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Gasoduto

Gasene poderá ser terminado em 2008, mas depende de negociação com Sinopec

24/08/2005 | 00h00

 A Petrobras planeja terminar o gasoduto Sudeste-Nordeste (Gasene), de 1.200 km, em 2008, dado que ainda está fechando as negociações com a companhia chinesa Sinopec, disse a analistas em uma video-conferência, o presidente da empresa, José Sérgio Gabrielli.
A Sinopec construirá o trecho de 900 km Cacimbas-Catu do duto, além do trecho de 200 km Cabiúnas-Vitória. O pressuposto estimado para todo o projeto é de cerca de US$ 1bilhão.
O Gasene se estenderá desde o sudeste do estado do Rio de Janeiro, onde se produz a maior parte do gás natural do Brasil, até o estado do Espírito Santo para unir-se ao gasoduto situado na área nordeste do estado da Bahia, zona onde existe um déficit de gás.
O projeto estará conformado por três trechos dos quais o de 100 km que uniria as cidades de Vitória e Cacimbas - ambas no Espírito Santo - lo construirá o consórcio Masa Spanish.
Se voltou a convocar a apresentar ofertas para adquirir serviços e equipamentos para o trecho que conectará a localidade de Cabiúnas, no Rio de Janeiro com Vitória, devido a que a primeira licitação nacional os preços foram mais altos que o esperado, disse Gabrielli.
"Pedimos a nosso sócio Sinopec que efetua uma licitação internacional para o fornecimento de equipamentos e materiais", defendeu. "O preço inicial obtido refletiu os maiores preços do açõ e de equipamentos devido ao dinamismo do mercado".
Gabrielli, que não entregou um cronograma detalhado, informou que os dois treços pequenos - Cabiúnas-Vitória e Vitória Cacimbas - deverão estar prontos no final de 2006.


Plano Gasífero 2006-2010  - O investimento no Gasene se inclui no pressuposto de US$ 4,5 bilhões da empresa para projetos relativos a gasodutos em seu plano estratégico revisado de US$ 56 bilhões para o período de 2006-2010, que deu a conhecer na semana passada.
Outros projetos são o gasoduto Urucu-Manaus no Norte do Brasil, a expansão da capacidade do gasoduto Brasil-Bolívia em 13% a 34 milhões de m³ por dia, a expansão das redes de dutos do sudeste e nordeste e a construção de uma rede para a ampliar o transporte de combustível desde plataformas offshore na Bacia de Campos.
"Em 2010 teremos uma situação totalmente distinta a que temos agora", destacou Gabrielli.
Segundo o plano estratégico, o objetivo é garantir a distribuição de gás em todo o país para que a capacidade termelétrica instalada de 2.800 MW que tem o país possa operar ao máximo de seu potencial, algo que hoje não é possível devido à falta de abastecimento de gás.
A empresa projeta que a demanda de gás natural do peís alcance os 99,3Mm3/d em 2010 ante os atuais 40Mm3/d. A alta será absorvida, principalmente por geradoras termelétricas, que deverão dar conta de 46,4Mm3/d em 2010, ante os 9,6Mm3/d de 2004, enquanto se espera que o consumo industrial suba de 22,9Mm3/d em 2004 a 39,1Mm3/d em 2010.
"Não esperamos que outros usos de gás cresçam tão rápido", precisou Gabrielli, que agregou que o governo não entregará incentivos para o uso de gás residentecial, comercial ou veicular para assegurar que haja abastecimento suficiente para projetos de geração elétrica.
A projeto da demanda no plano de investimento de 2006-2010 supera os 77Mm3/d previstos anteriormente para 2010. Com o resultado a Petrobras elevou o total de investimentos de gás eletricidade a US$6,5 bilhões para o quinquenio, ante os US$2,6 bilhões originales.
A Petrobras também planeja investir outros US$1,3 bilhões no mesmo período para preparar sua geração elétrica e fornecer eletricidade de maneira constante ao sistema interconectado nacional, reduzindo, além do mais, as perdas dos contratos firmes. O programa poderia incluir a aquisição das centrais a gás de Macaé - de 920 MW - e Araucária - de 450 MW - propriedade da energética norte-americana EL Paso nos estados do Rio de Janeiro e Paraná, respectivamente.
Petrobras também está investindo apra converter seus 14 projetos termelétricos para que possam funcionar com gás e diesel.
No entanto, a empresa planeja ampliar sua produção de gás natural nas bacias de Santos e Espírito Santo e assim aumentar a oferta. Na atualidade a Petrobras abastece cerca de 60 milhões de m³ de gás por dia no Brasil, dos quais 24 milhões de m³ por dia vêm da Bolívia e o resto se produz no país.



Fonte: BNamericas
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