de 2010

28/09/2011 | 11h27
Em queda há uma semana, os preços da gasolina comum voltaram a recuar em alguns postos de Fortaleza, atingindo um dos menores preços desde março de 2010, quando o litro do produto era comercializado por R$ 2,449. Um dia após o governo Federal decretar a redução da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) de R$ 0,23, para R$ 0,19, por litro, o combustível já pode ser encontrado por menos de R$ 2,50, em pelo menos três estabelecimentos da cidade.

No posto HB, de bandeira Esso, no Km - 4, da BR-116, o litro da gasolina comum está sendo vendido por R$ 2,479, valor seguido de perto pelos vizinho Cauípe e MD Posto, onde o combustível está sendo comercializado por R$ 2,499 e R$ 2,49, respectivamente. "A concorrência baixou, tivemos que baixar também", explicou o frentista do MD, Antônio Lemos.

Antes concentrado em alguns estabelecimentos na BR-116, os descontos avançam cidade a dentro e já podem ser encontrados em vários outros estabelecimentos. No Posto Multipoint, na Avenida Raul Barbosa, 1.330, o preço do litro da gasolina recuou de R$ 2,639 para R$ 2,579, enquanto o Posto Canaã, na Avenida Antônio Sales, 2820, rebaixou ontem, os preços do produto de R$ 2,65 para R$ 2,592; o litro.


Concorrência

Há estabelecimentos, porém, que mantém os valores inalterados, no pico, com os preços da gasolina, girando em torno de R$ 2,69, e do álcool hidratado, entre R$ 2,149 e R$ 2,19; a exemplos dos postos Marajó, no Atapu, e Aliança Aldeota. "Gostaria de aprender a matemática desses postos. Gasolina a esse preço (R$ 2,479) não paga meus custos. Essa é uma concorrência suicida", justifica o proprietário do Posto Marajó, Wilson Pereira de Noca.

Avaliação semelhante tem o presidente do Sindipostos-CE, Guilherme Meireles. Para ele, os descontos são pontuais e a tendência é de que voltem à "normalidade", a partir de 1º de outubro, quando entrar em vigor a nova composição da gasolina, com participação do álcool reduzida de 25% para 20%.

Quanto ao preço do álcool, ele prefere não fazer prognósticos, mas avalia que, em tese, deveria baixar. "Precisamos ver, antes, as notas fiscais das distribuidoras, para saber se vão baixar mesmo", justifica.


Neutralização

Para o secretário de Acompanhamento Econômico do governo Federal, Antônio Henrique Silveira, a redução da Cide não significará, necessariamente, redução no preço da gasolina. "Estamos preocupados única e exclusivamente em manter neutralizado o preço da gasolina", afirmou, diante da nova composição do produto a partir de outubro. Ele negou que a medida tenha como objetivo dar margem maior de lucro à Petrobras, cujos preços vêm sendo pressionados pela alta do dólar.


Fonte: Diário do Nordeste
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