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CEG

Gás natural mais caro hoje

04/08/2008 | 05h13

O gás natural veicular (GNV) e o gás residencial estão mais caros hoje, com a aplicação da segunda parcela do aumento da CEG e da CEG Rio, após a assinatura do contrato das distribuidoras com a Petrobras, celebrada, finalmente, na segunda-feira passada.

 

O gás natural veicular (GNV) e o gás residencial estão mais caros hoje, com a aplicação da segunda parcela do aumento da CEG e da CEG Rio, após a assinatura do contrato das distribuidoras com a Petrobras, celebrada, finalmente, na segunda-feira passada. O preço médio do GNV no Estado do Rio, que hoje é de R$ 1,556 por metro cúbico, segundo levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo (ANP), terá um acréscimo oficial de 5,88%.

 

A estimativa do coordenador do Comitê de GNV do Instituto Brasileiro do Petróleo e do Gás (IBP), Rosalino Fernandes, é que o preço médio deva subir para, aproximadamente, R$ 1,605. “Os preços variam segundo os contratos dos postos com as distribuidoras, mas devem ficar em torno disso. O patamar garante a manutenção da vantagem do GNV em relação ao álcool (R$ 1,658) e à gasolina (R$ 2.514)”, explica o especialista. “O GNV percorre, por metro cúbico, em média, 14 quilômetros (km). O litro do álcool permite que o motorista rode 7 km, enquanto a gasolina precisa de um litro para fazer 10 km”, esclarece, ressalvando que existem veículos com médias que podem variar.

 

Em média, o aumento no preço do GNV foi de 23%. No dia 1º de julho, a CEG reajustou o preço do combustível em 16,29%. O aumento do gás natural, lembra Fernandes, é resultado do acordo que levou à assinatura do contrato entre a Petrobras e as distribuidoras, depois de quase três anos de fornecimento informal.

 

No ano passado, a Petrobras precisou desviar parte do gás para as usinas térmicas e gerou desabastecimento no Rio, prejudicando indústrias e postos. “A realidade é outra hoje. Além dos projetos de gasodutos concluídos, no mês que vem, chegará o navio de regaseificação de gás natural liquefeito (GNL). Em setembro, será possível produzir 14 milhões de metros cúbicos diários por essa via”, destaca.

 

O taxista Sandro Roberto, 36 anos, prevê que o aumento vai significar mais horas longe de casa: “Nossa bandeirada já é defasada. Terei que rodar mais horas para manter o padrão de vida”.

 

A ata do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada ontem pelo Banco Central (BC) manteve a previsão de reajuste zero para a gasolina e para o gás de cozinha (botijão) até o fim deste ano. A garantia do governo para isso é a Petrobras.

 

O gás de botijão (13kg) não sofre alta há três anos e deverá permanecer assim até o fim de 2008. Mas os consumidores devem saber que o mercado de combustíveis é livre e outros fatores podem ajudar a pressionar os preços, como a variação do álcool anidro. Mesmo sem reajuste oficial, o litro da gasolina já sofreu leve alta de 0,88%, passando de R$ 2,492 a R$ 2,514, nas últimas quatro semanas.

 

Tanto o gás residencial como o GNV tiveram o aumento por conta da assinatura do contrato da CEG com a Petrobras. Até o fim do ano, o gás canalizado não deve subir. Já o GNV pode acomodar o aumento, mas não está livre de variações, de acordo com algumas particularidades do contrato dos postos com as distribuidoras.

 

Residencial terá elevação de 1,92% No fim de junho, a Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio (Agenersa) anunciou os reajustes, divididos em duas parcelas, que seriam praticados pela CEG e pela CEG Rio. O gás canalizado para as residências subiu 4,81% no dia 1º de julho. A partir de hoje, virá a segunda parcela, de 1,92%. Nas residências, o preço do metro cúbico passa de R$ 1,2099 (consumo de zero a 18 metros cúbicos mensais) para R$ 1,2331 e de R$ 1,9825 (acima de 199 metros cúbicos) para R$ 2,025.

 

O impacto médio acumulado estimado para o gás residencial foi de 6% e de 23%, para o GNV. A indústria teve alta de 24%. A distribuidora calculava que o preço médio do combustível nas bombas passaria a R$ 1,49 por metro cúbico. À época, a média, segundo a ANP, era R$ 1,409. Mas, na semana seguinte, o combustível subiu acima do esperado, para R$ 1,541. Não se sabe, no momento, qual será o impacto do aumento que entra em vigor hoje. Se o valor final for R$ 1,605, o impacto terá sido de 13,91%. É esperar para conferir nos postos de gasolina.



Fonte: O Dia Online
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