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Mercado

Gás natural: indústria precisa de sinalização de longo prazo, avalia Abrace

21/10/2011 | 16h45
O preço do gás natural de produção doméstica permanecerá inalterado nos próximos três meses, sendo vendido para as distribuidoras por R$ 0,69 por m³. A Petrobras, principal produtora nacional do insumo, concedeu um desconto de 18,6% sobre o valor de contrato, calculado em R$ 0,844 m³. O congelamento é resultado da manutenção dos descontos oferecidos pela estatal desde maio deste ano. A notícia foi bem recebida pela Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), que há muito chama a atenção para os altos preços do combustível brasileiro e seu impacto na competitividade da indústria nacional.

“O preço do gás brasileiro é um dos mais caros do mundo. Seu valor de venda chega a alcançar patamares até três vezes maiores do que os praticados nos Estados Unidos. Isso contribui de forma preocupante para a redução da competitividade da indústria nacional”, afirma o presidente-executivo da Abrace, Paulo Pedrosa. “Diante desse quadro, a manutenção dos descontos praticados nos últimos meses é bem-vinda. Caso contrário, ficará inviável a absorção, pelo mercado consumidor, da grande oferta de gás prevista para o país nos próximos anos”, completa.

A boa notícia, no entanto, não diminui a preocupação dos consumidores com o cenário futuro, visto que a definição dos valores de comercialização tem sido fruto de uma série de descontos que não apresentam garantias de continuidade. “Nos últimos meses, os fortes reajustes foram anulados, mas por medidas de curtíssimo prazo. É preciso consolidar uma nova política de preços para o insumo que adeque a precificação à nova realidade do mercado nacional de gás natural”, completa Pedrosa. A associação acredita que a renovação dos contratos da Petrobras com as distribuidoras, vincendos em 2013, é uma grande oportunidade para promoção dessas mudanças.


Fonte: Redação
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