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Rio Gas Forum 2013

Gás tem papel importante para economia de baixo carbono, diz AIE

06/03/2013 | 15h57

 

Segundo Capella Festa, especialista da Agência Internacional de Energia (AIE), que participou na manhã de hoje do Rio Gas Forum, o gás tem um papel crucial para a migração de uma economia de baixo carbono e deve crescer bastante sua participação no mix energético global.
De acordo com a representante da AIE, a perspectiva para demanda de gás no mundo é muito grande. "Até 2035 devemos ter novos exportadores de Gás Natural Liquefeito (GNL). Vamos diversificar o fluxo de comércio para as próximas décadas", complementou.
A executiva indicou que China e Canadá devem produzir bastante gás até 2025 e que até 2035, os Estados Unidos devem estar exportando para África e Austrália.
Na ocasião Eric Eyberg, consultor da área de gás e energia da Wood Mackenzie, comentou sobre a mudança na integração e otimização do mercado de gás no Cone Sul, no qual cada país possui uma política para o insumo, o que gera preços elevados a nível mundial.
Segundo ele, o Brasil deve trabalhar em direção a um mercado de gás livre, com incentivos aos produtores e melhor infraestrutura. A incerteza do gás do pré-sal ofertado ao mercado foi outro assunto ressaltado pelo executivo. Eyberg pontuou ainda que depois de 2020, Brasil e Argentina devem estabelecer preços regionais para melhorar o mercado de gás.

Segundo Capella Festa, especialista da Agência Internacional de Energia (AIE), que participou na manhã de hoje (6) do Rio Gas Forum, o gás tem um papel crucial para a migração de uma economia de baixo carbono e deve crescer bastante sua participação no mix energético global.


De acordo com a representante da AIE, a perspectiva para demanda de gás no mundo é muito grande. "Até 2035 devemos ter novos exportadores de Gás Natural Liquefeito (GNL). Vamos diversificar o fluxo de comércio para as próximas décadas", complementou.


A executiva indicou que China e Canadá devem produzir bastante gás até 2025 e que até 2035, os Estados Unidos devem estar exportando para África e Austrália.


Na ocasião Eric Eyberg, consultor da área de gás e energia da Wood Mackenzie, comentou sobre a mudança na integração e otimização do mercado de gás no Cone Sul, no qual cada país possui uma política para o insumo, o que gera preços elevados a nível mundial.


Segundo ele, o Brasil deve trabalhar em direção a um mercado de gás livre, com incentivos aos produtores e melhor infraestrutura. A incerteza do gás do pré-sal ofertado ao mercado foi outro assunto ressaltado pelo executivo. Eyberg pontuou ainda que depois de 2020, Brasil e Argentina devem estabelecer preços regionais para melhorar o mercado de gás.

 



Fonte: Redação TN/ Maria Fernanda Romero
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