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Evento

Gas Summit coloca em debate a expansão da indústria do gás

18/02/2014 | 13h05

 

No mês de maio, a cidade do Rio de Janeiro recebe a 11ª edição do Gas Summit Latin America, um dos mais tradicionais fóruns de discussões do continente sobre a indústria do gás. Mais de 200 empresários, especialistas, autoridades e acadêmicos da cadeia de exploração, produção e distribuição do gás são esperados no evento, que reunirá cerca de 50 palestrantes de vários países do continente para analisar estratégias que favoreçam a expansão do mercado de gás no Brasil e na América Latina. O evento acontece de 13 a 15 de maio, no Hotel Windsor Atlântica, na capital fluminense.
O momento é particularmente positivo para o encontro uma vez que a alta recorde do consumo de gás natural e suas diversas vertentes propõe o desafio de expandir os níveis de exploração e produção desta fonte energética, que vem ganhando importância na matriz brasileira e latino-americana. Adicionalmente, o setor passa por transformações importantes promovidas, em parte, pela retomada dos leilões no final do ano passado -  após um hiato de 5 anos- que arremataram no mercado 72 blocos em terra para a exploração de gás. Também impactou o recente anúncio feito pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), definindo para o setor de petróleo e gás mais de R$ 30 bilhões em investimentos obrigatórios em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação nos próximos 10 anos. Apenas em 2014, a estimativa de injeção de recursos é de R$ 1,4 bilhão.
A potencialidade do gás como um dos pilares da matriz enérgica latino-americana, entretanto, é proporcional aos desafios consolidados ao longo do tempo. Regras claras para a exploração, infraestrutura apropriada e os riscos políticos são questões frequentemente identificadas pelas empresas do mercado como inibitórias para os investimentos. “Propor a interação entre os stakeholders desse setor com o objetivo de intensificar a troca de conhecimento e facilitar a integração com foco nos negócios é a razão de ser do Gas Summit Latin America”, explica Débora Oliveira, gerente de projetos do Informa Group, organizador do encontro.
Segundo a executiva, o evento tem a característica de concentrar tomadores de decisão das esferas públicas e privadas da indústria do gás no Brasil e em outros países da América Latina, enriquecendo o diálogo e as oportunidades reais de negócios.
Abordagem Multilateral
Representantes da Bolívia, Chile, Peru, Uruguai, Reino Unido e Argentina participam do Gas Summit 2014. “O temário este ano está particularmente interessante porque elenca as principais questões que a indústria do gás está enfrentando”, diz Débora.
Para a edição 2014, o Gas Summit convidou cerca de 50 especialistas para abordar questões como a regulamentação do setor e os diferentes modelos em prática na América do Sul, com o intuito de discutir o aprimoramento dos caminhos regulatórios, e, especificamente  em âmbito nacional, a Lei do Gás e a Construção de Ampliação de Gasodutos de Transporte.
Outro assunto que será debatido no encontro implica na análise dos impactos no cenário político-econômico para os desdobramentos no setor de gás, e o desafio de aumentar a oferta nacional deste insumo e a competitividade da indústria, solidificar a autonomia energética e reduzir a dependência da importação.
A discussão em torno da participação do poder público na estruturação do desenvolvimento da indústria também terá espaço no Gas Summit 2014, com a presença de autoridades públicas e representantes da iniciativa privada.
Inovação tecnológica, ganhos de produtividade, otimização de estruturas, além de cases internacionais inéditos sobre como aumentar o potencial da indústria do gás integram a grade de palestras do Gas Summit. O evento traz ainda especialistas, para tratar sobre o futuro da exploração de gás não-convencional, considerando oportunidades, custos e riscos das novas tecnologias para o cenário local; o desenvolvimento de novos projetos para o uso de GNL, tendo como pano de fundo a planta de regaseificação de Punta Sayago, no Uruguai; e obviamente a viabilização técnica e econômica do gás do pré-sal no Brasil.

No mês de maio, a cidade do Rio de Janeiro recebe a 11ª edição do Gas Summit Latin America, um dos mais tradicionais fóruns de discussões do continente sobre a indústria do gás. Mais de 200 empresários, especialistas, autoridades e acadêmicos da cadeia de exploração, produção e distribuição do gás são esperados no evento, que reunirá cerca de 50 palestrantes de vários países do continente para analisar estratégias que favoreçam a expansão do mercado de gás no Brasil e na América Latina. O evento acontece de 13 a 15 de maio, no Hotel Windsor Atlântica, na capital fluminense.

O momento é particularmente positivo para o encontro uma vez que a alta recorde do consumo de gás natural e suas diversas vertentes propõe o desafio de expandir os níveis de exploração e produção desta fonte energética, que vem ganhando importância na matriz brasileira e latino-americana. Adicionalmente, o setor passa por transformações importantes promovidas, em parte, pela retomada dos leilões no final do ano passado -  após um hiato de 5 anos- que arremataram no mercado 72 blocos em terra para a exploração de gás. Também impactou o recente anúncio feito pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), definindo para o setor de petróleo e gás mais de R$ 30 bilhões em investimentos obrigatórios em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação nos próximos 10 anos. Apenas em 2014, a estimativa de injeção de recursos é de R$ 1,4 bilhão.

A potencialidade do gás como um dos pilares da matriz enérgica latino-americana, entretanto, é proporcional aos desafios consolidados ao longo do tempo. Regras claras para a exploração, infraestrutura apropriada e os riscos políticos são questões frequentemente identificadas pelas empresas do mercado como inibitórias para os investimentos. “Propor a interação entre os stakeholders desse setor com o objetivo de intensificar a troca de conhecimento e facilitar a integração com foco nos negócios é a razão de ser do Gas Summit Latin America”, explica Débora Oliveira, gerente de projetos do Informa Group, organizador do encontro.

Segundo a executiva, o evento tem a característica de concentrar tomadores de decisão das esferas públicas e privadas da indústria do gás no Brasil e em outros países da América Latina, enriquecendo o diálogo e as oportunidades reais de negócios.


Abordagem Multilateral

Representantes da Bolívia, Chile, Peru, Uruguai, Reino Unido e Argentina participam do Gas Summit 2014. “O temário este ano está particularmente interessante porque elenca as principais questões que a indústria do gás está enfrentando”, diz Débora.

Para a edição 2014, o Gas Summit convidou cerca de 50 especialistas para abordar questões como a regulamentação do setor e os diferentes modelos em prática na América do Sul, com o intuito de discutir o aprimoramento dos caminhos regulatórios, e, especificamente  em âmbito nacional, a Lei do Gás e a Construção de Ampliação de Gasodutos de Transporte.

Outro assunto que será debatido no encontro implica na análise dos impactos no cenário político-econômico para os desdobramentos no setor de gás, e o desafio de aumentar a oferta nacional deste insumo e a competitividade da indústria, solidificar a autonomia energética e reduzir a dependência da importação.

A discussão em torno da participação do poder público na estruturação do desenvolvimento da indústria também terá espaço no Gas Summit 2014, com a presença de autoridades públicas e representantes da iniciativa privada.

Inovação tecnológica, ganhos de produtividade, otimização de estruturas, além de cases internacionais inéditos sobre como aumentar o potencial da indústria do gás integram a grade de palestras do Gas Summit. O evento traz ainda especialistas, para tratar sobre o futuro da exploração de gás não-convencional, considerando oportunidades, custos e riscos das novas tecnologias para o cenário local; o desenvolvimento de novos projetos para o uso de GNL, tendo como pano de fundo a planta de regaseificação de Punta Sayago, no Uruguai; e obviamente a viabilização técnica e econômica do gás do pré-sal no Brasil.

 



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
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